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sábado, janeiro 25, 2014

In Illo Tempore: praxes e maçonarias em Coimbra no sec. XIX

A propósito das praxes estudantis e da ideia que são do tempo "do Estado Novo" importa esclarecer que afinal não serão. São mesmo bem mais antigas. Porém, as actuais práticas, aparentemente são um desvio, uma perversidade resultante dos costumes e educação que os jovens foram recebendo, por força das sociologias de educação vindas de outros lados e tempos que não o nosso.

No livro de Trindade Coelho , In Illo Tempore, dá-se conta de umas tantas historietas sobre a Coimbra estudantil de finais do séc XIX. As praxes, rituais, bebedeiras, episódios escolares, etc são bem mostrados nestas páginas "arrancadas" ao dito livro, para demonstrar que o "Estado Novo" pode ser responsável por muitas coisas, mas não pela estupidez criminosa das praxes correntes.


123 comentários:

  1. Mas quem é que diz que as praxes vêm do E.N.?!

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  2. Huummm...cheira-me que muito boa gente.

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  3. Em Coimbra dizem isso do Estado Novo. Mas é mentira. A praxe vem pelo menos do século XIX.

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  4. E são os das Repúblicas que inventaram a versão da praxe vir do fascismo. E como se sabe quase todas são lideradas por comunistas.

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  5. Mas a praxe fora de Coimbra é outra coisa mais complexa. Mete humilhação, perversão, dinheiro, patrocínios, jotinhas, reprovações, prejuízo para os contribuintes. Muito há a dizer. E com a conivência de professores e reitores.

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  6. Para além do mais são ignorantes. Burros serão também, mas isso...

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  10. Se vivessem no Reino Unido o ritmo seria outro. Lá trabalha-se ou ocupa-se o tempo de forma útil. Aqui vai-se à praxe porque trabalhar é coisa de pobre, tirar um curso de línguas ou fazer outra coisa útil é coisa de nerd e dá trabalho, e no fim de contas mesmo em crise os pais e os avós pagam. As famílias portuguesas não sua maioria não sabem educar os jovens, mas nem sempre foi assim.

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  11. Nas Faculdades de Medicina e Medicina Dentária é feita uma recepção individual ao caloiro. Acontece de madrugada e depois é dado um nome de praxe. Isto é uma versão profana de iniciações em escola mistérias, grupos místicos ou mágicos e outras coisas do género. Eu passei por isso tudo. Ficamos de madrugada na faculdade, vamos para uma sala escura e ficamos de joelhos em frente a um balde com água. El algumas versões as raparigas ficam em lingerie e os rapazes em boxers mas na Fac. de Medicina estamos vestidos. Temos de relatar toda a nossa vida sexual ao pormenor e se nos recusamos a responder a perguntas mergulham-nos no tal balde de água. No final se a iniciação não for aceite o processo tem de ser repetido.

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  12. No processo chovem alarvidades. Sua *t*, vai para o c*r*lh*, filho da p*t* e outros mimos. Já li sobre missas negras e rituais satânicos e é parecido a isto

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  13. Ora excelente. Claro que têm a ver com a maçonaria.

    E, quanto a mim, até com os caggots medievais porque chegava a haver levantamento da população contra os desacatos da estudantada

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  14. Como a Zazie sabe isto é versã soft. Pois nessas seitas, e a Zazie sabe quais são, vão a «vias de facto». E sei que sabe do que falo.

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  15. Por acso não sei. Apenas me interessei por isso por causa de iconografia medieval.

    Mas é óbvio que isto está tudo ligado: maçonaria, cagotaria, judiaria sodomita.

    E o hajpachorra que se vá catar porque há fontes até dizer chega, em particular de aqui- Península Ibérica.

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  16. Ainda hoje os fauburgs de Paris têm o nome dessas corporações que fizeram parte dos sans culotte.

    E as repúblicas, a utopia republicana da irmandade é judaica e é maçónica e passou para estas imbecilidades de "guildas" estudantis.

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  17. Pensei que sabia porque no seu blogue tem um post sobre isso.

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  18. Os satânicos andam na serra de Sintra a fazerem rituais idênticos.

    E são idênticos porque nasceram todos do mesmo.

    Em Inglaterra com aqueles clubes famosos de depravação.

    E, por mera curiosidade, por mero acaso, como dizem os pascácios que se armam em letrados, até foram muitos deles criados por judeus como o Elias Ashmole .

    Foram estás máfias que fizeram a América, só por coisas.

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  19. O Clube do Fogo do Inferno Sir Francis Dashwood

    do http://www.cocanha.com/pastiche-endemoninhado/

    Coisas muito parecidas com aquelas irmandades da Casa Pia.

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  20. Aqui as ligações

    http://www.angelfire.com/weird2/obscure2/hell.html

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  21. O Aleister Crowley foi grande divulgador em Inglaterra destes rituais e era amigo do Pessoa, até o veio visitar a Portugal. Tem imensos seguidores, especialmente no mundo da moda, fotografia, artes, cinema, mas também na City. A organização pratica os rituais de magia sexual e o grau mais elevado envolve rituais satânicos de sexo.

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  22. Como são rituais satânicos envolvem sodomia e ele deixou tudo escrito nos diários. Está publicado e é público. Mas isto vai muito longe e não posso falar mais aqui. Vai muito mais longe, aliás. Gostava de falar consigo um dia, se fosse possível, sobre este tema.

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  23. Aliás o último filme do Kubrick é sobre estas seitas mas o público não topou nada.

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  24. Pois foi. Até as invenções neogóticas e neo-pagãs foram inventadas por ele.

    mas isso é mais erudito. Isto tem mistura de mannerbund e cagots.

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  25. A cena da sodomia tem piada porque basta consultar os autos da Inquisição para ser ver de que eram acusados.

    E a poesia homo-erótica peninsular é moura e judaica.

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  26. Aliás.

    Os cristãos tinham nojo à Sodomia e acusavam os sefarditas de terem introduzido a prática na Península. Os mouros das elites do Al-Andaluz tinham escravos sexuais masculinos e os judeus praticavam a sodomia. Foram os cristãos que aboliram a prática. E sim, a poesia gay medieval peninsular é toda de mouros e judeus.

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  27. O Aleister Crowley deixou escrito que o ritual mais poderoso envolve um adolescente do sexo masculino.

    Percebe onde quero chegar?

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  28. Quem faz teorias da conspiração diz até que o Kubrick foi morto porque mostrou demasiado no último filme. Eu tenho uma colecção de centenas de imagens recentes de moda com promoção do ocultismo, fascismo, trans-humanismo...

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  29. Tenho de abrir um blogue fechado sobre isto. Quando o fizer já lhe envio o convite.

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  30. O post que tenho é do pouco que sei e meramente por deparar com várias cenas dessas que me intrigaram.

