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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

A canalha do politicamente correcto manda no país?

Artigo de Maria João Avillez no Observador, sobre a nova Censura:

Desde 1974 que a “media” ignora, despreza ou suporta mal a “ideia” de direita ou mesmo de centro-direita, troçando ou destruindo os seus líderes e ajudando a acabar com eles, mesmo que o voto os legitime. Ao contrário da Espanha, França, Bélgica, Alemanha, Holanda, e etc., em Portugal nunca se impôs, com substância e carácter definitivo, um jornal ou algo de parecido com um órgão de comunicação social de centro-direita, conservador ou menos conservador. O qual, como sucede nos países citados, funcionaria também como catalizador/produtor de opiniões, ideias, movimentos, debates ideológicos, pensamento político. Mas nem isso: o espaço continua semi-orfão, inorgânico, mal-amado. É um mistério.
A sociedade civil é tão débil quanto isso? As elites tão frágeis? A dependência do Estado tão avassaladora? Há metade do país sem voz nem vontade? O comprometimento deixou de ter significado e perdeu poder de convocatória? Não sei mas a fractura é grande. Do outro lado da guerra cultural em curso há quase só anestesia, mutismo, distracção, indiferença. E simpatia até, quem sabe?

Comentário:

Torna-se algo notável que alguém como a articulista, representante de topo da intelligentsia que deixou chegar isto onde chegou, venha agora com estas lágrimas que nem são de crocodilo mas de alguém que se distraiu muito no tempo do Semanário e do Expresso daqueles que agora estão falidos, precisamente por causa de terem dado voz a esta canhalha.

Um dos primeiros sintomas dessa distracção é a escrita segundo as regras do execrável Acordo Ortográfico. Ninguém obriga ninguém a escrever assim, mas ela escreve...para se lamentar acerca da inexistência de uma "direita" em Portugal.

A direita em Portugal, Maria João Avillez, não pode passar sem o regresso ao passado nem sequer muito distante. Carece de retomar o fio do tempo e mostrar a esta canalha que os valores que então eram os correntes ainda são aproveitáveis. Os do tempo de Salazar e Caetano.

A democracia não trouxe valores melhores, antes pelo contrário. O que trouxe, isso sim, foi a liberdade para  os mesmos serem destruídos paulatinanamente, como foram.  Com a alegre colaboração dos compagnons de route de que  aquela faz parte, os quais poderiam ter lutado pelos mesmos quando era preciso. Agora, se calhar será um pouco tarde.
Porém, se tem consciência disso é bom sinal. Ainda não estará tudo perdido.

Canalha é a melhor expressão para designar esta gente que quer impor um modo de pensar que substitui a Realidade. Canalha, no sentido de pequenos, de putos. 

15 comentários:

José Luís disse...

Há a esquerda caviar e a direita queque da qual M.J. Avillez é uma das suas mais ilustres representantes.
Ao fim de tantos anos podia ter aprendido alguma coisa com o cunhado Jaime Nogueira Pinto.

João disse...

Em futebolês costuma-se dizer que "uma equipa só joga o que a outra deixa jogar". O esquerdalho nunca teria chegado tão longe sem a cumplicidade da direitinha, que em questões culturais e morais pouco ou nada se diferencia daquela e anda sempre à procura que lhe seja concedido o certificado de antifascista.
Olhe-se para a dra. Cristas, a tal que gosta muito do cinema de Almodóvar, não se opõe ao "casamento" gay, é favorável às quotas, etc. Olhe-se para a dra. Maria Luís Albuquerque, que no ano passado teve de dizer que dispensava citações de Salazar, ai Jesus, não fosse o currículo ficar prejudicado com tal nódoa. Ou o caso com André Ventura.
Esta direitinha é capaz de dizer que a terra é plana se souber que Salazar afirmou que é redonda. Não têm vergonha nenhuma e não passam do irmão capitalista do marxismo, ambos materialistas. Sâo as duas faces da moeda Foge da "extrema-direita" como o diabo da cruz.
É a direitinha que tem "muitos amigos muçulmanos" e "muitos amigos homossexuais", etc. O maior medo é cair na lista do Índex e ser acusada de retrógrada. É a direitinha do "já estamos no século XXI".
A Nova Direita francesa mostrou a importância da metapolítica, do combate cultural, etc. A direitinha nacional não aprendeu nem quis aprender.
Outro exemplo claro é o blogue Insurgente ou o jornal Observador. Culturalmente não se distinguem do esquerdalho. Ainda há dias um fulano escrevia no primeiro que o movimento LGBT já ganhou. Uma afirmação destas e o texto que se lhe seguia mostram que o fulano (e seus comparsas) não perceberam nada de nada. Não perceberam que o movimento LGBT é marxismo cultural, e sendo marxismo nunca vence porque necessita sempre de novas causas e novas categorias de inimigos. A revolução nunca está terminada. Mas depois aparecem estes gajos, com licenciaturas e doutoramentos e não sei quê em Londres, em Oxford, em Harvard e são uns tristes que não vêem além da economia.
Esta direitinha muito cosmopolita revê-se na Theresa May, que dizia há dias não existir equivalência moral entre fascistas e aqueles que os combatem. Pelo que podemos deduzir, das palavras da dita, que os gajos que nos anos trinta andaram a assassinar padres, violar freiras, lançar fogo a igrejas, desenterrar restos mortais de religiosos, etc, em Espanha eram moralmente superiores aos franquistas. Chegados aqui não é de espantar que a Europa Ocidental esteja como está.

