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Mensagens

A mostrar mensagens de Maio, 2012

O benemérito Campos

Paulo Pinto Mascarenhas conta no Correio da Manhã de hoje que o afadigado Paulo Campos, fustigado pelos ventos das PPP que em tempos semeou, arranjou mais uma PPP: contratou pessoalmente uma assessora para o seu serviço de deputado e pagar-lhe-à do seu bolso. A dita já tinha sido assessora de imprensa no gabinete da secretaria de Estado do indomável Campos que apresenta sempre um ar de foragido quando confrontado com os media televisivos. Anda assustado, notoriamente.

A questão muito simples é a mesma que se pode colocar a outro foragido que se encontra em Paris: como é que ganha para tal luxo?
Isto se for verdade e as "fontes seguras" de PPM não o tiverem enganado tipo fontes abertas com mais brechas que pingos de informação aquosa.

A Visão e o relatório minoritário sobre Relvas

"Mais tarde, logo a 6 de Junho, um dia após a vitória do PSD nas eleições legislativas, Silva Carvalho tenta obter de Relvas um favor: denuncia-lhe, tratando-o por tu, um alegado plano de Ângelo Correia para nomear para o SIS uma funcionária da secreta cujo marido, por conveniência, seria afastado do serviço para um cargo de relevo num banco português em Angola.


A partir desta data, corroborando o que Relvas garantiu aos deputados, não existem mais registos de mensagens. Todo o processo da Finertec passou a ser tratado por Braz da Silva. Este empresário, que reside em Luanda foi, recentemente, candidato anunciado à presidência do Sporting. Com Nuno Vasconcellos, seu homólogo da Ongoing, tem uma predilecção: recrutar gestores no mundo da política. O sucessor de Miguel Relvas na Finertec é Marcos Perestrello, deputado do PS. Vasconcellos, recorde-se, em ao seu serviço Vasco Rato e Agostinho Branquinho, do PSD, Guilherme Dray e Carlos Costa Pina, respectivamente ex- chefe de gabinete…

E já lá foi mais outro herói...Doc Watson

Morreu Doc Watson, um músico americano e que me encantou logo na segunda metade da década de setenta quando ouvi os seus discos no rádio da época.
Logo que Jaime Fernandes começou a passar a "Country Music, música da América", na então Rádio Comercial ou ainda Programa 4, Doc Watson era dos artistas musicais que mais me agradavam porque tocava uma guitarra seca, acústica, num estilo chamado "flat picking" em que o indicador e o polegar se aliam para atacar as cordas à golpada milimétrica produzindo um som de luxo.
Logo que arranjei um gira-discos como deve ser um, aí no início dos anos oitenta não descansei enquanto não arranjei também um disco de Doc Watson. Este, em companhia do seu filho Merle. E que por não haver por cá teve que vir de França, através de pessoas amigas.




Doc Watson era cego mas tocava o coração com as mãos. Ainda toca para quem saiba ouvir.


















Jornalista, alvo de notícia. Mau sinal.

RR:

O jornalista Ricardo Costa, alvo do relatório encontrado na posse do ex-superespião Jorge Silva Carvalho, sustenta que em toda a polémica das secretas o Governo tem usado “uma lógica de defesa que não é errada, mas que esconde a verdade”.
O Executivo argumenta que quem queria regressar aos serviços secretos não voltou “porque o Expresso deu a notícia”, disse à SIC o director do jornal.
“O Governo fez inquéritos, sindicâncias e depois levou tudo à justiça. Sim, o Governo fez inquéritos e sindicâncias incompetentes apenas porque foi obrigado a fazê-lo, e foi entregar à justiça porque tinha de entregar à Justiça”


Quando um jornalista é alvo de notícia não é bom sinal. Neste caso, o alvo serviu como homem de mão do patrão para a guerra Impresarial. Pior ainda.
E agora dispara em todas as direcções. E como de costume, em registo de cretinice.

Em primeiro lugar, o relatório de que foi alvo é da autoria de um cidadão que tinha sido dirigente de um serviço de informações da República. Tinha…

Como?!!