    Mas quem há-de saber isto e muito mais é o caro Fluribundus

    AHAHHAHAHAHAHA

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  31. Claro qeu percebo.

    oGoya estava a par de tudo isto e muitas das gravuras e quadros dele, com os bruxos e meninos não são totalmente invenção.

    Tenho um texto que encontrei onde se dá conta de ritual desses em Madrid, na época dele, com um crime tremendo feito por essas mulheres para um tipo de confraria que sofria de doença de pele.

    É impressionante e nem consigo contar.

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  32. Tive curiosidade precisamente por achar que não podia ser tanta mentira a contar o mesmo, meramente para "perseguirem minorias".

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  33. A séri de posts que fiz na brincadeira acerca dos rituais até foi por outro motivo que nem vem muito ao caso.

    Foi a do "mannerbund dos sobrinhos do Pato Donald", como lhe chamei.

    Isto porque os investigadores sempre acharam estranho as mesnadas cristãs não terem as mesmas características dos outros mannerbund, concretamente até do islâmico.

    As cristãs sublimavam tudo na Virgem e os outros na "espada" ehehehe

    Mas os cavaleiros da Távola Redonda tinham-no parecido.

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  34. Ele não sabe porque saiu daquilo. Nem sei se em Portugal vão tão longe.

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  35. A corrente esotérica cristã proíbe tudo isto. O culto da Virgem está ligado ao esoterism0 cristão e proíbe tudo o que seja rituais homo.

    Existem aliás duas vias para tirar o espírito do corpo. A da Mão Direita envolve ser-se celibatário e a da Mão Esquerda envolve os rituais sexuais.

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  36. O ramo Gnóstico ao qual o Jung estava ligado era da via da Mão Direita, já o Crowley era via da Mão Esquerda. Normalmente os da Mão Direita têm nojo e horror aos da Esquerda porque estes últimos praticam a sodomia nos rituais.

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  37. O culto da Virgem é o mesmo que o culto a Ísis ou a Vénus, são cultos ao Arquétipo feminino, ou seja, à fertilidade e à vida. Vénus tem nojo e horror aos homo e pune-os.

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  38. E é melhor ficar por aqui. Vejam o último filme do Kubrick. Aquilo é sobre estes rituais satânicos sexuais que há no Reino Unido e nos EUA, e também em França. Também se chamam missas negras e envolvem a subversão dos símbolos da Igreja e do esoterismo da Via Direita.

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  39. O Pasolini também fala disto no último filme mas não aborda a componente esotérica.

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  40. No paganismo até faziam os rituais de sangue, o sacrifício dos adolescentes a Moloch. Os semitas faziam isto em Cartago ou na Fenícia. E aquilo que se passava nas elites gregas eram rituais sexuais homo. Ninguém diz a verdade. Aquilo acontecia em contexto ritualístico pagão. Ainda no século XX se fazia o mesmo nas tribos da Papua Nova-Guiné. Havia tribos onde havia uma iniciação sexual dos adolescentes em rituais de sexo homo entre eles. O homem tinha de estar puro pois o sexo com a mulher tornava-o impuro e era um mal necessário para a procriação. Os árabes ainda hoje têm estes costumes, sabe onde? No Afeganistão, e estão a renascer.

    Foi o Cristianismo que na Idade Média voltou a dar destaque à mulher com o culto da Virgem na Península ou a poesia trovadoresca.

    Os tipos são altamente misóginos...

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  41. São tão misóginos que na Primeira República portuguesa se fartaram de escrever textos contra a mulher.

    Mas disso a Esquerda não fala.

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  42. Quem recua mais nestas coisas é o Teófilo Braga na História da Universidade de Coimbra.

    O primeiro a instigar queimas de livros e revoltas da estudantada foi o Marquês de Pombal.

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  43. Para sair há-de ter entrado.

    AHAHAHAHAHHA

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  44. Eles só entram em graus mais avançados.

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  45. Dizem que fortalece os laços de fraternidade.

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  46. PARVOEIRA A PRAXE É UMA RITUALIZAÇÃO BIOLÓGICA DE SUBMISSÃO

    HÁ MUITO DISSO NOS BONOBOS

    NEM MORRIAM MAIS DE CABEÇAS QUEBRADAS ENTRE ESTUDANTES E FUTRICAS

    DO QUE MORREM HOJE DE DELIRIUM TREMENS OU A CAHIR DE MUROS


    JÁ VIOLAÇÕES NO SÉCULO XIX CERTAMENTE ERAM EM MENOR NÚMERO

    APESAR DE SALAZAR TER SIDO ASSAZ VIOLADO COMO CALOIRO CU IN BRÃO

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  47. PRAXE EM COIMBRA 1861

    QUEREIS O PADRÃO DO RIO ZAIRE?

    QUERO

    ENTRE AS OBRAS QUE NOS DEIXOU O ILLUSTRE VISCONDE DE SANTAREM QUEREI-LO POR ADONDE?

    NÃ SEY SISTO É SUGESTIVO DE ALGO

    MAS ANTES MORRER AFOGADO....

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  48. É o maluco do Mario Braga/und/vund e não sei que mais.

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  49. DIZ MIGUEL ARCHANJO MARQUES LOBO
    QUE Em 18?3 era ele mero candidato a bacharel nunca tinha visto na atmosphera tal enorme quantidade de gazes deletérios ....e definhando de mais em mais a natureza animal do homem que se diz culto

    é a aNIQUILAÇÃO TOTAL ...o que já foi coimbra e o que virá a ser

    perdão e o que ha de vir a ser
    ce qui a été sera conclui no seu opúsculo contra as más practicas é rasoavel acreditar que viciada a honra de coimbra.....

    pois o presente é sempre peor cu passado
    o livrinho é de 1882 já era então bacharel formado em mathematica philosophia e medicina

    rápido ahn,,,,

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  50. Deixá-lo...pairar. Anda com gás...

