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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

O elogio do comunismo, do estalinismo e do totalirarismo, sem qualquer pudor

Público de hoje, artigo da filha do pirata a defender o totalitarismo comunista. Se fosse o fascismo, o verdadeiro ou mesmo o fassismo,  teríamos o carmo, a trindade e ainda o panteão a cairem de indignação. A PGR instauraria  um inquérito e durante a semana não se falaria noutra coisa...


27 comentários:

Afonso de Portugal disse...

É bem filha de quem é, uma autêntica terrorista!

muja disse...

Desistir do assalto aos céus...

Devem ter umas escadas muito compridas lá no sítio do berloque... Ahahahah!

Devia ter cuidado com o que deseja, esta cachopa. Talvez ainda não tenha percebido que a classe dominante, agora, é ela...

Parece que até o papá se tornou latifundiário.

Deve ser isso que ela quer dizer com redistribuição da propriedade fundiária...

muja disse...

De qualquer forma, cheguei à conclusão que a forma mais eficaz de criar uma mulher independente, "capaze" e, sobretudo, feminista, é ser um papá com muito poder, muitas ligações, muita influência e, claro, dinheiro que chegue para isso tudo...

Por detrás de um grande homem está sempre uma grande mulher, diz-se.

Por detrás de uma feminista etc e tal, está sempre um grande (salvo seja) papá, digo eu.

Unknown disse...

"Por detrás de uma feminista etc e tal, está sempre um grande (salvo seja) papá, digo eu."

Diria que por detrás de um grande revolucionário (Cunhal, Soares, Manuel Alegre, etc) há sempre um papá a bancar as fantasias utopistas.
Veja-se o contraste com um Salazar ou mesmo um Marcello Caetano e está tudo dito.

Miguel D

muja disse...

Sim, mas aí já é uma coisa mais vaga - o papá pode ser um partido ou um estado.

No caso das mulheres é mesmo um papá: um homem concreto.

Até por detrás desse farol do feminismo que era a Bouvoir estava o "papá" Sartre.

Atrás da Badinter estava o papá Blanchet (Bleustein-Blanchet), fundador do grupo Publicis, que factura 9 mil milhões por ano...

Haverá excepções, et pour cause. Uma Rosa Luxemburgo, por exemplo...

Floribundus disse...

revolucionárias não dispensam acasalamento

Interessada em literatura, Louise Michel publica nesta mesma época diversos textos, incluindo os poemas que escreveu sob o pseudônimo de Enjolras.[5] Pelo seu envolvimento com a literatura, não demora muito até que conheça Victor Hugo, um dos mais famosos e respeitados escritores da época. Louise passa a se corresponder com Victor Hugo até 1879, enviando-lhe alguns de seus poemas.[2] Enfeitiçada pelo charme de Victor Hugo,[6] alguns historiadores afirmam que eles teriam tido uma filha juntos, Victorine, criada por uma babá desde o seu nascimento.[7] Tal hipótese no entanto continua a ser questionada. Victor Hugo retrata Michel como sua personagem "Judith, la sombre Juive" e "Ária, la romaine", mulheres excepcionais com destinos trágicos.

Michel acaba por participar de um ambiente revolucionário que à época se dava nos meios intelectuais de Paris. Conhece Jules Vallès, Eugène Varlin, Raoul Rigault e Émile Eudes, entre outros, jornalistas e militantes organizados em torno do periódico de oposição ao governo chamado Le cri du peuple (O Grito do Povo).[4] Em 1862, torna-se membro da "União dos poetas",[3] em 1869, é escolhida secretária da Liga Democrática de moralização, cuja meta era auxiliar os trabalhadores desempregados a uma vida digna.[2] À época, Louise se reconhece como blanquista, ou seja, uma adepta do movimento revolucionário republicano e socialista, fundado por Auguste Blanqui.[1]

Em agosto de 1870], durante a Guerra franco-prussiana aos 40 anos de idade Louise Michel milita contra o encarceramento de blanquistas entre estes Émile Eudes e Brideau.[3] Em setembro, após a queda do Império, ela participa do Comitê de vigilância dos cidadãos do XVIII arrondissement, do qual será eleita presidente; a época conhece Théophile Ferré[3] por quem se apaixona.

Floribundus disse...