SICN:O arguido no processo 'Face Oculta' Paulo Penedos manifestou-se hoje surpreendido com a decisão do Ministério Público (MP) de pedir a destruição das escutas telefónicas envolvendo José Sócrates, que escaparam à ordem do presidente do Supremo Tribunal de Justiça. O quê?!  Estou para ler a justificação.

O real surreal já deu à costa.

Na SicN está um tal Delgado, um indivíduo de inteligência rara há muito tempo ( é por isso que anda na SIC a comentar coisas) a dizer disparates em rajada.
Disse que achou estranho que o primeiro-ministro fosse ao Parlamento esclarecer em "aberto" os problemas dos serviços de informação e ao mesmo tempo espera que os dados recolhidos pelo ex-director do SIED nas agendas pessoais, virtuais e reais, sejam devidamente escrutinados. Espera que venha tudo "cá para fora".
Ao mesmo tempo equaciona a inocência de Relvas porque não pode ser prejudicado por conhecer o tal Carvalho.




Vale tudo para manter o poder

Expresso:

Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares considera que actos imputados a Jorge Silva Carvalho serão "comportamentos criminosos" que "não podem passar impunes".

Incrível! Ninguém lhe pediu palpites sobre a natureza dos actos do tal Carvalho. Mas ainda assim, julgou interessante dizer estas coisas.
"Comportamentos criminosos", ter dados pessoais guardados em agendas electrónicas?

As imparidades do relatório minoritário

O jornalismo de reportagem e com incidência em pessoas é uma actividade de coscuvilhice. Para informar convenientemente sobre a vida de alguém é preciso conhecê-la.
Os jornalistas fazem isso sempre que precisam de informação sobre os alvos que escolhem para os perfis, as biografias, infografias, etc etc etc.

A Visão e o Expresso fizeram-no recentemente no caso da advogada Ana Bruno e publicaram informações recolhidas em "fontes abertas" e fechadas, como agora se diz. A visada já reagiu e vai processar civilmente o grupo Impresa porque os seus órgãos de informação, designadamente a Visão e o Expresso publicaram calúnias acerca da mesma. Estes dias, o director da Impresa , Balsemão mostrou toda a sua indignação pela recolha de informações pessoais que o afectam e disse que nem nos tempos da PIDE isto se fazia. Faz-se, pelos vistos, no grupo a que preside...
Os mesmos que o fizeram rasgam as vestes e sentem-se como virgens ofendidas ao saberem que um indivíduo que passou a vid…

Os coleccionadores de dados pessoais

Expresso:

Jorge Silva Carvalho, antigo director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) e ex-administrador do grupo Ongoing, tinha na sua posse um relatório com detalhes sobre a vida de Ricardo Costa, director do Expresso.

O documento, a que o Expresso teve acesso, tem 16 páginas e contém informação pormenorizada sobre aspectos pessoais e profissionais de Ricardo Costa, incluindo relações afectivas, nomes, idades e escolas frequentadas pelos filhos menores, uma análise do seu perfil e dos seus aliados e adversários, bem como um historial desde os seus tempos do liceu. 


Resta saber que informações Ricardo Costa tinha sobre Silva Carvalho. É que as suas agendas virtuais não lhe foram apreendidas...mas poderiam ter sido.







Balsemão, o preocupado

RR:
Francisco Pinto Balsemão espera que o caso das secretas permita uma “imediata limpeza” nos serviços de informações. Entrevistado no programa “Terça à Noite”, da Renascença, o presidente do grupo Impresa mostra-se preocupado com a situação de “miséria moral” em que estão impregnados os serviços secretos.