zazie disse...

Ela não escreve segundo o acordo. Escreve segundo semi-acordo. Umas palavras sim; outras não.
Condiz.

José Domingos disse...

Esta malta não aprende nada, limitam-se a andar na crista da onda, coram de vergonha se, eventualmente se dizem de direita, mas pouco, mais do centro, tipo cds que anda em bicos de pés, sem qualquer definição ou rumo.
Jaime Nogueira Pinto, deveria ter mais protagonismo, se os comissários políticos deixassem.
Obrigado José pelo escrito

Por Agora disse...

Maria José Pinto da Cunha de Avilez Nogueira Pinto, foi irmã de MJ Avilez. Com o seu marido, Jaime Nogueira Pinto (e com os filhos) fizeram o que, para nós é impensável. Lutaram contra as esquerdas criminosas (são todas). Foram viver para África em condições desesperantes, moral e economicamente falando. Ela sofreu com dois tumores em locais diferentes. Não se deixou abater.
Vale a pena ler o texto que o marido escreveu após a sua morte — O Jogo da Glória.
Tomara a mana ter o valor da Maria José. Não passa de uma 'tia'.

Floribundus disse...

ao contrário do 'merdas', a mulher tem uns tomates tão grandes que se arrisca a pisa-los

a republiqueta vai até ao fim da linha

ninguém enfrenta o lixo humano
parece que foram todos capados

Ricciardi disse...

O tempo não volta para trás. Haja Deus.
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Nunca os ideários salazaristas podem regressar. Pela simples razão de que a memória colectiva ainda não esqueceu esses tempos escabrosos da história que fez dum grande povo uma nação menor.
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A imitar tempos gloriosos do passado temos épocas muitíssimo mais apetecíveis. Escolher uma das piores não lembra ao diabo. Boa parte da monarquia não constitucional é disso um bom exemplo.
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Contudo, tambem aqui o tempo não volta para trás. A monarquia também não tem condições para ressurgir. Tempo houve durante a ditadura em que o ditador podia ter tido um laivozinho de inteligência e proporcionasse o regresso da monarquia. Franco teve inteligência. Salazar era apegado demasiado só poder para abdicar.
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Nem tudo foi mau na ditadura. O ditador ditou bem nos primeiros 15 anos e esbardalhou-nos nos restantes.
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Marcelo até podia ser a voz da consciência de Salazar que teria a intenção de colocar a nação na rota do desenvolvimento social mas, como diria o ex primeiro ministro José Sócrates, Marcelo não teve tomates para isso.
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Quanto a jornais de esquerda e de direita é uma conversa fora deste tempo. Os jornais mais clicados são todos de direita. Os folheados são quase todos anti-esquerda. Mas há um oásis jornalístico. São os jornais pertencentes à máfia da qual Álvaro Sobrinho é porta voz.
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Rb

Floribundus disse...


Possunt, nec posse videntur.
podem, mas não acho que consigam
[Virgílio, Eneida, liv.5, v.231]

Adelino Ferreira disse...

