sexta-feira, 5 de julho de 2019

Carlos Santos Ferreira e Vítor Constâncio

Quem ler este perfil de Carlos Santos Ferreira o ex-gestor da CGD,  na Wiki, do tempo em que a mesma abriu buraco atrás de buraco e que foi ao Parlamento passear a sua pesporrência estulta, fica ciente que é um gestor.
Depois dizem que é do PS mas é assim a modos de ser militante raso. Mas ida para Macau deveria ser suficiente para alertar espíritos curiosos...

Licenciou-se em Direito, pela Universidade de Lisboa, em 1971. Entre 1972 e 1974 foi jurista na Divisão de Contratação Colectiva do Fundo de Desenvolvimento e Mão-de-Obra e assistente do Centro de Estudos Sociais do Ministério das Corporações e Previdência Social. Entre 1977 e 1988 foi assistente das Faculdades de Direito da Universidade de Lisboa e da Universidade Católica Portuguesa e da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. Em simultâneo, foi membro do Conselho de Gerência da ANA, até 1987. Participou na Comissão da Reforma Fiscal, entre 1984 e 1988. Presidiu ao Conselho de Administração da Fundição de Oeiras, de 1987 a 1989. De 1989 a 1991 presidiu à Companhia do Aeroporto de Macau. Em 1992 torna-se administrador do Banco Pinto & Sotto Mayor, depois presidente do Conselho de Administração, até 1999. Nesse ano passa a administrador, depois presidente, da Império Bonança, até 2003. Seguidamente, vice-presidente da Estoril-Sol, até 2005. Até 2008preside ao Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos[1] e, desde então, ao Conselho de Administração do Millenium BCP.[2]


Quem ler este artigo do Semanário de 28 de Junho de 1986, depois da eleição presidencial de Mário Soares e numa altura em que o PS tentava arrumar cacos do tempo de Almeida Santos, dois anos antes, pode concluir que Carlos Santos Ferreira era um destacado militante e até dirigente do PS. Do tempo de Vítor Constâncio. É impossível que esse tempo não tenha deixado marcas...para o tempo da gestão da CGD e depois do BCP.  

Só não vê quem não quer, dizia Filipe Pinhal...


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