Este, porque lhe tocou, descobriu agora que os serviços secretos servem para recolher informações, mesmo em fontes abertas como terá sido o caso.
Não o preocupa que tais informações tenham sido escarrpachadas numa acusação num processo criminal para provar eventuais crimes que podem não ter ocorrido.
Se lhe tivessem apreendido os documentos pessoais, agendas telemóveis, etc e escarrapachassem o respectivo conteúdo de modo idêntico, aí já se mostraria muito indignado e preocupado com esta democracia e poder judicial. Assim, como lhe serve, no pasa nada.
Como não passa na circunstância de os serviços de informaçõa estarem pejados de gente da maçonaria, colocada por pessoal da maçon…

O PRP-BR incensado no Público

Repare-se bem neste título à largura de toda a página que o Público deu hoje a um livro sobre a nossa História recente, particularmente no período de 1971 a 1974 e às actividades revolucionárias de 15 mulheres que integraram um partido –Partido Revolucionário do Proletariado- Brigadas Revolucionárias- que fez da luta armada  acção política contra o regime de Marcelo Caetano e posteriormente contra a “burguesia”. O PRP-BR esteve na génese das FP25 de Abril, movimento que matou gente, assassinada a sangue frio ( Castelo Branco, um administrador de uma empresa fassista e imperialista- corrijo, um director-geral de prisões, funcionário do Estado portanto. O administrador atingido a tiro foi o da Standard Eléctrica, uma empresa imperialista e por isso mesmo fascista. Aqui neste acórdão do STJ dá-se conta das façanhas revolucionárias desses beneméritos que o PRP-BR apadrinhou ou gerou)  e outra por engano e acidente ( uma criança em S. Manços, nos anos oitenta). O Público, num artigo assi…

O efeito perverso da investigação criminal

Segundo o jornal i de hoje "os autos do processo indiciam que Silva Carvalho pode ter saído das secretas com uma moeda de troca: um acordo prévio com o PSD para chegar a secretário-geral do SIRP ou mesmo a ministro."

Quer dizer, um dos crimes pelos quais foi acusado o mesmo e outro arguido ( Nuno Vasconcellos) partia do pressuposto que  a saída do SIED se deveu a um acto de corrupção traduzido numa equação simples: emprego na Ongoing a troco de favores em segredo de Estado.
Afinal, se se verificar que o objectivo de SIlva Carvalho, segundo a mesma acusação, não era o emprego na Ongoing mas o emprego no mesmo Estado, por nomeação política, pode haver muita coisa ética e politicamente por explicar ( como há mas não é preciso porque já toda a gente entendeu o que havia e o conluio feito de amizade pessoal com políticos, designadamente Miguel Relvas) mas crime de corrupção, por esse motivo específico é que não haverá mesmo. Ou então, muitos crimes de corrupção haveria que inv…

O educador JPP

Pacheco Pereira tem um pequeno programa semanal na SICN intitulado Ponto Contraponto e que passa em horário nobre. O programa que vejo de vez em quando ( prefiro-o a ouvir o professor Marcelo a dizer banalidades) tem uma estrutura bloguística com pequenos apontamentos abruptos sobre tudo e sobre nada. O de hoje, para além de um pequeno apontamento sobre a revista americana National Geographic, apresentou um filme antigo sobre a cidade de Esmirna, na Turquia e que já pertenceu à Grécia, para realçar a importância do conhecimento histórico da Grécia.
O que me leva a escrever isto é o facto de JPP ter dito no final que espera se acabe a série de asneiras que tem ouvido sobre a Grécia e que espera ainda que o seu programa contribua decisivamente para tal efeito.
Até me ri. JPP acha que o seu programa de nicho e mal feito, nos parâmetros televisivos actuais, vai ter um papel decisivo na educação do povo que só diz asneiras sobre a Grécia. Julga porventura que tem uma audiência de truz e qu…

Uma pequena lição de Direito

Este pequeno artigo de Fernanda Palma no Correio da Manhã destina-se à leitura de Fernanda Câncio. Ou a que alguém lhe esfregue a cara com ele, como dantes se dizia em modo perifrástico.

Os media portugueses estão entretidos com o circo Relvas...

