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A mostrar mensagens de Setembro, 2016

Branquear a LUAR: foram meninos de coro...

Segundo se anuncia, há branqueamento em curso da antiga organização terrorista, perdão, revolucionária, LUAR, de que faziam parte Palma Inácio e Camilo Mortágua, entre muitos e muitos outros.
O dinheiro roubado ao banco de Portugal afinal foi apenas uma singela "recuperação de fundos" por alguém que nada tinha lá posto...mas enfim, é essa a historieta que esta esquerda pretende agora retomar e voltar a contar, usando outra expressão ainda mais interessante e moderna: "autofinanciamento". Tal e qual. 

A LUAR foi uma organização política de cariz revolucionário e de extrema-esquerda. O primeiro congresso ocorreu em Março de 1975 e foi assim relatado pela Flama, dessa época:




 Lá estavam Palma Inácio e Camilo Mortágua, os piratas revolucionários do combate ao fassismo.


Veja-se também quem lá estava...a nata dos cantores revolucionários da época.



Em 23.11.1974, Palma Inácio tinha explicado como ocorreu o assalto ao banco de Portugal na Figueira da Foz e como tinha sido…

Fontes do jornalismo: num mundo de segredos a verdade está sempre oculta...

Interessante artigo de José Vítor Malheiros ( o outro Jacques Julliard português, a par de Manuel Carvalho) sobre as fontes do jornalismo.
"Existem regras bem definidas para os casos em que um jornalista pode e não pode. deve e não deve publicar o que lhe contam."
 Há uma aparente contradição em escrever que o jornalista deve sempre ressalvar a hipótese de a fonte não autorizar tacitamente a publicação, com a circunstância de se ter como legítimo direito de publicação o que se ouviu de outrém que estava a dizer algo aos berros...mas enfim.
Não sei se o artigo tem a ver com o recente livro de J.A.S. mas se tem não me soa bem.
Aceitando-se plenamente o princípio de quem nem tudo é publicável, mesmo do ponto de vista subjectivo do interesse público ( o caso das escutas a José Sócrates, antes das eleições e durante o processo Face Oculta são um bom case study) resta saber como se pode confiar num jornalismo que frequentemente ultrapassa essa fronteira ténue da confiança nas fon…

Os inquéritos do sindicalista Ralha são à la carte...

O juiz Carlos Alexandre em dado momento da entrevista à SIC, referiu o seguinte:

"Um dia explicarei em público, no dia em que quem me quiser sujeitar ao processo criminal e disciplinar que daí advirá. Saber porque é que a Direcção-Geral da AT decidiu empreender uma fiscalização ao momento em que era liquidado por terceiro funcionários do lote de 60 existentes na repartição e de sete mil existentes na AT. Um dia explicarei o meu pensamento sobre o procedimento da AT"

O sindicalista Ralha, pressuroso, anunciou logo que tal merecia inquérito. E ele aí está:

A Direcção-Geral da Autoridade Tributária solicitou à Inspecção-Geral de Finanças a realização de um inquérito à actuação do Fisco na sequência das declarações públicas do juiz Carlos Alexandre.

Dias antes, também publicamente, a juíza conselheira do STA, Dulce Neto disse muito pior, acerca do funcionamento da corporação do sindicalista Ralha e muito, muito mais grave. O sindicalista  Ralha...moita carrasco. Não ouviu, não le…

O PCP e a ditadura do proletariado

VII Congresso (extraordinário) do PCP: 20 de Outubro de 1974. Suprime do seu programa político a Ditadura do Proletariado enquanto modelo de exercício do Poder na fase de transição para o Socialismo.
O PCPcomeçou o PREC, logo após o 25.4.74,ainda com a ideologia fóssil dos anos de clandestinidade e da "ditadura do proletariado". Na Europa ocidental de 1974, não havia nada parecido. Ninguém se incomodou com tal fenómeno, por cá.

A história edificante do pai que ensinou as filhas a odiar os ricos

O Diabo de hoje:


Calma! Isto é só fumaça...

Ainda não chegamos aqui, como em Setembro de 1974...


A farsa do novo prec: Marx acabou de sair do edifício...

Dois excelentes artigos no Observador sobre a vulgata marxista, agora enunciada em modo de farsa pelos geringonços que andam por aí.
Primeiro a filha do pirata e agora o primeiro-ministro himself, numa demonstração sólida da cultura de vão de escada rolante que pelos vistos alardeia sem grande cerimónia.

O primeiro artigo foi publicado há dias por Fátima Bonifácio e sendo extenso merece leitura porque é uma resposta erudita à vulgata daquela.
Este é de agora, e de um ex-marxista reconvertido ao liberalismo, João Carlos Espada.

"Na semana passada, Portugal experimentou um invulgar e muito saudável sobressalto contra as inacreditáveis declarações autoritárias de Mariana Mortágua contra a liberdade e a propriedade privada — declarações particularmente graves por terem sido proferidas numa iniciativa do Partido Socialista.

Entre os inúmeros excelentes artigos que alertaram para a gravidade dessas declarações, não posso deixar de destacar o da historiadora Fátima Bonifácio neste jornal…

O jornalismo de esgoto do DN

José António Saraiva defendeu-se no jornal Sol do fim de semana a propósito das ignomínias de que foi alvo, da banda de alguns colegas de jornal e outros que nem tanto.

A defesa passou por uma extensa entrevista ao jornal, mas essencialmente cabe tudo neste artigo num suplemento do mesmo.






JAS queixa-se de uma manchete do DN e da referência ao seu livro como se fosse repositório de mexericos de índole sexual e reservada. e ainda de se citarem a esmo pessoas mortas. Quanto a estas, entre as 42 pessoas referidas no livro apenas três já morreram...e quanto aos aludidos escândalos sexuais em tom de mexerico nem por sombras tal corresponde à verdade.