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  51. maluco ó filha

    LOBO, Miguel Archanjo Marques - Memória de África - Universidade ...
    memoria-africa.ua.pt/Catalog.aspx?...AU%20lobo,%2...‎
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    Elementos de himica redigidos em compormidade com o programma official dos lyceus / Miguel Archanjo Marques Lobo. - Coimbra : Imprensa da Universidade ...
    imprimir - BPB - - Universidade do Minho
    www.bpb.uminho.pt/print.aspx?tabid=4...38...‎
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    Elementos de physica : redigidos em conformidade com o programa official dos lyceus / Miguel Archanjo Marques Lobo. - Coimbra : Imprensa da Universidade, ...
    49 - Universidade de Coimbra
    bdigital.sib.uc.pt/hc/UCSIB-9-11.../P62.html‎
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    25+ items - Obra. Legislação académica de 1864 e 1865 e Repertório de ...
    Regulamento para os actos da faculdade de philosophia na universidade ... 26
    Portaria. Concede dispensa de lapso de tempo ao bacharel Miguel ... 47
    [saligaonet] Mr. Miguel Arcanjo Marques Lobo - Yahoo Groups
    groups.yahoo.com/group/saligaonet/message/2117‎
    1 post - ‎1 author
    Mr. Miguel Arcanjo Marques Lobo (1834-1883) The well-known Professor Mr. Miguel Arcanjo was born in Mudd'davaddi, Saligao, Bardez, on 9-8-1834 and ...
    Goan professor in Coimbra | Saligao Serenade
    saligaoserenade.com/2008/08/the-learned-professor-of-coimbra/‎
    Aug 5, 2008 - by Fr. Nascimento Mascarenhas. Miguel Arcanjo Marques Lobo, a well-known Goan professor, was born in Mudd'davaddi, Saligao, on 9 ...
    Almanaque Republicano: ABÍLIO ROQUE DE SÁ BARRETO ...
    arepublicano.blogspot.com/.../abilio-roque-de-sa-barr...‎
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    May 30, 2009 - ... Universidade de Coimbra, para além Miguel Arcanjo Marques Lobo ou Feio Terenas [Lopes de Oliveira, História da República Portuguesa, ...
    Almanaque Republicano: 2009/05 - 2009/06
    arepublicano.blogspot.com/2009_05_01_archive.html‎
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    May 1, 2009 - ... acompanhando Manuel Emídio Garcia e José Falcão, professores na Universidade de Coimbra, para além Miguel Arcanjo Marques Lobo ...
    MATEMÁTICOS PORTUGUESES DE CEPA GOESA - A bem da ...
    abemdanacao.blogs.sapo.pt/737851.html‎
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    Jul 27, 2012 - Matriculou-se em Coimbra na Faculdade de Matemática (1834/35) e no 1º e 2º anos do ... MIGUEL ARCANJO MARQUES LOBO (1834/83).
    Livraria Varadero - Catálogo de ESTUDO (13.01.2014)
    www.livraria-varadero.com/ctemases.htm‎
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    LOBO (MIGUEL ARCHANJO MARQUES) Botanica, Mineralogia e Geologia. Coimbra, Imprensa da Universidade, 1880- In. 8º de 118/160 págs. Enc. da época.
    Elementos de chimica segundo as theorias dos ... - Porbase
    porbase.bnportugal.pt/.../ipac.jsp?...‎
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    Lobo, Miguel Archanjo Marques. EDIÇÃO: 2a ed. corrigida e aumentada. PUBLICAÇÃO: [S.l. : s.n.] 1883 ( Coimbra: -- imprensa da Universidade) ...

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  52. tens falta de kultur universitaria

    cá yo passei nelas a vida toda

    as queen univer...sã las peores

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  53. a gaja tAMÉM TEM CARAGO BEM ME PARECIA

    Mr. Miguel Arcanjo Marques Lobo (1834-1883)

    The well-known Professor Mr. Miguel Arcanjo was born in
    Mudd’davaddi, Saligao, Bardez, on 9-8-1834 and expired in Coimbra,
    Portugal in December 1883. His parents were Francisco Joao Marques and
    Isabel Maria Lobo. He graduated in three faculties, through the
    University of Coimbra: Mathematics, with distinction, in 1860;
    Philosophy, also with distinction, in 1860; and Medicine, with
    accessit, in 1861. Through the decree dated 24-9-1864, he was
    appointed professor of Introduction to the three kingdoms of nature
    and elementary mathematics, for Viana do Castelo, post which he
    carried on till 1866. Later on, he held on in Coimbra giving tuitions
    in the same subjects and exercising clinic at the same time.

    He was a member of Instituto de Coimbra and wrote all his books in
    Portuguese. The list of books is given below.

    SOYS UM BOCADINHO ESTÚPIDOS É DA EDADE?

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  54. ATÃO PUTOS VELHOS ASSIS NUM BRINCO

    dissabte, 25 gener de 2014
    UM GOÊS EM COIMBRA DE PORVORIM AOS ALLUVIÕES DESTES ATERROS DA EPOCA ACTUAL NESTES MONTES E VALLES -1882 - 12 PÁGINAS - RUA DA CALÇADA Nº DE EXEMPLARES DESCONHECIDO
    UMA AFFRONTA AO MODO DE VIDA DOS INDIGENAS DITOS FUTRICAS

    QUE POR HYPOTHESE DO QUE COIMBRA NÃO PODE SER.....

    Mr. Miguel Archanjo Marques Lobo (1834-1883)

    The well-known Professor Mr. Miguel Archanjo was born in
    Mudd’davaddi,
    Saligao, Bardez, on 9-8-1834 and expired in Coimbra,
    Portugal in December 1883. His parents were Francisco Joao Marques and
    Isabel Maria Lobo. He graduated in three faculties, through the
    University of Coimbra: Mathematics, with distinction, in 1860;
    Philosophy, also with distinction, in 1860;

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  55. ofereci à BNP um livro sobre a praxe de Coimbra.

    em tempos procurei a origem da capa e batina e conclui que do tempo de D. João III e baseava-se no hábito dos sacerdotes

    pouco encontrei sobre a praxe anterior e do tempo do voraz irmão Pombal.

    era fundamentalmente anti-religiosa.
    encontrei referido o tempo do canelão.

    fui praxado:
    com um grupo duns dez, de calças arregaçadas até ao joelho, dançámos tipo coristas do falecido Parque Mayer
    enquanto um artista se esganiçava a cantar

    usava uma capa esburacada pela traça, herdada dum parente que fez questão que a usasse

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  56. É o hélio, certamente. Faz pairar os espíritos para além dos balões.

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  57. As praxes antigas eram brincadeiras tomadas como ritos de passagem.

    Agora são ritos pervertidos pela imaginação embrutecida.

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  58. Gostaria de ir a um debate com reitores e com o Ministro Crato. Perguntaria:

    - Por que motivo nunca houve consistentemente, ano após ano, uma Universidade portuguesa nas 200 melhores da Europa?

    - Por que motivo os horários nas universidades portuguesas são feitos à medida dos interesses dos professores? Por que motivo não há aulas apenas de manhã, como sucede no resto da Europa?

    - Por que motivo o número de camas em residências públicas em Lisboa, Porto ou Coimbra é inferior a 10% do número total de alunos universitários nessas cidades? Por que motivo não há mais quartos em residências públicas?

    - Por que motivo, para reduzir a despesa e aumentar a qualidade, não se concentram alguns cursos em Lisboa, Porto e Coimbra? Não será preferível 3 ou 4 cursos com 100 ou 150 aluno a 10 com 20 ou 30?

    - Por que motivo temos um número tão elevado de cursos? Repare-se o que sucede nas Engenharias. Não seria preferível reduzir drasticamente o número de licenciaturas, passando a especialização para o mestrado ou para o doutoramento?

