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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Quem financia os sindicatos portugueses?

SOL:

Os sindicatos vão ter de pagar a segurança social dos seus dirigentes, a partir do próximo ano, se a proposta de lei do Orçamento do Estado para 2014 fora aprovada. Até agora, são as empresas que empregam os trabalhadores requisitados para funções sindicais a quem compete fazer os descontos para a segurança social. A alteração representa um encargo financeiro novo para os sindicatos e apanhou de surpresa os líderes das duas centrais sindicais.

A questão  a colocar, agora, é saber quem financia os nossos sindicatos. São apenas os sócios? Lá fora há discussões acerca disto. Por cá é tabu.

6 comentários:

JC disse...

Mais uma lei inconstitucional, que viola os direitos legítimos dos trabalhadores, adquiridos após essa maravilhosa revolução que ocorreu no dia 25 de Abril, e que já teve a virtualidade de nos conceder a divina graça de três bancarrotas...

Floribundus disse...

aos contribuintes resta-lhes contribuir
são esses os seus direitos adquiridos

os dirigentes do ps e psd vergam perante os sindicatos o local onde na qualidade de vermes deviam ter a coluna vertebral

fala-se em verbas muito elevadas que saem pela 'porta do cavalo'

falta quem tenha a coragem de mostrar o que Rui Mateus escreveu sobre a origem dos fundos do ps

o tc vai chumbar. nunca mais acordam

a disse...

Cambada de hipócritas: se não fosse estes sindicatos a enquadrar a luta, já tínhamos bombas por aí. Nada que me aborreça: acabe-se com estes sindicas reformistas da concertação social e traga-se de volta os velhos sindicatos a sério, daqueles que não tinham funcionários e resolviam as coisas à bomba se fosse preciso. Preferem? Otários.

josé disse...

Estes sindicatos estão a soldo da ideologia comunista. Ponto. Fósseis!

josé disse...

Mas para não estar para aqui a lançar opinião sem factos, aqui vão eles, para servirem de sustentação ao que escrevo.

Entre 1974 e 1975 foi destruida a nossa economia, tal como a conhecíamos nos anos anteriores e que nos asseguravam crescimento económico da ordem dos dois dígitos no PIB. Mais que hoje a China.
A destruição económica, sem qualquer dúvida, foi obra de comunistas e socialistas, a Esquerda que fixou na Constituiçãod e 1976 que caminhávamos para uma sociedade sem classes. Este desideranto ficou lá até 1989.

Em 1982 ocorreu a primeira revisão constitucional mas o PS e o PCP impediram que o projecto de Sá Carneiro, de revisão completa do texto constitucional, com regresso à economia de mercado livre, fosse aprovado.
Portanto, em 1983-85 a bancarrota que se apresentou não foi obra da AD nem foi obra da "direita" que não existia.
Foi obra da política económica errada dos socialistas e comunistas que não deixaram repor o estado de coisas que havia em 1974 com a economia a depender essencialmente da iniciativa privada.

Em 1983-85 a maior parte da economia era de empresas públicas, todas na bancarrota por causa da gestão socialista.

A banca e seguros nacionalizados e o PCP e sindicatos a mandarem no país. A primeira greve geral ocorreu precsiamente em 1982 por causa da revisão constitucional e porque o PCP temia o regresso ao "fassismo"...

josé disse...

O que a AD e Cavaco como ministro das Finanças tentaram fazer em 79-80 foi uma pequena reforma do sistema que não era possível sem revisão constitucional. Claro que não funcionou e portanto a asneira básica era da esquerda que impedia o funcionamento da economia.