Mas o assunto que os deveria preocupar, mais que essa autêntica farsa montada pelo Expresso, seria por exemplo  isto, publicado no jornal Sol de 7.10.2010:

O Tribunal de Contas preparava-se para chumbar o contrato de adjudicação do troço do TGV entre o Poceirão e Caia. Os conselheiros descobriram várias irregularidades no processo e tinham já decidido recusar o visto prévio ao contrato - o que só não se concretizou porque o Governo decidiu pedir a devolução do contrato, precisamente no dia em que os conselheiros iam aprovar o acórdão com a sua decisão final O Ministério das Obras Públicas retirou o contrato de adjudicação do troço do TGV Poceirão-Caia do Tribunal de Contas (TC), onde aguardava o parecer e a decisão dos conselheiros, de atribuição ou não do respectivo visto prévio. O pedido do Governo foi feito na sexta-feira passada, precisamente no dia em que os juízes da 1.ª Secção do TC iam reunir para discutir o projecto de acórdão - e que, segundo soube o SOL, ia no sentido d…

Marinho e Pinto, sempre na onda...

Repare-se nesta:

O bastonário da Ordem dos Advogados considera que a alegada investigação da vida privada de Pinto Balsemão, presidente da Impresa, por Jorge Silva Carvalho é "um atentado gravíssimo" à democracia, que deve ser "investigado até às últimas consequências".
Contactado pela agência Lusa, Marinho Pinto, afirmou que, a confirmar-se o caso, é "um atentado gravíssimo aos direitos pessoais do visado, mas também um atentado ao próprio Estado de Direito, aos valores fundamentais do Estado de Direito".


E agora nesta:

O bastonário da Ordem dos Advogados está perplexo com a investigação feita a Francisco Pinto Balsemão e considera que Miguel Relvas está a ser mais vítima do que culpado no caso das secretas.
"A última coisa que se esperava é que um ex-responsável dos serviços de informação viesse a investigar a vida privada de empresários concorrentes da empresa para a qual foi contratado", disse ao Expresso Marinho Pinto.
Sobre o envolvimento de…

Há um ano atrás: um escândalo mais grave que o das secretas...

InVerbis:

A auditoria do Tribunal de Contas que arrasa as negociações do Governo para lançar novas estradas - e que a TVI revelou em primeira mão - só será conhecida depois das eleições. O documento esteve prestes a ser aprovado em finais de Abril, por um colectivo de três juízes, mas a intervenção do Presidente do Tribunal de Contas e a doença do juiz relator atrasaram o processo.

Na sessão de 28 de Abril, de acordo com várias fontes, o presidente do tribunal, Guilherme d`Oliveira Martins, referiu aos juízes a existência de um acordo antigo, com a Presidência da República, no sentido de ser evitada a publicação de relatórios tão sensíveis politicamente em período pré-eleitoral.

O Presidente da República desmente: «A Presidência da República desmente, em absoluto, esse assunto». O próprio Guilherme D'Oliveira Martins, confrontado com a mesma questão, também a desmentiu. «Desmente-se que tenha havido ou possa haver qualquer indicação quanto à oportunidade de publicação…

Um crime a investigar pelo DIAP, já!

RR:

A auditoria ainda não é pública, mas no início do mês, a TVI avançou com a notícia de que nesse documento o Tribunal de Contas admitia a suspeita de ocultação de informação e que só por essa razão autorizou a construção de seis parcerias público-privadas lançadas pelo anterior Governo, era então Paulo Campos, secretário de Estado dos Transportes.

O documento a que o PS teve acesso é uma declaração para ata do juiz conselheiro Ernesto Cunha e que, nas palavras do socialista Rui Paulo Figueiredo, «arrasa o relatório do Tribunal de Contas».

«Aquilo que aqui é dito é que este relatório não tem nada, que não fez trabalho de campo, que não inquiriu os consórcios bancários. Não faz um análise de impactos, não faz uma adequada caracterização financeira», avançou o deputado.