    - Por que motivo há cadeiras com taxas de reprovação que chegam aos 90%? Nos EUA não se admitem mais de 10% de reprovações... o professor é demitido... e o aluno que reprova é convidado a sair...

    - Por que motivo não se cobram propinas mais altas aos alunos que reprovam? Por que motivo há cursos de 3 anos onde os alunos demoram em média 5 ou 6 anos para concluir? Isto é um escândalo.

    - Por que motivo acabaram com a época especial de Setembro? As reprovações em algumas faculdades dispararam depois disso...

    - Por que motivo há colégios privados a inflacionar a média interna para facilitar o acesso ao Superior e ninguém faz nada? Nos tempos de Marcelo Caetano isto era impossível...

    - Por que motivo há praxes e festas académicas, por vezes madrugada fora, dentro das faculdades? Quem autoriza?

    - Por que motivo não se encerram cursos onde o desemprego já é elevado?

    E há mais.

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  59. A recepção individual ao caloiro que fazem na Faculdade de Medicina é simular à iniciação que é feita em seitas maçónicas: o iniciado é conduzido para uma sala ou corredor, de olhos vendados, e é inquirido sobre a sua vida íntima e pecadilhos do passado, e quais as razões que o levam a querer fazer parte da Maçonaria. No final, se for aceite, vê os rostos dos presentes.

    Na Faculdade de Medicina o caloiro fica numa sala escura, e não pode olhar para os presentes. Tem de olhar sempre para o chão, é inquirido sobre a sua vida familiar e sexual, e quais as razões que o levaram a escolher o curso de Medicina. É persuadido a descrever toda a vida sexual passada, se a teve, ao pormenor. Se for aceite, no final, vê o rosto dos «doutores».

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  60. fui iniciado no 'Beco das Mamudas', assim designado pelas estátuas nuas frente à Fac de Letras.

    uma manhã estas apareceram com soutien-gorje e cuequinhas
    para evitar ofensas à 'mural púbica'

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  61. Mas conte lá- as iniciações e baptismos maçónicos não são demasiado parecidos com isto?

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  62. Nã ovai dizer que foi iniciado em soutien-gorge e cuequinhas, pois não?

    Porque essa inciação foi pública e académica.

    Mas a privada, tal como esta privada do Meco era como?

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  63. Ah, ok. As estátuas é que apareceram com soutien.

    Fiquei sem perceber a que iniciação se referia.

    Na volta, é como eu digo, tudo demasiado parecido.

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  64. José,
    O ministro da Educação já devia ter decretado a suspensão imediata das praxes com dura penalização a quem não acatasse a suspensão. Deverá posteriormente ser feita uma lei que regulamente as praxes com duras penas aos prevaricadores. Isto é bom senso.

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  65. "Isto é bom senso."

    Se fosse com o PCP era bom senso. Assim é fascismo...

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  66. É fácil de entender a força da semântica. Vale mais que um exército, por vezes. Ou, no caso, que todo o bom senso do mundo o que ainda é mais extradordinário.

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  67. Por isso mesmo é que se torna essencial alterar a linguagem, acima de tudo.

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  68. as estátuas faxistas nada tiveram a ver com a minha praxe, apenas assistiram

    a 'malta' ocupava o tempo a divertir-se como no caso das cuequinhas

    nós estávamos de capa e batina.

    a iniciação maçónica, embora se realize num templo pseudo-reprodução do 2º templo de Salomão
    tem pouca a ver com o judaísmo

    fala-se de Hiram a respeito do templo

    segundo um dos vários manuais ainda em vigor, existentes na BNP e reproduzido um deles na GEPB

    os profanos('em frente do templo') são vendados antes de entrarem no templo para responderem às perguntas que que os vários obreiros lhe colocam

    no final perguntam, como nos mistério de Elêusis:
    «-que mais desejas?»
    resposta «-a LUZ»

    o novo pedreiro morreu para o passado e ressuscitou para a LUZ dos novos ensinamentos

    nunca houve agressÕes, como se verifica nas praxes sociais-fascista de ódio, inveja, deslumbramento

    como escrevia Jorge de Sena isto é um país de filhos da puta que emigram para fazer filhos em todas as putas

    quadra de Coimbra:
    'dizia o poeta Acácio
    na sua rima bruta.
    a puta é filha da vida,
    a vida é filha da puta'

    o faxismo permitia as críticas sociais e politicas das latadas e da Queima

    ResponderEliminar
  69. Pois. Não tem nada a ver e há-de ser por mera coincidência que foi buscar toda essa iconografia e cabalística.

    E estas iniciações com Julgamento e baptism odo caloiro, também não têm semelhanças? e o nome dos graus, também é igual porque calhou.

    Eu nãi sei. Nunca estudei nada disto.

    Agora de uma coisa tenho a certeza- foi prciso conhecer as iniciações maçónicas para copiar nestas tretas.

    Porque nem há originalidade alguma. É sempre tudo demasiado igual ao mesmo.

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  70. Grande mixórdia: praxe, Maçonaria, sodomia, Aleister Crowley, Satanismo, Mão Direita/Esquerda, magia sexual, "provas" em documentos da Inquisição, enfim...

    Sobre magia sexual e a VERDADEIRA diferença entre Mão Esquerda/Direita, ler isto: http://into-thedarkness.tripod.com/sitebuildercontent/sitebuilderfiles/demonsoftheflesh.pdf

    Por acaso até estão com sorte, que foi escrito pela filha do Anton LaVey, que deixou de ser satanista e passou a ser budista...

    Dar crédito a "provas" da Inquisição explica muito do estado mental das pessoas que aqui comentam. Ai se pudessem, voltava tudo... em bom nome de Jesus Cristo... quer dizer, da VOSSA versão pelo menos...
    Quanto a isto, ver isto: http://www.pbs.org/wgbh/pages/frontline/shows/religion/

    e já agora aconselho a lerem isto:
    http://gnosis.org/naghamm/nhl.html

    sem esquecer que Paulo escreveu nos 50s, Marcos nos 70s, Mateus +/- em '85, e Lucas e joão no fim do 1º século; e que alguns destes textos são do 2º e até uns poucos do 1º séculos!!!

    Uma chatice, que com tantas inquisições, concílios, constantinos e etc., cada vez mais as pessoas percebam que o Jesus Cristo dos católicos é apenas a VOSSA versão da história, e MAIS NADA!
    E que - EM MENOS DE CEM ANOS!!! - passaram de mártires a CRIMINOSOS!!! Em 250 eram perseguidos - sem sucesso - já em 325 perseguiam, queimavam e matavam! E continuaram o hábito pelos séculos fora!
    Portanto, Católicos, lavem a boca antes de julgarem alguém!

