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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Lá, como cá, o truque é igual: retirar a legitimidade a quem investiga...

 Observador:


Os advogados do ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva apresentaram, na quinta-feira, um “pedido de providências” no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) contra três procuradores que o denunciaram por corrupção e lavagem de dinheiro.
O procurador Deltan Dallagnol, que coordena a ‘task-force’ da Operação Lava Jato em Curitiba, disse, na quarta-feira, que o ex-presidente brasileiro era o “grande general” do esquema de corrupção descoberto na Operação Lava Jato.
Em conferência de imprensa, o procurador declarou que as evidências apontam que o esquema de corrupção que atingiu a Petrobras era muito pior, devido à política de “propinocracia”, que seria um governo regido por subornos, e que “sem o poder de decisão de Lula, esse esquema seria impossível”.
Em comunicado, os advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira apelidaram a conferência de imprensa de “deplorável espectáculo”.
Para a defesa de Lula da Silva, os procuradores “violaram a regra de tratamento que decorre da garantia constitucional da presunção de inocência – ao tratar Lula como culpado, inclusive sobre um assunto que sequer está sob a competência funcional dessas autoridades”.

Para tal efeito vale tudo, como se tem visto por cá.

1 comentário:

A.Teixeira disse...

Para não recordar o tanto mal que se disse e escreveu a respeito do procurador independente Kenneth Starr quando este investigou Bill Clinton...

Ainda hoje não o largam, acusando-o de inconsistências e incoerências...