terça-feira, 16 de julho de 2019

Carlos Santos Ferreira, o ruinoso gestor do PS

Carlos Santos Ferreira, antigo gestor da CGD e depois do BCP em cissiparidade político-partidária  de conveniência, foi arrasado, como costuma escrever o CM, no relatório preliminal do inquérito parlamentar à CGD.

O CM escreve assim, hoje:


Portanto, estamos perante um gestor ruinoso para o património que gere, ou seja o que de pior se pode dizer de quem gere alguma coisa.
Melhor fora a Carlos Santos Ferreira nunca ter gerido coisíssima nenhuma e tivesse feito pela vida de outro modo. Por exemplo, a  cavar a terra, no tempo em que tal acontecia. Talvez tivesse gerido melhor os cagalhões de bosta que encontrasse, do que os cagalhões de incompetentes e corruptos a quem encarou e deu aval.

No entanto é considerado um génio da cantareira. Enfim, génios destes as pessoas deviam dispensar mas as notas dos cursos, para ele contaram, tanto como as que contam nos bancos. Foi sempre o melhor dos cursos e depois é o que se vê...até foi do Aeroporto de Macau na altura em que se deu a fuga das galinhas do PS carregadas de malas com notas, das outras, das tais que contam.

Licenciou-se em Direito, pela Universidade de Lisboa, em 1971. Entre 1972 e 1974 foi jurista na Divisão de Contratação Colectiva do Fundo de Desenvolvimento e Mão-de-Obra e assistente do Centro de Estudos Sociais do Ministério das Corporações e Previdência Social. Entre 1977 e 1988 foi assistente das Faculdades de Direito da Universidade de Lisboa e da Universidade Católica Portuguesa e da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. Em simultâneo, foi membro do Conselho de Gerência da ANA, até 1987. Participou na Comissão da Reforma Fiscal, entre 1984 e 1988. Presidiu ao Conselho de Administração da Fundição de Oeiras, de 1987 a 1989. De 1989 a 1991 presidiu à Companhia do Aeroporto de Macau. Em 1992 torna-se administrador do Banco Pinto & Sotto Mayor, depois presidente do Conselho de Administração, até 1999. Nesse ano passa a administrador, depois presidente, da Império Bonança, até 2003. Seguidamente, vice-presidente da Estoril-Sol, até 2005. Até 2008preside ao Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos[1] e, desde então, ao Conselho de Administração do Millenium BCP.[2]

Como é que isto foi possível? 

Só encontro uma explicação: princípio de Peter em acção e personalidade fraca, muito fraca. Por aqui se veria logo tal coisa: em 1986 já era figura de proa deste mesmo PS que o nomeou para vários cargos de gestão que redundaram em prejuízos de milhões e milhões. Que tristeza! Que infortúnio de vida! Que desgraça para todos nós que pagamos impostos e queríamos ter tido uma vida melhor e esta canalha, com a sua incompetência e corrupção sapou e prejudicou. 


Que castigo merece esta gente que arruinou as esperanças de um país de gente que nem é toda como eles? 

Pagar, com língua de palmo. Pagar, com o património vasto que amealharam com estas gestões ruinosas e prejudiciais ao país. 

Um módico de justiça impõe-se!

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