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  71. «There is a growing consensus among scholars that the Gospel of Thomas – discovered over a half century ago in the Egyptian desert – dates to the very beginnings of the Christian era and may well have taken first form before any of the four traditional canonical Gospels. During the first few decades after its discovery several voices representing established orthodox biases argued that the Gospel of Thomas (abbreviated, GTh) was a late-second or third century Gnostic forgery. Scholars currently involved in Thomas studies now largely reject that view, though such arguments will still be heard from orthodox apologists and are encountered in some of the earlier publications about Thomas. »

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  72. Estes «scholars» americanos também devem ser comunas, de certeza.

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  73. Devem ser os «pachecos pereiras» lá do sítio.
    Uma chatice, a realidade.

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  74. "Portanto, Católicos, lavem a boca antes de julgarem alguém!"

    É? Então arranje lá algo melhor que isto: "amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo".

    Se conseguir, tem perdão das baslféias.

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  75. E se me arranjar uma explicação cientítica, racional e aceitável para o Sudário de Turim, ainda melhor.

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  76. O próximo, desde que não seja comuna, nem herege, claro...

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  77. Ninguém aqui está a falar a esse nível, de questionar a religião.

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  78. Sabe mnuito bem do que estou a falar: o "Cristianismo" não é aquilo que vocês nos quiseram convencer que é... Leia os textos que referi e verá a diversidade. Vocês apenas ecolheram alguns, com fins políticos...

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  79. E não estaria mal nenhum nisso - se não tivessem logo começado a eliminar a oposição. Aí perdem qualquer autoridade para julgar os outros como criminosos.

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  80. cara Zazie
    não há uma maçonaria.
    conheço dezenas de ritos com os mais díspares graus.
    tenho o 18º de 33 do REAA

    ninguém se entende no meio de tanta desordem e burrice

    tenho-me me esquecido duma maçonaria politica coimbrã dos anos da guerra liberais-absolutistas
    'sociedade do raio'
    responsável pela morte de lentes em Condeixa

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  81. "Ninguém aqui está a falar a esse nível, de questionar a religião."

    Não?

    A religião cristá, a partir do séc. IV da nossa era ( era cristã...) espalhou-se pela Europa. Os reis, se o queriam ser, tinham que pedir ao Papa para os deixarem ser. Caso contrário, eram excomungados e numa Europa cristã, tal não dava jeito nenhum. Que o diga o nosso primeiro rei que o disse na época.

    Portanto a ideia básica era que o poder espiritual se sobrepunha ao poder material. César submeteu-se a Deus.

    E isso durou séculos.

    Portanto para discutir o poder de mandar matar ou perseguir em nome da religião é preciso entender isto primeiro.

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  82. A Sociedade do Raio vem citada no excerto que publiquei. O Antero era o pontífice máximo, segundo Trindade Coelho...

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  83. Fluribundus:

    mas existem estes ritos que são sempre iguais e literalmente os mesmos das iniciações das praxes.

    Eu não sei de onde calhou a coincidência- apenas a vejo e está chapada.

    http://www.cocanha.com/os-beija-cus-uma-tema-tematica-sempre-actual/

    Então vai-me dizer que não existe o Julgamento e depois o rito da morte do iniciado para poder ser admitido?

    E que isso não é acompanhado do baptismo?

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  84. Depois parece-me que é preciso entender que os cismas e as cisões na Igreja Católica foram perseguidos pelo poder religioso e civil.

    A Inquisição nasceu para perseguir os albigenses e cátaros. Depois espalhou-se para outras seitas. Uma delas, o judaísmo...

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  85. As perseguições aos mouros é outra vertente da guerra religiosa e política de então.

    Ou seja, tudo isto é mais complexo do que parece. E não adianta reduzir tudo à "inquisição". Que afinal matou muito menos do que se pensa e escreve.

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  86. Como é que dizem na maçonaria, seja lá a loja que for?

    Não dizem algo igual ao "Morte ao Caloiro, o caloiro vai morrer".

    Substituir a palavra caloiro pela apropriada.

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  87. O poder religioso e civil parece que se confundia, a partir de Constantino, porque foi esse o caminho escolhido pela hierarquia dos bispos e outros altos representantes da IC (que a propósito, já em meados do séc III eram bastante poderosos na sociedade romana, de tal modo que as perseguições de 250 e finais desse século fracassaram!)

    Diz-me que as perseguições religiosas foram impostas ao poder civil pelo poder religioso? Mas se assim foram, é porque ambos lados tinham algo a ganhar com isso..

    Os Cátaros foram perseguidos não apenas porque dominavam o sul de França - e tinham seduzido alguns senhores feudais - mas TAMBÉM porque o seu Cristianismo era uma ameaça à versão ortodoxa da IC. O Cristianismo dos Cátaros tem raízes muito anteriores à unificação ortodoxa, não resulta de nenhuma cisão.
    E o judaísmo não é nenhuma seita. O movimento cristão é que começou como uma seita do judaísmo.

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  88. Quando mija um nos finados, mijam logo dois ou três.

    E mijam sempre a mesma cantiga.

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  89. fui eu e não o José que se esqueceu do raio que os parta

    nos ritos de morte e ressurreição tudo se passa a nível intelectual
    porque há uns 300 anos as maçonarias deixaram de ser operativas para serem especulativas

    parece-me que as praxes começaram por ser ritos da passagem da adolescência (adolescere=crescer) à idade 'adultera'

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  90. Olhem eu, que sou nascido e criado em Coimbra, e lá estudei, palavra de honra que nunca vi nada desses rituais e cenisses maçónicas de que falais.

    Do que diz Trindade Coelho - que não conhecia e parece muito engraçado, hei-de ler - nada é novo para mim, e é essa a tradição que conheço e que ainda se vai fazendo por lá. Eu ainda andei a fazer declarações de amor e coisas assim, que achei muito patusco.

    Onde vi e vejo a estupidez aguda e crónica é no pessoal fora da UC. Politécnicos, privadas, etc. Aí sim, há cada grunhice que até dá dó. Mas mesmo assim nunca vi nada de rituais desses. Andam é todos pintados e fazerem merdices sem jeito nenhum, humilhações idiotas e assim. Um infantilidade, no fundo.

    Infelizmente, começou a contaminar a tradição da Universidade, que descamba cada vez mais para a mesma idiotice, parece-me.

    Por isso é que disse que aquilo é tipo cargo cult. Os grunhos só copiam a aparência, sem perceberem a finalidade.

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  91. Quem está contra a praxe, lá, são os progressivos do Bloco de Esquerda.

    No meu entender, deviam era levar com umas boas colheres de pau bem aplicadas no costado por uma qualquer trupe.
    Por experiência própria, não acho que haja sentimento contra a praxe ou que isso incomode alguém, no caso da UC. Incomoda muito mais, por exemplo, a merda das Noites do Parque e o festival, mau, em que aquilo se tornou. Nesse aspecto, Porto e outros sítios estão mais próximos da tradição.

    Nunca vi caso que se assemelhasse a este do Meco, nem tive conhecimento de consequências tão graves como as desse caso ou parecidas.

