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Mensagens

A mostrar mensagens de Setembro, 2015

Olhó coelho, bravo! Tem a memória curta...

Expresso no Sapo:

Jorge Coelho ataca a coligação: depois de tudo o que fizeram, “agora querem que as pessoas sejam PàF?” 

Realmente não se compreende. Mas o que o Coelho fez toda a gente deve saber.

Em 9 de Março de 2012, menos de um ano depois da bancarrota em que o PS deixou o país, escrevi isto:

"Para quem já esqueceu, a Lusoponte é da Mota-Engil. Entendido? Em Março de 2011 o assunto era assim tratado:
As PPP no sector dos transportes têm sido pautadas por sucessivas derrapagens com consequências dramáticas para o erário público. As renegociações do contrato com Lusoponte representam um custo acrescido de 410 milhões e erros de previsões no Metro Sul do Tejo custam cerca de 8 milhões anuais. O Estado firmou com a Lusoponte, que tem hoje na Mota Engil o seu principal accionista, um contrato que contemplava a construção da ponte Vasco da Gama e a exploração de portagens nesta ponte e na ponte 25 de Abril. Este contrato já sofreu, até à data, sete alterações, …

Os media em campanha eleitoral

A escassos dias da escolha eleitoral voltam os "casos" alimentados nos media afectos a uma orientação socialista. Hoje é a "ocultação de contas" imputada à ministra das Finanças do actual governo a propósito da Parvalorem. Os media afectos aos "casos" já abocanharam o verbo "ocultar"...e para desfazer a ocultação vai ser difícil porque a mensagem já passou. É assim que se faz política em Portugal e os media referidos fazem naturalmente política. Por isso vendem o que vendem...

Mas...querem casos?  Aqui têm um e bem interessante: António Costa pode ter andado a fugir aos impostos durante anos, ao acumular por inteiro o vencimento na Câmara e como comentador residente na SIC-N ( Quadratura do Círculo).

Aposto que deste caso ninguém vai fazer caso. Como não fizeram inicialmente e durante dois anos, do caso da licenciatura marada do actual detido no 33...e o protagonista é o mesmo: António Caldeira, do Portugal Profundo.

O regime não mudou...apenas sairam algumas moscas.

Sapo/RR:

“Portugal mudou nesse dia. O regime económico caiu aí”, afirma Daniel Bessa referindo-se à “nega redonda” do governo a Ricardo Salgado para a Caixa Geral de Depósitos salvar o Grupo Espírito Santo.

O futuro do Novo Banco projecta mais dúvidas que certezas para o sistema financeiro português, mas o antigo ministro da economia de um executivo PS – como independente integrou um governo Guterres - sinaliza o episódio como o “momento zero” da nova ordem económica.

“Não tenho nenhuma dúvida de que o acto fundador – para o melhor e para o pior com todas as consequências que aí estão – partiu de Passos Coelho e Maria Luís que disseram ‘não’ ao Dr. Ricardo Salgado”, afirma Daniel Bessa no Conversas Cruzadas.

“Um ‘não” proferido quando o Dr. Ricardo Salgado lá foi e não foi sozinho. Até conheço quem o acompanhou nessa diligência, mas não vou dizer. Até não foram só dois, mas saíram de lá com uma ‘nega’ redonda. O regime caiu aí”, sustenta o economist
a.

Ao contrário do que diz Bessa não …

Isabel do Carmo, a obscenidade é Livre

Este pequeno apontamento de reportagem da SIC-N mostra bem como é o jornalismo actual das tv´s. O movimento/partido Livre comiciou perante uma centena e meia de pessoas em Almada e a oradora de relevo foi Isabel do Carmo, a revolucionária nem por isso arrependida e que aparentemente tinha mais medo de gatos do que das bombas que ajudou a colocar, para destruir o "fassismo" , já depois do 25 de Abril de 1974.
Na reportagem dá-se conta de que aquela revolucionária que se assume de pacotilha afinal andou a brincar às bombinhas sem ser no carnaval, aos assaltos a bancos sem ser em filmes de Hollywood e à execução sumária de camaradas sem ser nos idos dos anos 30 em Moscovo.

 Como a memória das pessoas é muito curta e a dos jornalistas de tv inexistente , convém  lembrar que foi precisamente esta gente que justificou a existência da PIDE/DGS:

Os revolucionários do PRP/BR e mais tarde as suas excrescências nas FP25 justificaram a seu tempo ( aqueles do PRP/BR) a existência de uma …

Manuela Moura Guedes, a jornalista que o PS censurou

Entrevista de Manuela Moura Guedes ao i de hoje:


Os juízes e o sal da terra

Nota prévia: não conheço o teor do acórdão relatado pelo desembargado Rui Rangel, o mediático ex-candidato à presidência do Benfica uma vez que tal não é facilmente obtido por quem quer que seja, estando ainda no âmbito do segredo de justiça que ainda vigora nos autos do processo do Marquês.
Evidentemente que os media já tiveram acesso ao mesmo e só pode concluir-se que essa violação de segredo se deve a quem interessa, ou seja à defesa do detido no 33.  Adiante que passo a apostilar o dito sobre o Pe António Vieira -"quem levanta muita caça e não consegue nenhuma não é muito que recolha com as mãos vazias", dito que se lhes aplica também, a esses mediáticos conferencistas-advogados que apostaram em ganhar uma causa perdida fora do processo devido e com desigualdade de armas manifesta e perigosa que deveria ser denunciada pela Ordem dos ditos. Afinal , o Estado de Direito também contende com tal assunto, mas a referida Ordem, neste caso,  parece unida no propósito daqueles e…

Tem a palavra a ilustre casa de Pessoa...

Observador:

O escritor português António Lobo Antunes, que acaba de ver publicado no Brasil o livro “Não É Meia-Noite Quem Quer”, deu esta quinta-feira uma entrevista à versão brasileira do El País, onde fala de vários temas, entre os quais a sua visão crítica de Fernando Pessoa, a sua carreira, as marcas que a guerra lhe deixou.
Sobre Pessoa, o “eterno candidato” ao Prémio Nobel afirma não ser fã do escritor, falando sobre ele da seguinte forma:
O livro do não sei o quê [Livro do Desassossego] aborrece-me até a morte. A poesia do heterónimo Álvaro de Campos é uma cópia de Walt Whitman; a de Ricardo Reis, de Virgilio. Pergunto-me se um homem que nunca fodeu pode ser um bom escritor“.  O Pe António Vieira que foi noviço jesuíta logo após a adolescência, também estará neste rol de malditos da virgindade?

A morte que saiu à rua

Um cartaz do PCTP/MRPP nesta campanha eleitoral suscitou uma certa indignação bem-pensante   e a CNE, chamada a pronunciar-se,  disse que a expressão era uma "metáfora",  que não havia crime e que além disso nenhum dos visados, putativos traidores, se tinha queixado...e por isso deixou passar.
Realmente não faria grande sentido proibir tal aleivosia , mas convém recordar de onde vem tal expressão e o contexto histórico da "metáfora".


Como se deu notícia,  o  antigo movimento reorganizativo do proletariado "suspendeu" a palavra de ordem "morte aos traidores" e diz que vai retirar  o tal cartaz do espaço público. O sítio do partido continua o mesmo de sempre, com a iconografia antiga e as velhas palavras de "morte" a isto e àquilo, sem significado maior que o que se pode ver em qualquer filme de Hollywood..

Esta excrescência radical na sociedade democrática aparentemente só tem actualmente um sentido: proporcionar visibilidade pública a…