domingo, 11 de novembro de 2018

A liberdade de expressão dos juízes na actualidade

Em 16 de Fevereiro de 1995 o jornal Público então dirigido por Vicente Jorge Silva publicou quatro páginas (ilustrada com uma foto de procuradores, o que denota o teor do conhecimento jornalístico, na altura, sobre a diferença entre magistraturas) por ocasião da eleição para o CSM que ocorreria no dia seguinte, com lista única.
Havia então queixas por falta de liberdade de expressão e controlo excessivo por parte dos inspectores judiciais. Um dos queixosos, mas com liberdade de expressão qb era o juiz Mário Belo Morgado, então director-geral dos serviços judiciários, no governo de Cavaco Silva que seria afastado por essa luminária- A. Guterres- nesse ano eleitoral.

Actualmente, o vive-presidente do CSM será que se revê nas palavras que então disse, inclusivé sobre o CSM ter então uma "actuação claramente política"?  O que é que ele faz hoje em relação a certos juízes que não têm o perfil adequado ao poder que está?!

Actualmente o panorama na magistratura será melhor ou pior que este que então se mostrava?  Havia então 50 magistrados com Muito Bom. Actualmente são mais que as mães, como mostra o artigo anterior...o que denota que se está muito melhor. Está, não está?!




Sem comentários:

O jornalismo sério do Governo