    Acho que se devia fazer algo em relação à imbecilidade que passa por praxe hoje em dia, mas não sou a favor de a proibir. Ou então já que querem proibir, abram excepção para a Universidade de Coimbra. Em todo o caso é lá onde pertencem estas coisas e de onde nunca deviam ter saído.

    Em todo o caso, o problema é de imbecilidade geral e não de praxe.

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  92. mANUEL D'ALMEIDA COELHO DE BIVAR FILHO DE JERONIMO COELHO DE BI-VAR DE VILLA NOVA DE PORTIMÃO ALUNO DE PHILOSOPHIA EM 1876 LEVOU COM UM PADRE EM CIMA DURANTE A PRAXE DIZEM VERSOS VÁRIOS

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  93. É. E a Carbonária também teve geração espontânea.
    Não veio da Maçonaria Académica nem nada.

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  94. E, ainda para o Floribundus: a partir de quando as casas dos estudantes de Coimbra passaram a denominar-se repúblicas?

    A que título?

    Só coisas que mapoquentam...

    eehehhehe

    V.s sabem muito, sabem...

    ":OP

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  95. Pronto: cá temos outra vez o dirigível.

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  96. peraí! O livro do Trindade Coelho que é da segunda metade do séx XIX já fala em "repúblicas".

    Só agora me apercebo...

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  97. Pois...

    Foi com a Revolução Francesa e com a maçonaria académica a militar até nos colégios!

    É mais que óbvio o Fluribundus tem de saber mas assoviou para o lado.

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  98. Foi a estudantada maçónica que se infiltrou nas escolas e na Academia que conspirou pela República.

    Foi daí que nasceu a Carbonária.

    Mas isto vem do tempo do Marquês porqueem Inglaterra foi igual e eu já tinha falado disso por gostar muito das historietas e brincadeiras do Hogartn.

    O Hogarth foi maçónico, saiu e gozou toda a vida com aquilo.

    Os poemas do Desagueliers que até divinizou o Newton são um must.

    DEle desenho-o como borboleta de tutu, misturado com outros espécimes de insectos.

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  99. Aqui

    http://www.cocanha.com/frankenstoinos-e-afilhados-pos-modernos/

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  100. E ele aqui todo esvoaçante

    http://www.cocanha.com/o-diabo-esta-nos-detalhes/

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  101. Aqui, para o Fluribundus:

    http://triplov.com/herberto_helder/Palacio_da_Loucura/index.htm

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  102. E a nomenclatura até é bem mais antiga do que ela imaginou.

    O texto que o José largou do Trindade Coelho confirma-o.
    ........................


    Teoria da conspiração seria ir mais longe e dizer que me cheirou a rato nesta comissão do Meco e mailos seus relatórios e iniciação secreta.

    O azar é que, tal como diz o Morgadinho da Cubata, quando me cheira a rato, é porque há rato.

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  103. A praxe em Coimbra é muito diferente da praxe do Porto. Quem passa pelas duas Universidades, e tal é comum pois as médias em Coimbra são mais baixas, há estudantes do Porto que entram em Coimbra e mudam no ano seguinte, mas dizia eu quem passa pelas duas Universidades comenta as diferenças.

    No Porto a praxe é intensiva, dura o ano todo até à Queima das Fitas, tem recepções individuais, ocorre 2 vezes por semana, e há uma lista de «rituais» para fazer ao longo do ano. Na Faculdade de Medicina os caloiros até comem comida de lata para cão e gato. Já em Coimbra a praxe acaba com a latada e não há estes «rituais» de iniciações individuais. Pelo menos nas faculdades da Alta, há uns anos, a praxe passava por umas brincadeiras nas primeiras semanas do ano. Mas no Porto e em Braga a coisa é diferente e envolve humilhações e comportamentos e atitudes graves.

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  104. Este comentário foi removido pelo autor.

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  105. Mas estas iniciações dos tais da Comissão das Praxes existiam dantes ou foram agora copiar de outro passado?

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  106. Desde quando se fazem iniciações a quem já se licenciou, como aconteceu neste caso?

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  107. Este comentário foi removido pelo autor.

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  108. teste
    Não posso estar mais d'acordo com as palavras avisadas de Mujahedin acima, como sempre aliás.

    O meu Pai fez todo o seu percurso académico em Coimbra. Fartou-se de contar aos filhos (quando ainda éramos muito jovens) peripécias e histórias engraçadas de momentos divertidos - e também alguns tristes por que passou - nos quais participou durante os seus anos de estudo na U.de C. (como, para citar apenas um, o falecimento precoce de um seu colega e o seu maior amigo, de tuberculose, mais tarde padrinho de casamento dos meus pais, que os afectou tremendamente - as amizades que se faziam entre colegas naquela altura ficavam para a vida) desde festas, praxes, vivência nas repúblicas, etc., etc.
    Nunca se queixou que nas praxes dessa altura houvesse qualquer tipo de violência, gatuita ou não, de degradação de costumes, de humilhação da personalidade, de injúrias ou outras formas menos civilizadas ou mesmo criminosas e menos ainda obscenas (como, inacreditàvelmente, parece ser que hoje se praticam com a maior das descontracções e total impunidade dos perpetradores) tanto naquelas em que participou como nas de que teve conhecimento.
    Para se ser coerente com a vida, de respeito pelo próximo e máxima educação a todos os níveis, as praxes universitárias deviam restringir-se apenas e só à Universidade donde são originárias, a de Coimbra, que eram honestas, saudáveis e não humilhavam nem violentavam a personalidade de ninguém.

    A hipocrisia e o cinismo descomunais desta esquerda, toda ela, desde que chegou a Portugal e até hoje, embora só a extrema esquerda se tenha vindo a evidenciar por pacto secreto entre todas elas, não tem limites. Logo após o 25/4 começou o ataque feroz a tudo (e todos) que fizesse lembrar, mesmo que remotamente, o anterior regime, cujos governantes odiavam por serem justamente o completo oposto deles em integridade e patriotismo. Era um deitar abaixo porca e miseràvelmente normas e regras de civismo, de ética, de integridade, de respeito pelo outro e pela autoridade, respeito pelas tradições portuguesas de séculos, etc. - já para não falar na vergonhosa campanha de mal-dizer e mal-fazer, de difamação e de saneamento de todas as personalidades públicas e privadas e/ou com cargos ligados ao Estado, que de um modo ou de outro, mesmo que indirectamente, tivessem tido uma remota hipótese de terem simpatizado!... com o regime do E.N.

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  109. Desculpem a palavra "teste" inclusa, é um pró-forma.

    O comentário continua, faltou-me acrescentar este pormenor.