A bimba tem um currículo académico de se lhe tirar o chapéu.
No jornalixo após a celebêrrima entrevista a Frank Sinatra o "fadista" cantou-lhe ao ouvido, "my way"


zazie, o funileiro depois de tirar as medidas pode ser considerado um bom profissional, ou não?
Se é para me insultares agradeço que não respondas

mensagensnanett disse...

DITADURA DO POLITICAMENTE CORRECTO


-» Existem os Racistas: não gostam de outras raças.
-» Existem os Racialistas: não têm nada contra as outras raças, todavia, não abdicam de reivindicar o legítimo Direito à Sobrevivência da sua Identidade.
-» Existem os Hipócritas Hitlerianos anti-racistas: não suportam a existência de outros.
[nota: nazi não é ser alto e louro, blá, blá... mas sim, a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros]
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A DITADURA DO POLITICAMENTE CORRECTO (hipócritas hitlerianos):
- não suportam a existência de outras Identidades Sexuais;
- não suportam a existência de outras raças;
- não suportam a existência de outras nacionalidades.
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OBRIGADO DONALD TRUMP: ele enfrentou o jornalismo cão-de-fila da alta finança (capital global).
[nota: a alta finança, capital global, ambiciona terraplanar as Identidades, dividir/dissolver as Nações para reinar...]
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Na sua cegueira anti-Trump (ele tocou no tema-tabu -» fronteiras), o jornalismo cão-de-fila da alta finança (capital global) chegou ao ponto de andar a evocar a imigração para a América... quer dizer, ao mesmo tempo que o jornalismo cão-de-fila anda por aí a acusar povos de deixarem 'pegada ecológica' no planeta, em simultâneo, eles revelam um COMPLETO DESPREZO pelo holocausto massivo cometido sobre povos nativos na América do Norte, na América do Sul, na Austrália, que (apesar de serem economicamente pouco rentáveis) tiveram o «desplante»... de quererem ter o SEU espaço no planeta, de querem sobreviver pacatamente no planeta, de quererem prosperar ao seu ritmo.
-» Tal como a alta finança (capital global), o jornalismo cão-de-fila é NAZI: eles são intolerantes para com os povos autóctones - economicamente pouco rentáveis - que procuram sobreviver pacatamente no planeta.
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Anexo:
O problema dos contramanifestantes do tipo Charlottesville não são os «supremacistas brancos»... mas sim... a existência de fronteiras!...
Explicando melhor, os contramanifestantes do tipo Charlottesville estão conta o separatismo porque:
- o separatismo vai contra a ambição daqueles que querem ser «donos disto tudo» (eles possuem uma elevada taxa demográfica);
- o separatismo vai contra a ambição da alta finança -» donos de muitos mercenários que pululam por aí.
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P.S.
DEMOGRAFIA E SEPARATISMO-50-50: Todos Diferentes, Todos Iguais... ou seja, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» inclusive as de rendimento demográfico mais baixo, inclusive as economicamente menos rentáveis.
-» Os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
---» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.

Maria disse...

Parabéns José pelo excelente testemunho.

Estou completamente d'acordo com o que o comentador "Por Agora" escreveu.

Esta João Avilez é duma snobeira que mete nojo. É e sempre foi uma oportunista, uma fingida, uma falsa. Fingiu-se amiga íntima de Sá Carneiro para usufruir na sua vida pessoal e profissional com esse facto. Andou a bajulá-lo em vida (para obter os tachos que ele lhe facilitaria e facilitou) para depois do seu assassinato (de que ela terá tido conhecimento por ser unha com carne com Balsemão e este sabia o que lhe íam fazer) começar a escrever livros e artigos de jornal a considerá-lo um derrotado na visão dos seus pares e na linha programática do partido e que ele seria um perdedor a breve prazo nas suas pretensões de vir a governar Portugal como primeiro ministro. Cínica e traidora, esta mulher.

Depois disto ela ainda teve a sorte (a maçonaria a funcionar) de ganhar um prémio qualquer que lhe foi atribuído em Espanha pela traição feita a Sá Carneiro, mais uma, através do livro que escreveu! Foi preciso muita lata e nenhuma vergonha na cara.

