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terça-feira, novembro 25, 2008

A Balança

Ao contrario do que escreve Eduardo Maia Costa, no Sine Die, secundando a posição habitual de alguns apóstolos, a TVI, na reportagem de Domingo, não se antecipou ao tribunal, e muito menos sentenciou " sem direito a recurso, a condenação de todos os arguidos." Incluindo, "um que não foi pronunciado e dois que nem sequer foram acusados."

O que a TVI fez, foi outra coisa bem diferente e que alguns aparentemente não entendem , aparentando também um estranho incómodo com isso: A TVI, num acto inédito durante este processo, fez o que qualquer tv ou jornal já deveria ter feito há muito e nunca fizeram: apresentar a versão dos factos, pelo lado das vítimas.
Os factos conhecidos publicamente, diga-se. Por alguns, muito poucos.
Os da defesa, incluindo o do tal que não foi pronunciado, já todos conhecem: foi uma cabala.

Parece estranho, neste caso, não parece?

Foi só isso, Eduardo Maia Costa...

3 comentários:

  1. Como não sei, pergunto:

    1. Terá o dr. Eduardo Maia Costa manifestado semelhante indignação quando Ferro Rodrigues, João Pedroso, António Costa e outros vituperaram a tese da cabala? Nota: escusa-se de argumentar que nunca ninguém do grupo falou em "cabala" porque há citações directas, até logo dessa altura, com a palavra exacta - além dos sinónimos cómicos ("urdidura", etc.).

    2. Terá manifestado a mesma indignação com a orquestração cabalística violenta do 24Horas, JN, SIC, DN, Tal & Qual, RTP, Focus, TSF, etc., contra os investigadores e magistrados do processo?

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  2. Não. Nunca.Que eu tenha dado conta.

    Em Janeiro de 2007, Souto Moura foi ao Parlamente, na encenação mais nojenta de que há memória, depois do acolhimento do " um que nem foi pronunciado".

    Pois bem: nem um único artigo no Sine Die, sobre essa ignomínia.

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  3. Eduardo Maia Costa, para além de escrever no SIne Die, é juiz do STJ.

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