segunda-feira, março 09, 2026

As imagens dos outros à disposição na internet

 O Correio da Manhã em boa hora tomou mais uma iniciativa editorial de publicar imagens de outrora, acompanhando as publicações que decorrem desde 7 de Março a 19 de Abril de um "livro de recordações a pensar nos portugueses de todas as idades".

Anunciada assim:


Pois bem, comprei a edição do jornal do passado dia 7 e que vinha com o tal livro que é este:


Com esta ficha editorial:


Folheando, reparo que a foto sobre o Zip Zip que aparece num número da revista Flama nem sequer identificado ( é o número de 6 de Junho de 1969)  é ..."minha". Quer dizer,  a revista da qual foi extraída a foto é minha e fui eu quem realizei o scanning em boa resolução. Publiquei-a aqui, neste blog, em 2019. 

Ora aqui está o original deste blog:


O livrinho tem esta foto...e nem sequer disfarçaram o recorte fotográfico. 


...que é obviamente a mesma. A seguir ainda tem outra sobre o festival de Vilar de Mouros e o raríssimo folhete de anúncio ao mesmo. 

Publiquei-o aqui neste blog, em 2011 e a foto original é esta:


O livrinho tem esta foto...que tem uma mancha escura no fundo, tal como na original e o rebordo superior está obliterado tal como o original. 


...pelo que obviamente é a mesma. 

Nada disto tem grande importância porque as imagens estão disponíveis na internet e por isso livres para quem quiser aproveitar. No entanto, todas têm uma fonte, uma proveniência e não vejo nos créditos da "ficha técnica" a menção ao lugar de onde provieram essas e...outras. Gostaria de ver. 

Para além de deontologicamente dar mau aspecto a quem produz estas coisas, os leitores ficam sem saber de onde vêm estas imagens e apesar de a internet ser uma coisa etérea, elas não caem do céu...

Enfim, jornalismo português. 


segunda-feira, fevereiro 09, 2026

Um socialista, com certeza...

 Observador:



Segundo o Observador, muito solícito, é um fato muito barato...

um valor que representa quase a metade de preços praticados por marcas de luxo conhecidas no ramo, como Zegna ou Brunelo Cucinelli. “Na Canali, sempre nos esforçamos para preçar os nossos produtos corretamente, e muitos dos nossos clientes retalhistas acreditam que este é o nosso momento, a oportunidade de aproveitar ao máximo a situação atual. Para muitas outras marcas de luxo, introduzir novos preços ou novos produtos com preços mais baixos poderia ser um problema, mas, felizmente, esse não é o caso da Canali”, assinala o CEO da marca.

Contudo, Canali pondera. “Acredito que existe uma espécie de ‘vergonha do luxo’ que surgiu por diferentes razões em diferentes países”, afirma o CEO da marca. “Muitos consumidores, independentemente da sua riqueza, sentem que não faz sentido comprar artigos com preços exorbitantes; acreditam que certos preços se tornaram absurdos e não conseguem associar o valor recebido ao preço.”