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  110. Uma das tradições seculares e das mais acarinhadas pelos estudantes de Coimbra, as praxes académicas e que justamente por isso a esquerda por interposta extrema esquerda (a primeira que tem a desfaçatez de se auto-proclamar moderada mas tudo não passa de falsidade e fingimento porque sabe que o não é, porém, cobarde e cínica, deixa a tarefa suja para a última, seus aliados extremistas e estes é claro que não a regeitam pois estão todos eles mancomunados desde a primeira hora no mega-negócio que foi a entrega de Portugal aos internacionalismos e como paga da traição extrema, através de canalhices mil, a garantia da perpetuidade deste corrupto regime com os traidores-mor ao comando, regime que tanto lhes tem vindo a render desde há quarenta anos e de que maneira) passou vários anos a desprestigiá-la e a denegri-la retirando-lhe o valor que representava em particular para os estudantes de Coimbra, precisamente aqueles que com mais respeito, decência e rigor e sem ferir susceptibilidades nem agredir a honra dos participantes, sempre a levaram a cabo condignamente. Mas tanto respeito e educação, na visão pútrida e debochada da esquerda em geral, isto é, da maçonaria cá do sítio, tinha que ser subvertida à viva força. E eis que começa a campanha negra da esquerda, ou seja o rebaixamento consecutivo ano após ano de todos aqueles que nela de bom grado participassem e/ou a ela se deixassem submeter. Fizeram exactamente o mesmo às restantes tradições portuguesas, como o fado, as touradas (estas ainda continuam sob ataque cerrado...até acabarem ou continuarem mas subvertidas - lá está, "se não os vences junta-te a eles") a Religião Católica e, imagine-se!, até ao Bailinho da Madeira chegou o rebaixamento, etc., etc. Qualquer tradição que trouxesse ainda que vagas reminiscências ao Estado Novo, mas que o povo celebrasse e acarinhasse independentemente de questões politicas, teria que ter os dias contados.

    Mas eis que, para seu desespero e raiva, não conseguiram destruir esta e outras tradições enraízadas no espírito e no corpo dos portugueses. E lá voltamos ao ditado "se não os consegues vencer, junta-te a eles" e foi justamente o que decidiram fazer, ferindo-as de morte. Como toda a esquerda está às ordens da maçonaria mundial, pronta para executar todos os seus planos diabólicos, a 'nossa' esquerda maçónica resolveu adaptar-se às circunstâcias e, ao introduzir-se maléfica e subreptìciamente nos meios académicos (e em todos os outros meios decisivos da sociedade), ir alterando os hábitos saudáveis e as tradições portuguesas preservadas de séculos, assim como o respeito absoluto pela autoridade e pelos superiores hierárquicos, bem como pelos professores e pelo próximo, incluíndo os métodos inofensivos adoptados nas praxes académicas coimbrãs), adulterando-os e conspurcando-os criminosamente de todas as formas e feitios. O mesmo se passou com quase todas as nossas saudáveis tradições. As poucas que ainda se conservam têm sido atacadas sem descanso quase diàriamente. A maldição que se abateu sobre Portugal e o seu bom povo tem forçosamente que ser obra do Diabo ou mais precisamente da maçonaria mundial que é a sua representação fidedigna na Terra. Ou se se preferir, o verdadeiro anti-Cristo.
    (cont.)

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  111. Uma das tradições seculares e das mais acarinhadas pelos estudantes de Coimbra, as praxes académicas e que justamente por isso a esquerda por interposta extrema esquerda (a primeira que tem a desfaçatez de se auto-proclamar moderada mas tudo não passa de falsidade e fingimento porque sabe que o não é, porém, cobarde e cínica, deixa a tarefa suja para a última, seus lacaios/aliados extremistas e estes é claro que não a regeitam pois estão todos eles mancomunados desde a primeira hora no mega-negócio que foi a entrega de Portugal aos internacionalismos e como paga da traição extema, através de canalhices mil aos portugueses, a garantia da perpetuidade deste corrupto e falso regime com os traidores-mor ao comando, regime que tanto lhes tem vindo e continua a render desde há quarenta anos e de que maneira) passou vários anos a desprestigiá-la e a denegri-la e a retirar-lhe o valor que representava para os estudantes de Coimbra em particular, precisamente aqueles que com mais respeito, decência e rigor e sem ferir susceptibilidades nem agredir a honra dos participantes, sempre a levaram a cabo. Mas tanto respeito e educação, na visão pútrida e debochada da esquerda em geral, isto é, da maçonaria cá do sítio, tinha que ser subvertida à viva força. E eis que começa a campanha negra da esquerda, ou seja rebaixarem consecutivamente ano após ano todos aqueles que nela de bom grado participassem e/ou a ela se deixassem submeter. Fizeram exactamente o mesmo às restantes tradições portuguesas, como o fado, as touradas (estas ainda continuam sob ataque cerrado...até acabarem ou continuarem mas subvertidas - se não os vences junta-te a eles) a Religião Católica e, imagine-se!, até o Bailinho da Madeira, etc., etc. Qualquer tradição que trouxesse ainda que vagas reminiscências, mas que o povo celebrasse e acarinhasse, teria que ter os dias contados.

    Mas eis que, para seu desespero e raiva, não conseguiram destruir esta e outras tradições enraízadas no espírito e no corpo dos portugueses. E lá diz o ditado "se não os consegues vencer, junta-te a eles" e foi isto justamente que decidiram fazer. Como toda a esquerda está às ordens da maçonaria mundial, pronta para executar todos os seus planos diabólicos, a esquerda maçónica doméstica resolveu adaptar-se às circunstâcias e, ao introduzir-se maléfica e subreptìciamente nos meios académicos (e em todos os outros meios decisivos da sociedade), ir alterando para níveis da quase pré-história os hábitos saudáveis e o próprio civismo dos portugueses e em simultâneo ir destruíndo as tradições portuguesas preservadas de séculos, incentivar o desrespeito absoluto pela autoridade e pelos superiores hierárquicos, bem como pelos professores e pelo próximo, incluíndo alterar por completo os métodos inofensivos e civilizados adoptados nas praxes académicas coimbrãs), adulterando-os e conspurcando-os criminosamente de todas as formas e feitios. O mesmo se passou com quase todas as nossas saudáveis tradições, como disse. As poucas que ainda se conservam têm sido atacadas ferozmente e sem descanso, quase diàriamente. A maldição que se abateu sobre Portugal e o seu bom povo tem forçosamente que ser obra do Diabo ou, mais precisamente, da maçonaria mundial que é a sua representação fidedigna na Terra. Ou se se preferir o verdadeiro Anti-Cristo.
    (cont.)

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  112. O resultado desta campanha indigna e criminosa conduzida durante anos por toda a esquerda, resultou na inversão de valores em todas as camadas da sociedade. Nas praxes universitárias deu-se início às orgias degradantes, às bebedeiras comatosas, às drogas duras ingeridas, a gosto a contra-gosto, para desinibir levando o comportamento descontrolado dos jovens a praticar ou a submeter-se a actos extremos e muito perigosos, exactamente como nas reuniões pedófilas cujos membros, todos maçons, praticam ritos satânicos idênticos - porventura alguns deles adoptados/adaptados por/a estas praxes - e por alguma razão maldita o é), actos esses impensáveis e por eles liminarmente recusados estivessem os mesmos no seu estado psíquico normal e portanto capazes de discernir entre o bem e o mal.
    (cont.)

