Páginas

sexta-feira, outubro 12, 2012

O Público livra-se do Inimigo

Diário Digital:

O Inimigo Público poderá deixar de ser publicado semanalmente com o jornal Público, mas a direcção do suplemento humorístico está a tentar apresentar uma contraproposta, disse à Lusa Luís Pedro Nunes.
"Há uma decisão da administração [do Público, que é detido pela Sonaecom] para terminar. Estamos a tentar arranjar uma contraproposta, que pode passar por um patrocinador", disse o director do suplemento humorístico, Inimigo Público.
O jornal Público avançou com uma reestruturação, no qual está previsto o despedimento de 48 trabalhadores.
"Estamos a ver com o Público algumas possibilidades, com a reestruturação era natural que se reequacionasse" o projecto.
"Há algumas possibilidades comerciais. Se não for viável [continuar] com o Público esta parceria de nove anos, não vamos baixar os braços", acrescentou Luís Pedro Nunes.
O director sublinhou que o Inimigo Público, que sai à sexta-feira, "é o suplemento mais lido do Público".


 O suplemento em causa tem páginas a mais: tantas como as que excedem a primeira. Não entender isso é tragi-cómico e assunto para o suplemento.

14 comentários:

  1. nunca li este jornal belmiríco, mesmo quando o ofereciam no supermercado, apesar de gostar de alguns artigos de JMF.
    não é possível ressuscitar um morto.
    se incluirmos o socialismo são dois.

    o rectângulo está falido pelos séculos dos séculos.
    importa 80% dos alimentos: agricultura e pescas
    não possuem tecnologia para o sector secundário
    no terciário (63%) todos a vender, ninguém a comprar.

    cortam-me este ano na mísera reforma. para o ano há mais;
    e assim sucessivamente

    o estado social europeu faleceu há 30 anos e ninguém tem a coragem de fazer o funeral

    o fugitivo de Paris mudou do 16º para local desconhecido na companhia da namorada

    o boxexas quer um governo tipo Monti ou montone de ...

    'haja saúde e cosa o forno'

    ResponderEliminar
  2. "o fugitivo de Paris mudou do 16º para local desconhecido na companhia da namorada"

    Onde, essa notícia?

    ResponderEliminar
  3. Caro Amigo
    pelas 18h li a notícia numa revista cor de rosa que se encontrava no consultório do dentista.
    entrevistaram o filho da porteira e o português que dirigia o café que frequentava.
    não reparei no nome da revista por pensar que era o último a saber

    ResponderEliminar
  4. Tenho que dar mais atenção às revistas cor de rosa ou de burro a fugir. No caso, em França.

    ResponderEliminar
  5. esta era recente e trazia
    informações sobre o Ronaldo do fute e respectiva namorada
    e livro escrito por um político sobre a corte de Espanha

    ResponderEliminar
  6. Mas eu leio, nos jornais e revistas e quando é necessário compro, José.

    ResponderEliminar
  7. Vem na Gente ou lá como se chama. Vi no Google. Foi em Agosto que mudou de casa

    ResponderEliminar
  8. http://www.novagente.pt/b8183b1/mod_artigos_obj_moda.aspx?sid=f47f9ddd-ba79-4667-a14b-7a81d0334b88&cntx=PhrpqYU00ad6RuIT0zyipSiTSHvSFjnuJYuyzKhA%2BA%2FHSss0osXK2H7pekrhY7K5

    ResponderEliminar
  9. Caro Amigo
    Nova gente domingo 7 de Outubro de 2012
    boa noute

    ResponderEliminar
  10. Namorada? É mesmo uma revista cor de rosa!! Daquelas que inventa...

    ResponderEliminar
  11. A entrevista com o criminoso está aqui: http://www.youtube.com/watch?v=cqTjmAS05vg

    ResponderEliminar
  12. Agora esta só para contrariar: a nossa autosuficiência alimentar de base agrícola é superior a 70%.
    Ou seja, importamos 100 e exportamos 70, em produtos de base agrícola.
    Não é isso que lemos nos jornais mas esta é a verdade, segundo os especialistas independentes.

    ResponderEliminar
  13. Embora aquilo que disse o Floridundus não deixe de ser verdade: daquilo que produzimos, só consumimos 25%. Os restantes 75% importamos.

    ResponderEliminar
  14. A ordem dos árbitros não é facturária.
    Deveria ter dito: daquilo que consumimos, produzimos só 25%.

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.