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domingo, 18 de setembro de 2016

Infelizmente há por aí umas aluadas...

Esta história apareceu no Século Ilustrado de 23 de Novembro de 1974, em pleno PREC.
É a história do assalto ao Banco de Portugal na Figueira da Foz e do modo como os autores, entre os quais Camilo Mortágua, progenitor ( é a linguagem delas) das gémeas Mortágua, "recuperavam fundos" que lhes faziam falta para a Revolução.



Hoje em dia, nesta democracia já não é preciso recuperar fundos dessa maneira aos "porcos capitalistas". Vão ao bolso a toda a gente, começando pela classe média e apelando a  uma acção concreta: "temos de perder a vergonha e ir buscar a quem está a acumular dinheiro".

E que tal começar pelo Mortágua velho, revolucionário da Revolução Permanente, bem capaz de ter acumulado uns cobres com a actividade de agrário democrático?

Por outro lado a propaganda descarada e clara da revista à extrema-esquerda branqueava-se com a propaganda a detergentes de multinacionais...

Chefe de reportagem da revista nessa altura? Maria Antónia Palla, mãe do actual primeiro-ministro.

Isto anda tudo ligado.

4 comentários:

zazie disse...

Esta psicopata está em neo-prec

Floribundus disse...

« infelizmente há luar »

ainda em quarto crescnte

e palla no olho esquerdo.
cuidado não fiquem empalados

qualquer monhé serve para o efeito

Maria disse...

Eu se fosse filha do terrorista Mortágua metia-me num buraco ou desaparecia deste País para sempre. Mas elas, qual quê, nem saíram do País nem se remeteram ao silêncio nem ficaram longe dos holofotes mediáticos e, pior ainda, da vida política. Sendo filhas de um criminoso (assassinou um elemento do pessoal de serviço no Santa Maria e assaltou um avião da TAP, fora o resto que não sabemos) e de um traidor à Pátria era o que deviam ter feito para não lhes ser atirado à cara enquanto vivam o passado vergonhoso do seu pai. Pelo contrário elas, sem pruridos quanto ao percurso vergonhoso do pai, decidiram permanecer no País e virar-se para política. Durante todas as suas vidas o apelido maldito que carregam vai ser sinónimo de crime e traição à Pátria por serem filhas de um assaltante, de um criminoso e de um traidor.

Mas os portugueses vão ver que estas meninas, como muitas outras e outros filhos e demais familiares dos políticos traidores e criminosos, vão ter a vidinha assegurada e todos eles e elas vão ocupar cargos políticos mais ou menos importantes e também nas dministrações das grandes empresas. Esta será a paga digna da marajás, que aliás já se vem processando desde o 25 d'Abril, que uns milhares de pulhas da pior espécie e seus apaniguados continuarão a receber pelo tremendo mal que fizeram a Portugal e aos portugueses. Os favores, mesmo se traduzidos em crimes gravíssimos, pagam-se caro. É exactamente isso que temos vindo a observar ano após ano perante a perplexidade dos portugueses ou já nem isso. A habituação provoca a indiferença e é justamente este sentimento que a reles politicagem que nos desgoverna deseja com todas as forças do seu ser. E ou ela é corrida do País ou este País desaparece do mapa - que, vistas bem as coisas é o que os democratas-traidores perseguem desde o dia (e mesmo antes) em que pisaram solo português. Não há meio termo (aqui aproveitando com razão a citação fora do tempo do outro maluquinho). Mas eles não irão descansar até à vitória final. Isto, claro, se entretanto não forem travados a bem ou a mal.

mensagensnanett disse...

A CLASSE MÉDIA TEM DE SER REEDUCADA
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A Esquerda Bandalha/Marioneta:
i) diz que a salvação do problema do deficit demográfico da Europa... está... na naturalização da 'boa produção' demográfica daqueles que reprimem os Direitos das mulheres - ex: islâmicos;
ii) diz que a classe média que poupa/investe... tem de ser martelada/demolida com impostos!
[a classe média tem de aprender que investimentos/património são coisas da alta finança... leia-se: a classe média deve, de preferência, vender o seu património ao desbarato a grupos multinacionais com sede em paraísos fiscais]
Uma obs: a alta finança não paga impostos - até as suas casas de habitação estão em offshores.
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P.S.
A alta finança (capital global) está apostada em dividir/dissolver as Nações... terraplanar as Identidades... para assim melhor estabelecerem a Nova Ordem Mundial: uma nova ordem a seguir ao caos – uma ordem mercenária (um Neofeudalismo).
Andam por aí muitas marionetas... cujo trabalhinho é 'cozinhar' as condições que são do interesse da alta finança (capital global).