Páginas

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

O extremismo esquerdista é que nos vai salvar...




 Observador:

Catarina Martins: O país está “mutilado pelo extremismo europeu”.

Esta actriz de  meia tijelinha  ensaia agora na política a farsa em  dois actos,  "como repetir o PREC com ajuda do PS".

2 comentários:

Floribundus disse...

só num 'país-zinho di merda'
único palavrão que ouvi a um primo, hoje com 90 e 70 do Brasil
esta pulga saltitante seria tão importante

Estado Sentido
«Se a tesouraria do Banco Central Europeu, que depende da banca global que por sua vez é controlada por conglomerados americanos, for afectada, é muito provável que Portugal e o governo de ficção de António Costa não consiga salvar o país de um descalabro. Existe sim uma cadeia alimentar política-económica-financeira que determina o destino das nações. Centeno pode inventar as teses que quiser, mas de nada servirão numa visão que transcende as ideologias monetárias e fiscais clássicas. E nessa medida, ao escutar o debate do Orçamento de Estado na Assembleia de República Portuguesa, vejo sobretudo crianças, alguns políticos, mas nenhum estadista capaz

A. Manuel Mendes disse...

A evolução da democracia portuguesa após o 25 de Abril conduziu à promoção duma grande maioria de figuras medíocres da sociedade a políticos, aos quais nunca foi exigido qualquer currículo significativo ou habilitações académicas/profissionais relevantes. Basta saber mentir, não ter vergonha, ter tendência para vigarista e dizer-se democrata, já são requisitos suficiente para entrar nos partidos e chegar ao parlamento, ao governo e todos os órgãos do estado,e consequentemente, arranjar tachos e meter a mão no saco do orçamento. Veja-se a quantidade de merceeiros/contabilistas que têm aparecido a discutir e a defender o OE de 2017, que no seguimentos dos últimos 20/30 nos estão a levar aceleradamente o país para a falência. Esta é a triste realidade histórica dos últimos 40 anos, mas o que importa é o futuro. O futuro é sombrio para a Nação Portuguesa porque os portugueses competentes não se chegam à frente e o charco político está cheio de piranhas, em que bloquistas e pcs têm que comer os sapos que ainda restam para sobreviver. Como é possível fazer figuras tão tristes, basta comparar esses figurantes há 2/3 anos e hoje. Veja-se até os mais burros a fazerem-se de inteligentes. Não há crise, siga a música, porque enquanto o povão votante viver maioritariamente à custa do Estado e na esperança de promessas vãs, nada desta pantominice política mudará.