Contràriamente a sua irmã, Mª. José, que foi uma Senhora com "S" maiúsculo em todos os aspectos, tanto políticos como pessoais, tendo sido sempre coerente com os seus princípios ideológicos e uma infatigável defensora dos mesmos, além de ter sido humilde no trato e nada sobranceira em relação ao próximo, esta criatura, como pretensa militante do PSD devia coibir-se de intitular-se como tal porque desonra o partido a que ùnicamente por puro interesse e oportunismo aderiu. Ela escreve no Expresso? Claro, nem podia ser doutro modo. Ela, tal como Balsemão (outro diabo, falso como judas e um traidor ao partido de que se diz fundador e foi-o principalmente a Sá Carneiro, supostamente seu amigo do peito e que nele confiava de modo absoluto e no entanto, com o seu prévio conhecimento permitiu que aquele fosse diabólica e cobardemente conduzido para uma morte horrível pelo fogo - que Deus me perdoe, mas gente tão má devia ter tido o mesmo fim e com toda a justiça) é uma cobra venenosa que entregou há muito a sua alma a Satanás.

Também não admira, mesmo que o não queira basta olhar para a sua fisionomia (mas também para o apelido que não deixa mentir) para ver nela escarrapachada a sua genética herdada dos seus antepassados, capaz de fazer tudo mesmo socorrendo-se da maldade para levar por diante os seus projectos profissionais fruto da inveja exacerbada que a consome.
(cont.)

Maria disse...

Eu escrevi há bastantes anos uns poemas num dos quais traço o perfil execrável desta oportunista, elogiando nele e em contraposição o carácter e a categoria pessoal e política de sua irmã Maria José.
Já abordei este assunto e volto a fazê-lo. Não tendo nada contra as opções de outrem que conservam apelidos não aportuguesados, volto ao caso desta criatura irritante e ultra vaidosa, que ùnicamente por pedantismo mantém o apelido dela - e aqui nem se trata de não o aportuguesar - mal grafado por snobeira excessiva, já que o mesmo provém de uma vilória em Espanha perto da raia, sendo o próprio de origem humilde. Vilória que se chama AVILEZ (com um só L) porém ela (ou alguém antes dela) por um pedantismo exacerbado acrescentou-lhe um duplo L.

Se assim é e se quer conservar a mesma grafia, a adoptada e não a original, então a fonética deverá ser AVILHÊS, pronúncia que se aplica ao duplo L no léxico espanhol. Mas se existir uma adaptação ortográfica ao português a grafia sofrerá a alteração que lhe é exigida. Acontece o mesmo dentre outros, com o apelido PALLA (de várias famílias alentejanas) também d'origem espanhola, que foi aportuguesado pelos seus titulares (e bem) grafando-o e pronunciando-o PALHA e é assim que deve ser - como aliás as ditas famílias sempre correctamente o fizeram. E se um ou outro membro destas famílias ainda conserva a grafia original no seu apelido, tem a nobreza de em português pronunciá-lo segundo o nosso léxico.

Há a excepção da mãe do Costa que tem a mania que é fina e escreve e deixa que se escreva "Palla", o que leva a que as pessoas que se lhe dirigem nunca saberem exactamente como pronunciar o seu apelido, chamando-lhe umas vezes Pála, outras Palha. Porém, segundo a grafia que ela utiliza uma das pronúncias está incorrecta e a outra, estando fonèticamente correcta, contradiz a grafia original, já que em português para se pronunciar PALHA tem obrigatòriamente de grafar-se PALHA e não PALLA, como é fàcilmente dedutível.

Mais um caso de pretensiosismo e piroseira em simultâneo, porventura tentando imitar o esquema da outra lá de cima, o que a faz sentir-se mais importante. É que possuir-se um apelido com dois L's não é para qualquer um... Isto pensa ela, claro. E já agora também a outra. Pobres coitadas.

lusitânea disse...

Sem o ajoelhar da alegada direita esta coisa do PC já era.Assim como a tal direita perder eleições fazendo-se de esquerda...e internacionalista!
O pavor que se instala quando alguém com um mínimo de peso tem a "liberdade" de "comunicar" de acordo com o interesse nacional dos brancos...indígenas!

Floribundus disse...

ler no JE
'o estado iluminado'

a montagem do gulag continua

não acaba à porrada

como o 'eixo do mal'

Floribundus disse...

Maria
também conheço as história dos avilez e dos palhas
uma tristeza de montes de merda

frequentava a minha alentejana aldeia um cigano chamado Palla, mais conhecido por palhinhas por dormir na palha

Alorna é uma aldeia de monhés

'gente fina ...'