Insurgente

A ministra da Justiça abriu hoje a porta de saída à Procuradora Geral da República, Joana Marques Vidal, que termina o seu mandato no próximo mês de outubro. Em entrevista à TSF, Francisca Van Dunem defendeu, na sua “perspetiva de análise jurídica”, que “há um mandato longo e um mandato único. Historicamente, é a ideia subjacente ao mandato”.

Kaiser Soze disse...

A tese de "aquilo só era comunismo nos primeiros 5 minutos" é a puta da loucura.
Pá, eu evito ler estas merdas porque penso: se um mentecapto vem dizer que o holocausto não foi assim tão grave quanto isso e deve ser comemorado seria apedrejado.

E bem!
Seria de apedrejar os dois.

Pedro disse...

A direita toda lixada por o bloco condenar os crimes do socialismo.

Esta menina está a dar uma bofetada moral a todos os presentes, que são uns tretas com as suas negações dos crimes do fascismo e as suas petas fantásticas de o actual regime proibir os seus livros etc.

Ainda por cima a gaja é muito mais gira do que o Salazar.

Ora toma.

joserui disse...

Man, vou-te desostracizar por uns segundos só para aventar a hipótese, talvez a teoria, quiça a tese de seres um grande gayzorro.

Pedro disse...

Assim como grande parte dos líderes nazis ?

Aquilo é que eram umas festas de arromba no estado maior das SA hein ? Os generais nazis saiam de lá com um andad novo.

De facto, agora que falas nisso é esquizito.

A extrema direita é o movimento político com maior concentração de gays por metro quadrado.

Aquilo era o Rohm a brincar aos comboios com os outros líderes da SA. E o Goering também era esquizito.

E depois da guerra a relação dos nomes dos líderes da extrema direita europeia é uma verdadeira vaga cor de rosa.

Ele é o Michael Kuhnen, ele é o Heider, ele é Pim Rompuy... Até por cá, em versão democrática temos o paulinho das feiras aka Catherine Deneuve..

Miguel Dias disse...

Um texto cheio de falsidades decorrentes da mente deturpada que os comunistas possuem da realidade, da sociedade, do Mundo e a Natureza Humana.

Seria preciso um texto demasiado extenso para este blog refutando todas as falsidades que esta "menina" expressa, vou tentar ser conciso:

- "Quis a teia da História, e não certamente a intenção dos seus protagonistas...." portanto a velha tese marxista, os Homens não possuem qualquer meio de intervir no desenrolar dos acontecimentos, são uns meros espectadores, e umas marionetas, de uma Entidade Superior - A História - que providencia pelo curso da sociedade, o fim último já está pré-definido, nós temos um âmbito de acção limitado.

- "A História não é neutra..." portanto a História é uma entidade - Divina? Humana? - tem uma Vontade própria que é independente da acção dos Homens. Mais outra falácia.

- "Os regimes não se dividem cientificamente entre felizes e trágicos..." Não é a Ciência que divide os regimes políticos, mas sim os Homens fruto da sua análise de qual o melhor regime para realizar o potencial humano e concretizar a felicidade.

Miguel Dias disse...

"(...) Poderia ter suscitado o nazismo e o fascismo como reacção das classes dominantes." Outra falsidade, o nacional-socialismo (nazismo) e o fascismo possuem as mesmas raízes ideológicas do comunismo. O nazismo não surgiu como oposição ao comunismo, as razões para o seu aparecimento foram outras, e só se confrontaram na II Guerra Mundial devido a questões de Poder ou domínio territorial, e não tanto devido a questões ideológicas, embora inquestionavelmente houvesse diferenças de ideias entre os dois movimentos. Os comunistas ainda continuam a negar o Acordo/Pacto Germano-Soviético de 1939????? E nem Hitler nem Mussolini, e correspondente séquito partidário, eram membros da classe dominante, provinham ambos dos estratos baixos da sociedade.

joserui disse...

Man ficaste todo contentinho e vou-te desostracizar outra vez para aventar a hipótese de por propriedade transitiva seres um grande nazizorro, gay ainda por cima (não que tenha algum mal!).

joserui disse...

E sobre o texto em questão, felizmente não leio disso. Mas gabo o gosto ao jornal que dá espaço a ideias tão avançadas e a tão encantadoras personalidades.

antonio afonso disse...

Quem sai ao seus não é de genebra. Filha de assassino sê-lo-á até ao fim

Miguel Dias disse...