Mas afinal que manchete foi essa e quem foi o seu autor? O director do DN é Paulo Baldaia. O autor do artigo interior é João Pedro Henriques.

O jornalismo que fizeram foi este:


É caso para perguntar, como o faz José Manuel Fernandes no Observador, sobre o que move estes jornalistas para se comportarem assim, enganando os leitores e acicatando q…

Factos de ganga no planeta da fantasia

Cerca de 200 fiéis do presuntivo inocente reuniram-se em assembleia para continuarem a  assegurar -lhe o culto à personalidade carente.

Envergando fato de ganga já pouco lhe importam os demais factos, a não ser para continuar a mistificação através da efabulação que iluda os fiéis, crentes fervorosos das lendas e narrativas.

O jornal i de hoje coloca a pergunta a fazer, mesmo aos crentes:

O que esconde a Global Media do DN, JN e TSF?

José Manuel Fernandes, Observador,a propósito do livro de José António Saraiva, toca num assunto escandaloso: o Diário de Notícias, Jornal de Notícias e TSF estão ao serviço dos interesses de José Sócrates. Porquê tal fidelidade canina? Que tem a esconder quem manda nesses media e deles vive?

Mas adiante, que a onda de indignação suscitada pela obra tem uma vantagem: revela como a hipocrisia é moeda corrente entre nós. E como é fácil fazer tiro ao alvo contra alguém que já não tem poder e ficar calado quando as coisas são muito mais graves mas pode-se incomodar colegas e amigos.
Um bom exemplo daquilo a que me refiro é o que se passa no grupo Global Media, um dos maiores do país e proprietário do Diário de Notícias, Jornal de Notícias e TSF. A “indignação” de alguns dos jornalistas-colunistas desse grupo com o livro de Saraiva foi imensa. O que dá para ficar espantado, por causa dos telhados de vidros daquela casa. Por isso desculpem-se ser desmancha prazeres, mas num fim-de-s…

"Não deixem que a verdade estrague uma boa história"...

No livro de José António Saraiva Eu e os Políticos aparece esta revelação acerca dos antepassados de Marcelo Rebelo de Sousa: teria uma bisavó pretinha que viveu sempre na machamba de Moçambique...


A revista Flash investigou e concluiu...



Afinal...havia outra e chamava-se Deolinda. De Guimarães...ora bolas.

Se o ridículo matasse, este indivíduo já estava embalsamado

DD:

O ex-primeiro-ministro José Sócrates anunciou hoje que vai lançar em Outubro um livro de teoria política, que garante que não é «de mexericos», considerando que não o conseguiram afastar do coração dos militantes socialistas.

José Sócrates discursava durante um almoço de apoio que decorre hoje em Lisboa, no qual anunciou que no mês de Outubro vai publicar um livro que resulta das suas reflexões dos últimos meses.

"Queria sossegar-vos quanto a uma coisa: nem é um livro de mexericos nem é um livro de um paranoico. É um livro que pretende ser de teoria política. Pus de lado tudo o que escrevi sobre este processo. Não é o momento, mas lá chegará", disse, em declarações registadas pela SIC, numa crítica implícita do livro do ex-director do Expresso e do Sol, José António Saraiva
.

Duas observações:

A primeira sobre a autoria do livro. É legítimo suspeitar que seja outro a escrevê-lo, a  corrigi-lo, a aparar a apresentação. É ainda legítimo dizer que um inginheiro formado na Ind…

Os homosexuais fassistas não têm direito à privacidade do túmulo...

Sobre o livro dos mortos de José António Saraiva há ainda a dizer mais coisas. Algumas delas são ditas por Henrique Raposo no Expresso de hoje, assim:


Aqui se fala num livro relativamente recente ( 2011) da autoria de uma jornalista do Público, ( que deu destaque ao assunto, sem críticas negativas ou artigos a demolir a sujeita autora.) muito lá da esquerda e que assina crónicas- São José de Almeida. O livro é sobre os Homosexuais no Estado Novo e não me lembro dos ferreira fernandes rasgarem vestes na praça pública das croniquetas.

Porque seria? É fácil de entender: com pessoas de esquerda não há problema algum que falem de assuntos tabu que outras pessoas não podem falar. Se for de fassismo então é sopa no mel. É só isto.


Esta sacana, para não dizer pior, teve a lata de desenterrar histórias velhas sobre personagens do fassismo, particularmente os homosexuais que faziam parte do regime, como se tal fosse mais uma nódoa para conspurcar Salazar. Foi só por isso que o fez o que denota …

O livro dos mortos-vivos

Há dias li uma croniqueta que me impressionou pela virulência sarcástica algo estranha e pelo relativo despropósito de tamanha desmesura na ofensa pessoal.
Um jornalista que insulta outro jornalista deve ser escrutinado acerca dos motivos por que o faz. Desconfio que neste caso será assunto nebuloso.


A croniqueta, de Ferreira Fernandes, vinda de uma loca infecta:

O Eu e os Políticos, o novo livro de José António Saraiva (JAS), é um capítulo da obra mais vasta Eu e o Mundo que o homem anda a escrever há décadas. Por falar em políticos, Jérôme Cahuzac, ex-ministro francês, está a ser julgado por trapaças com o fisco. Há dias, no tribunal, pediram-lhe explicações por um depósito na Suíça, há 25 anos, e que ele ainda mantém. "Ah, era para apoiar o Michel Rocard", desculpou-se. Rocard é um político francês que morreu há dois meses... Nada como os mortos para depositarmos culpas. Canalhices de políticos lembradas, passemos então, sem sair do género, ao magnífico "Eu...",…