Mas mais grave ainda, acrescentou Rui Paulo Figueiredo, é que «tudo aquilo que foi citado e remetido em sede de contraditório, por Mário Lino, António Mendonça, Paulo Campos e pelo presidente do InIR, tinha estado em silên…

Um juiz do mecanismo residual

Este indivíduo muito bem vestido informalmente e em pose assinalável de compostura pessoal é juiz da nossa magistratura. Foi recentemente nomeado pela ONU para integrar tribunais internacionais, no caso o do Mecanismo Residual dos Tribunais Internacionais, como lhe chama o Expresso de onde foi tirada a foto compostinha. O Expresso entrevistou-o e o juiz estendeu-se em declarações avulsas.
Sobre o TCIC, lugar onde esteve algum tempo, há alguns ano,  esportulou opinião avalizada:

"O tribunal devia ter dois juízes, no mínimo". Porquê? Ninguém ( Rui Gustavo) lhe perguntou. Porque sim, portanto. E porque não? O jornalista ainda balbuciou que não havia atrasos processuais e que o actual juiz não é da mesma opinião. Mas Ivo Rosa, o juiz bem vestidinho e de pose assinalável na foto composta, afinfa: "Essa questão tem de ser decidida por dados objectivos e não porque o juiz quer ou não quer." Ele, juiz Rosa, quer.
Sobre os "dados objectivos" que não enunciou e …

Vinagre balsâmico

Nos jornais de hoje há festa. A acusação no processo "das secretas" já não é secreta e a profusão de notícias encalha numa considerada muito importante: o patrão da Impresa, o imperturbável Balsemão, espécie de Berlusconi luso, amofinou-se porque se descobriu que foi inspeccionado em "fontes abertas" para se saber que empréstimos tinha, onde comia, quem frequentava, etc etc. Coisas tipo Stasi ou Pide se se quiser. Ou coisas corriqueiras que qualquer jornalista faz quando quer retratar alguém que é fugidio e arredio a revelações pessoais.  Coisas que se fizeram a propósito de um Dias Loureiro, Jorge Coelho, Oliveira e Costa, Cavaco Silva, Duarte Lima ( em várias ocasiões) etc etc etc. por banda de jornais e revistas que puseram os seus bravos repórteres na peugada de informações nas tais "fontes abertas".
Aparentemente foi isso que o espião Carvalho fez: um trabalho jornalístico que alguns órgãos do grupo Impresa já fizeram sobre outras pessoas, mormente a…

O mercenário

O caso das "secretas" é desmontado hoje no Expresso pelo "homem de mão" que o revelou: Ricardo Costa, director do semanário. Repare-se no cinismo deste indivíduo ao relatar um assunto que já lhe passa ao lado, tendo partido para outra, depois de ter feito o trabalho sujo de mercenário ao serviço do patrão.

Em primeiro lugar o caso do Público ou o caso Relvas não lhe interessa nada de nada e é assunto de somenos. "Admito que se consiga fazer jornalismo sem pressões mas não sei o que isso é", confessa Ricardo Costa. Portanto, pressões há muitas e o Público nem deveria queixar-se de tal coisa.

Sobre o caso mais substancial das "secretas" do SIED fica tudo esclarecido com este pequeno comentário de Costa:
"Com Sócrates houve uma despudorada tentativa de reconstrução de grupos de comunicação social, sobretudo na tomada de assalto da TVI. Já poucos se lembram, mas a TVI foi "oferecida" à Ongoing, depois de tentativas falhadas com os cat…

O Público censura

Este pequeno texto que coloco foi, segundo um leitor que o colocou na caixa de comentários deste blog,  censurado na caixa de comentários do Público online.
Lendo-o não se descortinam razões para a censura pelo que é legítimo supor que a informação no Público está sujeita aos mesmos critérios de censura objectiva com razões subjectivas insindicáveis.

"O Público e os seus jornalistas sentem-se ofendidos.
E talvez com razão.
Mas eu gostaria de ter visto tamanha concertação e sensibilidade em outros casos, confessados pela direcção, ao longo de 22 anos.
E não vi nada parecido quando das pressões em Portugal e Espanha para que se calasse a Moura Guedes.
Também não vi nada disto quando outras muitas pressões, concretamente de António Costa e companhia, para calar o escandalo Pedroso/casa Pia.
Nem com toda a porcaria que tem caracterizado a governação vai para tantos anos.
Porquê o Relvas e com esta intensidade e sincronia com muita da comunicação social?
Há filhos e enteados?
Há comités?