domingo, outubro 29, 2023

O fassismo sempre existiu

 Na revista História deste mês, o "cientista político ou politólogo" António Costa Pinto concede uma entrevista que vale a pena ler pelo modo como reenquadra o período em que Salazar esteve no poder e o partido comunista dominou a oposição ao regime.

Costa Pinto, ao contrário dos antifassistas de sempre, quase todos com lastro comunista por si ou pelos antepassados agrilhoados nas masmorras de Peniche ou noutros lugares a imitar lubiankas, não considera fascista Salazar ou sequer o regime que vigorou no seu tempo. É um pequeno progresso, mas leia-se o que diz, tendo este perfil profissional:















Conclui-se que em Portugal, o fassismo sempre existiu, inventado, além dos mais num tempo do caraças, por estas duas figuras do passado canhestro nacional, adoradores do estalinismo e cultores afincados do totalitarismo comunista:

Século Ilustrado, 4.5.1974

O fascismo- hélas!- é que não...

sábado, outubro 28, 2023

Os nossos ricos são...pobrinhos.

 A revista Forbes, edição portuguesa da original americana, da empresa Emerald  ( também tem lá o Polígrafo...) publica 7.500 exemplares e apresenta-se como "focada no mundo dos negócios e da economia". 

Na edição de Novembro mostra quem são os milionários do nosso país:














Por contraste, o CM há umas semanas publicou uma lista das maiores marcas de empresas do mundo, cotadas em bolsa:


Dá para ver a diferença. 

Um ponto de vista sobre o conflito entre Israel e os árabes

 Público de hoje, um artigo de António Barreto que subscrevo, no essencial:



terça-feira, outubro 24, 2023

Quando falta o bom senso sobram os problemas...

 Vejamos:


E agora isto:



Se há processo em que houve delongas devido a incidentes processuais por dá cá aquela palha, foi este. O advogado Ricardo Sá Fernandes passa a vida nisso e prolonga para além do admissível o tempo normal dos actos processuais, recorrendo de tudo e de todos. É um método hediondo de fazer justiça mas o indivíduo lá acha que assim é que é. Enfim. 

Sabendo isto e portanto esperando que o mesmíssimo advogado treinado e relapso nestes expedientes processuais, voltaria aos mesmíssimos métodos de recorrer a tudo o que julgue que o possa favorecer, os magistrados do caso, mormente a juíza-asa do colectivo e o procurador, não deveriam ter sido mais prudentes e pensarem que tudo se viria a saber e se lançariam suspeitas, mesmo que infundadas?

Se não sabiam então nem deviam estar no julgamento em causa porque são demasiado ingénuos. 

É tudo uma tristeza nesta justiça á portuguesa. 


Mau-mau, os maos...

 A grande ilusão do Maio de 1968 e os seus cultores principais, do trotskismo ao maoismo foi a crença num marxismo aprimorado por um tal Mao-Tse-Tung, agora com nome mais afeiçoado à dicção oriental.

Mao foi o ídolo de grandes figuras da política dos últimos 50 anos, em Portugal e não só. Em França, sítio de onde vêm quase todas estas ideias em peregrinação esquerdista, foi assim, segundo a revista que tenho vindo a citar:






 
Sartre, sempre o mesmo, foi portanto um pioneiro desta "causa do povo" que por cá reuniu alguns adeptos que o liam e copiavam as ideias vindas de França. Em tempos a revista Visão até os mostrou em todo o esplendor da vergonha que nunca tiveram em apoiar e defender para o nosso país e o nosso povo os métodos do maior assassino de massa da História.
Quem os ouve hoje em dia, falam do assunto como se tudo fosse um devaneio de juventude:



Entre os mais doidos ( Arnaldo Matos) e os mais sectários ( Garcia Pereira), a minha preferência vai para este que julgo nunca ter mudado interiormente, bem lá no fundo da sua forma de ser:

O que é que esta gente pretendia para Portugal em plena metade do séc. XX? Uma ditadura totalitária, bem pior do que a que combatiam na clandestinidade dos cafés piolho e rataria avulsa que se estendia pelos meios urbanos. 
Esta gente nunca se enxergou, como dizem os brasileiros...

segunda-feira, outubro 23, 2023

Salazar, o retrato certo

 A revista francesa Valeurs Actuelles, em número especial deste mês, tem alguns artigos sobre os "ditadores", "esses desconhecidos" , desde sempre e nem são muitos, o retratados. 

Salazar encontra o seu lugar e em três páginas de texto, citam-se autores franceses que elogiam a figura, indicam factos e fogem do estigma de esquerda comunista geralmente associado ao retrato que se faz em Portugal do mesmo, quase sempre designado como fascista, tal como o regime do Estado Novo. 









Ironia da História: o verdadeiro fascista e por antonomásia a figura do fascismo era afinal...de esquerda. E até próximo do socialismo tal como se conhece o comunismo.





Daí não seja nada de admirar o carácter intrinsecamente perverso do comunismo e esquerda comunista em geral. 
O maior exemplo do embuste e mistificação comunista é o de Cuba: continuam, nos dias de hoje a justificar o fracasso total com um "embargo" dos americanos. Como se o sistema cubano precisasse do sistema americano que aliás combatem, para ter sucesso! É preciso ter lata! Que dura há mais de 60 anos! E sem que o povo se possa exprimir livremente sobre isso...









Os franceses andam a dormir desde o Maio de 1968...e nós desde 1974.

 Marianne desta semana:




A esquerda e extrema-esquerda, essa, anda bem acordada e nem os pesadelos a incomodam. Por cá é igualzinho, com a particularidade de termos um partido Socialista que se tornou o perfeito compagnon de route para a desgraça económico-social. 

Entrevista de Ivo Rosa ao Expresso