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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

"Ódio patológico"? "Pessoas descartáveis"?

Observador:

Esta sexta-feira conheceu-se mais um detalhe sobre a detenção. De acordo com o despacho do Ministério Público, citado pelo Expresso, a procuradora Cândida Vilar, que está a coordenar a investigação, considerou que os militares em causa moviam-se por “ódio patológico e irracional contra os instruendos” e consideravam-nos “pessoas descartáveis”.

Há aqui qualquer coisa que não bate certo com o senso comum. Veremos o que seja, não faltará muito.

17 comentários:

zazie disse...

Também achei uma anormalidade que cheira a chavão.

Independentemente da anormalidade que também tenha acontecido e que dou de barato que aconteceu.

zazie disse...

Que raio de treta é um "ódio patológico" e em que se traduz em termos factuais?

E que cena é essa de considerar "pessoas descartáveis". Iam encartar outras em troca dessas ou usavam para outro fim e descartavam no único a que se destinavam?

A tipa é de esquerda e está tudo dito. Esta mongalhada vive de chavões

zazie disse...

Ainda agora estive a mandar um email a responsáveis da Santa Casa precisamente pela mesma tara do politicamente correcto.

Andam a dar formação a uma deficiente mental e motora- com a síndrome do cromossoma 15 para cuidar de velhos acamados.

Isto é considerar os velhos menos que gado e apenas e exclusivamente pela tara do politicamente correcto que impede o reconhecimento de um atrasado mental, enquanto tal. Porque tem de ser tudo igual e é crime de ódio dizer-se que um deficiente é deficiente e não pode fazer o mesmo que quem o não é.

Atiram com esta merda para cima de quem sabem que não vota, não bufa e por isso não tem lobby para as defender.

zazie disse...

Esta porcaria dos chavões transformados em coisas reais e passíveis de enquadramento penal tem de ser travada.

mr.vertigo disse...

Desculpe mas não pude evitar uma gargalhada quando li senso comum escrito a propósito do MP. É o que mais falta por ali. Há excepções, obviamente, mas são tão poucas que rapidamente se conformam com o andar da carruagem.

Floribundus disse...

pensei que o 'ódio patológico' era conte os Comandos, por terem participado no 25.xi.75.
mas enganei-me

convém lembrar que são voluntários

parece a guerra do Solnado
parem porque está muito calor

PQP

josé disse...

"Desculpe mas não pude evitar uma gargalhada quando li senso comum escrito a propósito do MP. É o que mais falta por ali. Há excepções, obviamente, mas são tão poucas que rapidamente se conformam com o andar da carruagem."

Tendo a concordar se alargar as excepções mais um pouco.

Felizmente não serão assim tão poucas, acho.

No caso concreto fico à espera do inquérito da PJ Militar.
Estou para ver...

josé disse...

E já agora do resultado do habeas corpus no STJ.

Vitor disse...

“Suspeitos movidos por ódio patológico, irracional contra os instruendos, que consideram inferiores …”
Só o dizer isto descredibiliza o trabalho de muitos, a começar pelo de quem tal afirma.

Ricciardi disse...

Não sei se é ódio. Mas será algo assim do tipo irracional com laivos bem acentuados de maldade. É também esse comportamento malevolo que explica os abusos nas praxes académicas. Ha pessoas que, quando sentem que tem poder sobre outros - hierárquico - revelam as patologias que lhes vai nas entranhas. Na tropa, nas praxes, nas escolas (bullying) etc. Nas empresas. também, principalmente com mulheres.
.
Este pessoal que abusa do poder que têm ou lhes conferem, tem de ser metidos na ordem.
.
Rb

skeptikos disse...

Mas há outras que nunca serão descartáveis. Alterações à medida de Sócrates e demais pantomineiros, no CM de hoje e aqui:

https://eco.pt/opiniao/a-fraude-fiscal-e-o-orcamento/

foca disse...

Rb
Também se podem fazer pelotões de mariconcios, todos felizes e contentes.
Até pode acontecer que o inimigo morra de riso.
E no final vão todos para Formentera passar férias com os amigos.

Ou então alguém que coloque juízo nesta gente, que um destes dias pode ser preciso alguém com tomates e não vai ser o comandante supremo a criar espírito de corpo, que esse é mais beija mão de Rainhas

JC disse...

Se dúvidas houvesse, o aparecimento do defensor do regime, vulgo Ricciardi, a apoiar a posição assumida pela tal de Cândida Vilar nesta cena dos comandos tornou logo tudo clarinho como a água.
Eu logo vi que havia aqui cruzada das esquerdalhada.
Ou há-de ser contra a praxe, ou contra a tropa, ou contra quem entende que a mariconagem não bate bem da cabeçorra.
Pqp.

zazie disse...

Há cruzada escardalha para tudo quanto é polícia e tropa. Porque eles têm pavor à Ordem.

Mas, daí a traduzir-se a coisa numa mera banalidade de treino, também não compro.

JC disse...

Não é mera banalidade de treino.
O que sucedeu não pode de maneira nenhuma suceder, e já não foi a primeira vez.
Mas aproveitar este episódio para criar "clima" para atacar a instituição militar é que me parece nojento.

zazie disse...

Sim. É o que penso. Mas a novilíngua serve para encobrir esses intentos.

Floribundus disse...

disseram que p mistério púbico
não pediu prisão preventiva

deve ter sido por causa do mau tempo