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  113. Que bebedeira comatosa que aqui vai

    =:O?

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  114. As trágicas mortes daqueles seis jovens na praia do Meco são de tal forma dramáticas que não há palavras suficientes para as descrever na sua horrenda dimensão. Será apurado, espera-se e deseja-se, o que levou a tão pavoroso fim, mas duma coisa podemos ter quase a certeza absoluta, a decisão da ida à praia àquela hora e trajados, depois mandados sentar à beira-mar de costas para este e depois ainda obrigados a dar um passo atrás a cada resposta errada e sem poderem dar-se conta da dimensão e perigosidade das ondas, esteve tremendamente errada, fazendo parte ou não da dita praxe. Falta saber que ordens se seguiram e sobretudo o estado físico/mental em que se encontravam os estudantes, já que é de supor que terão sido todos estes elementos conjugados que terão estado na origem do seu arrastamento por uma onda gigante sem que aparentemente tivessem tido a noção do que lhes estava a acontecer já que parece não terem feito o mínimo esforço para se salvar (ou tê-lo-ão tentado sem resultado) nadando para terra. E é quase impensável que os seis jovens universitários arrastados para a morte pela onda gigante - excepto o sétimo, o tal DUX, que estava de frente para o mar e afirma ter conseguido desembaraçar-se da onda nadando até à praia - não soubessem nadar, mas se tivesse sido este o caso então como se explica que tenham acatado a ordem de irem sentar-se junto à rebentação das ondas e de costas voltadas para o mar?!? Há nesta horrível tragédia muitos pontos escuros que necessitam ser devidamente esclarecidos.
    Morreram seis jovens, sem culpa nenhuma, inglòriamente. Mortes que poderiam e deveriam ter sido perfeitamente evitadas.
    (cont.)

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  115. Uma coisa é certa, as democracias seguem à risca os preceitos, as regras sociais, o modo de vida, a maneira de fazer política, as próprias leis instituídas, etc., e todas estas leis abjectas escondem vícios nojentos e práticas criminosas e foram copiadas das congéneres norte-americanas e seguidas à letra em todas as democracias. Senão reparem o modo como nós vivemos, nos alimentamos, nos distraímos, o que consumimos, o que adquirimos, o que comemos, isto a juntar à degradação absoluta a que chegou a educação e respectivos programas escolares, as 'diversões' degradantes a que é incitada a participar a (ingénua e generosa) juventude, a libertinagem que intencionalmente substituiu a liberdade, as redes criminosas de todo tipo propositadamente introduzidas nos regimes democráticos, que beneficiam em primeiro lugar a seita maçónico-sionista mundial e paralelamente os governantes das democracias dada a contribuição voluntária que prestam àquela e da qual são generosamente recompensados, como além disso beneficiam da sua admissão como membros vitalícios no mais secreto e poderoso clube secreto do mundo cujo quartel-gneral se situa nos Estados Unidos e do qual emanam as mais repugnantes e criminosas ordens a serem rigorosamente cumpridas sob ameaça de morte violenta em caso de incumprimento.

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  116. Como diz Mujahedin e bem, na Coimbra do tempo do Estado Novo NUNCA durante as praxes houve qualquer tipo de violência, humilhação, degradação de costumes, falta de respeito pelo outro, nada. Quem disser o contrário, mente. Mas é claro que toda esta civilidade e respeito tinham que ser pervertidos e substituídos por outras normas cívicas mais 'modernas' com a introdução da gloriosa democracia. E foram. É justamente para esse fim que são seleccionadas a dedo as personalidades políticas, jornalísticas e empresariais cuja admissibilidade na seita está sujeita a uma comprovação rigorosa de que a integridade, honestidade política, conduta pessoal, patriotismo, etc., são valores completamente inexistentes, nulos.

    Quem quiser saber como verdadeiramente se movimenta e actua este poder diabólico que abrange pràticamente todos os países do mundo (neles incluídos regimes ditatoriais, autoritários e outros, todos eles independentes e em paz, mas, pecado máximo, não são democráticos e têm que o ser à força) através de uma rede clandestina de agentes infiltrados espalhada por todos os países democráticos e não democráticos do mundo, leia com muita atenção tudo (ou bastante, já que há milhares de documentos e vários livros que requerem tempo para ler, todavia mesmo que pouca informação seja lida, vale muito a pena e não será tempo perdido, isto é garantido) o que escreve o extraordinário professor e historiador norte-americano, Dr. David Duke, sobre a inversão total de valores das sociedades modernas que atingiu o seu país e o mundo pela mão do governo norte-americano por detrás do qual se esconde quem verdadeiramente manda nas democracias, estendendo os tentáculos como se de um polvo se tratasse e espalhando o seu veneno por todo o Globo.

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  117. José, por favor apague o comentário repetido. Obrigada.

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  118. Não é a Lusofona conhecida por ter imensos politicios como ex-alunos?

    Nao acham estranho nao perguntarem a nenhum politico sobre a sua vivencia como aluno da Lusofona?

    E ,num caso de tao grande alarme publico, estarei errado por achar estranho que a policia nao tenha ainda inspeccionado a casa ou os telemoveis das vitimas?

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  119. Que grande confusão que vai neste blog. Acerca do comentário de quem passa por Porto ou Coimbra, saliento que só se pode ser praxado uma vez; ou seja, quem passar de Coimbra para o Porto, se se deixar praxar anda a dormir. Quanto À praxe, estudei no Porto e entrei de noite, apenas me praxaram na inscrição. Depois quando passei para de dia já nao era caloiro, mas vi e conheci de perto quem praxava, era o que o meu grupo considerava as bestas e inúteis, os tipos que só se afirmavam a humilhar os outros, os lambe-botas puxa-sacos dos professores, as pessoas sem moral e sem formação, os jotinhas, os anormalecos estudantes profissionais da associação de estudantes. Também não me espanta a comparação que a praxe é mais leve a sul do que a norte. Emigrei há muitos anos para Lisboa, e foi o melhor que fiz. O ambiente de trabalho a sul é mais relaxado, e fico muitas vezes com dores de cabeça a lidar com fornecedores do norte, porque parece que fazem questão e ponto em ser anormais. Não fosse por questões de integridade da instituição e não ser um cliente privado, porque garanto que se fosse um cliente privado mandava-os todos mesmo para uma certa parte, e de mim nem viam mais um centavo.

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  120. Mais ainda, isto do meco não vai dar em nada. O dux provavelmente é filho de alguém, e normalmente essas tretas dos estudantes profissionais são incubadoras para jotinhas....

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