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quinta-feira, 3 de março de 2016

Os interesses dos magistrados merecem registo

Sábado de hoje, artigo de Eduardo Dâmaso. Uma verdade simples e exposta de modo singular: "A ideia de que no mundo da justiça há um universo de pessoas "acessíveis", feito de relações construídas em viagens, festas, jantares, comissões de serviço de nomeação política, é insuportável à defesa da igualdade de todos perante a lei. Mais insuportável ainda é a passividade ou mesmo a cumplicidade hierárquica e intrapares perante ela."

Nesta análise há um mundo de referências. Nos últimos anos esta promiscuidade tornada vulgar pela ausência de quem sinta que assim não deve ser e principalmente pela ausência de quem assuma os bons princípios, redundou em casos que deveriam ser melhor escrutinados pela opinião pública.

Talvez valha a pena recordar caras, casos, nomes e cargos que foram escolhidos pelo poder político para ocupar lugares e verificar o que sucedeu com os mesmos.
Melhor ainda: deveria existir um registo de interesses pessoais, incluindo declarações obrigatório de teres e haveres dos magistrados dos tribunais superiores.
Cá por coisas...mas não creio que seja este Governo a fazê-lo, a mostrar qualquer preocupação com isso e muito menos a actual ministra da Justiça.


2 comentários:

Floribundus disse...

acesso à cartêra

'é tão lindo o maganão!'

'o fruto à mão
faz o frade ladrão'

Floribundus disse...

motor aeiou petição demissão de joão soares