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Obras públicas no Estado Novo que envergonham a democracia

No livro de que tenho vindo a mostrar alguns recortes há uma secção dedicada a obras públicas nos primeiros trinta anos do Estado Novo.

Aí se escreve que "quando em 1932 foi criado o ministério da Obras Públicas e Comunicações nós partíamos, pode dizer-se, do zero total: não existiam serviços devidamente montados, nem técnicos competentes que fosse possível recrutar.
A arquitectura era profissão totalmente desconhecida que se debatia numa tremenda crise, pois raríssimo era o arquitecto que lograva pelo seu trabalho ganhar o bastante para viver: os projectos de edifícios particulares-de construções públicas nem se fala, pois era coisa já esquecida em Portugal- eram confiados aos mestres de obras e a simples operários..."

É certamente a este panorama social que se referem os sousas tavares quando falam da miséria salazarista. É uma miséria que os monárquicos como a família do dito e os republicanos como ainda mais família do dito acaparavam.
O Estado Novo em trinta anos e sem "ajudas externas" fez isto para acabar com tal estado de coisas:



Portanto, quando aparecer outro cretino a bolsar baboseiras do género das propaladas pelo Tavares rico, compadre do Salgado, que gostava muito do Algarve quando não havia lá ninguém e podia ter as praias só para ele, o melhor é mandá-los lamber sabão para limparem a boca.

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