terça-feira, 8 de abril de 2014

Pedro Feytor Pinto, sobre o que se passou em 1973 e 74 na nossa terra.

Pedro Feytor Pinto, director de informação no governo de Marcello Caetano, deu uma entrevista ao i de hoje que é uma lição de sabedoria e civilização.E nas entrelinhas percebe-se o que era o regime, se alguém quiser perceber e não aceitar as ideias feitas pelo revisionismo histórico destes últimos quarenta anos.









12 comentários:

José** disse...

Obrigado José.

josé disse...

Só tenho pena de não ter arranjado o artigo sobre o "Ultramar" publicado no Expresso de Agosto de 73.

Esse gostaria de o ler, mas acho que não o tenho.

João José Horta Nobre disse...

Interessantíssimo testemunho do Pedro Feytor Pinto.

Publiquei:

http://historiamaximus.blogspot.pt/2014/04/pedro-feytor-pinto-sobre-o-que-se.html

Qual é o artigo sobre o Ultramar a que o José se refere?

Se me indicar a data em que foi publicado, eu poderei tentar uma transcrição do mesmo.

Cumpts,
João José Horta Nobre

josé disse...

Vem referido na entrevista e terá sido publicado no Expresso no mês de Agosto de 73. Andei a ver se tinha o jornal mas não tenho desse mês.

josé disse...

Vinha na primeira página com a "bola preta" e o título "um problema chamado Ultramar". Artigo pequeno certamente.

João José Horta Nobre disse...

Vou tentar arranjar esse artigo e faço uma transcrição se o encontrar, depois meto no meu blog e envio para o josé.

josé disse...

Obrigado.

Floribundus disse...

finalmente entrevistam alguém que viveu os acontecimentos
e não os inventou

sempre fui a favor do federalismo ibérico:
periféricos vs Castela

qualquer será melhor que esta ..... Scheisse

Tchüss

terminar assim é mais fino

zazie disse...

Que observador incrível que ele era e é.

muja disse...

O livro dele foi o primeiro livro a sério que li a sério sobre o regime anterior, etc.

Tenho de o ler outra vez.

Obrigado José.

JC disse...

Também tenho o livro do Feytor Pinto, que já li duas vezes.

josé disse...

O problema é que só lê esse livro quem sabe o que vai encontrar.

E os que sabem bem o que não querem encontrar.

A escrita polémica de VPV