"A revolução socialista também deu origem, no seu tempo e contexto, ao sistema político e económico que mais poder e liberdade concedeu ao seu povo." Outra falsidade, e esta dá para rir. Alguma vez no período bolchevique a população anónima e os cidadãos russos tiverem direito a intervir politicamente ou melhoraram as condições de vida? A não ser que Lenine e os membros fossem - eles só e mais ninguém - o "Povo".

"Em 1917, a revolução foi capaz de retirar a Rússia do feudalismo e de a lançar para a modernidade..." Outra falsidade, a Rússia já iniciara um processo de industrialização no século XIX, ainda no czarismo, embora lento e com insuficiências. E basta pensarmos um pouco e raciocinarmos - algo difícil para os comunistas -: então a tomada de Poder simbolizada no Couraçado Potemkim? Ora a existência deste não implica necessariamente uma forte indústria naval, de siderurgia - e outras actividades fabris auxiliares da mesma - para a sua construção? E a prolongada participação russa na II Guerra Mundial não implicou uma industria de armamento/maquinaria capaz de abastecer os exércitos?

Miguel Dias disse...

Mais falsidades no texto teriam de ser refutadas, mas para os comunistas ninguém os impedem de defender a sua "Verdade" e não existe inteligência ou génio intelectual que apareça nas suas mentes para perceberem os erros de análise que cometem, e a Utopia irrealizável do que sugerem para a Humanidade.

Uma das consequências trágicas do 25 de Abril foi a tomada da Educação pelos comunistas e pela Esquerda. Estreiteza de vistas, deficiências de Sabedoria, e fanatismo teórico, sobretudo nas Humanidades, resultaram numa visão deturpada e falseada da História, e do Mundo, veiculada pela Instituição escolar.

foca disse...

Pedro pá
A gaja é gira? Já a viste de perto?

Maria disse...

Miguel Dias, dois comentários cinco estrelas.

joserui, excelente ponto de vista. Corroboro o que escreveu. Mas não vou por aí. Não possuo o seu à-vontade para abordar este género de temas melindrosos. Embora eu tivesse algo deveras interessante a acrescentar nesse exacto particular.

Prefiro deixar o joserui brilhar com a sua verve por vezes controversa mas sempre inteligente. Isto, porque quando está para aí virado - e está pràticamente sempre - dá gosto ler a sua opinião desassombrada sobre os mais diversos assuntos. Este pelo visto é um deles.

joserui disse...

Hã? Mas eu não disse praticamente nada Maria…
Pode abordar todos os assuntos à vontade — e se é interessante melhor ainda. Não convém é desostracizar o comunista muitas vezes, senão daqui a pouco aparece em nossa casa pelo Natal a dizer que o bacalhau também é dele.

joserui disse...

E o nossa aqui é no sentido de cada um de nós… eu e a Maria ainda não vivemos juntos!

Pedro disse...

Se eu disser que sim tenho mais hipóteses de ser aceite no seio da extrema direita ?

Bem, com isto do seio era maneira de falar, não queria dizer grandes intimidades, não se entusiasmem.

Os sacrifícios que faço para ser aceite. . Sofro muito...

Pedro disse...

Não, mas é uma das minhas fantasias ser massajado pelas gémeas e pela coordenadora do bloco.

Pedro disse...

Caro Dias.

A razão da Rússia ter tido uma derrota estrondosa na primeira guerra mas ter esmagado a Alemanha na segunda guerra é, precisamente, por a maior parte dessa indústria ainda não existir no tempo do czar, por ter sido criada já no regime bolchevique que multiplicou a produção.

Quando se vê os números e a qualidade do material de guerra russo na segunda guerra constata-se que o Hitler não tinha hipótese a produção russa ultrapassou em muito a alemã.

Pedro disse...

Caro jose.

Então sou comunista ou sou nazi ?

Não tem só uma verdade alternativa, tem várias.

Isso não lhe faz confusão ?

Pedro disse...

E no entanto o principal do texto, ela reconhecer e condenar os crimes da esquerda, estão todos a fazer de conta que não viram.

E ainda levam a burla chega ao ponto do título do post afirmar que ela apoia o estalinismo quando ela o está a condenar.

Basta comparar esta diferença de atitudes para constatar que ela está num patamar ético muito superior a vocês todos juntos.