quinta-feira, março 27, 2025

Questuber! Mais um escândalo!

 Enfim, esta é de hoje e do Executive Digest:


Mensagem implícita: este malvado do Musk...até ajuda traficantes!

Mas também ajuda estes que pura e simplesmente nem contam para a notícia...



Se formos ver melhor até ajuda esta espécie de jornalismo, com as comunicações para tais países...

Jornalismo, isto?  É...de causas. E cada vez mais turvas. 

sábado, março 22, 2025

Informação do Correio da Manhã: a fuga pra a frente.

 CM de hoje:




O interesse sensacionalista desta notícia desmente-se a si mesma: o contrato escrito não é obrigatório embora possa ser desejável, disse um advogado. E a existência de um contrato escrito é "vital" apenas para defender os interesses de ambas as partes. Privadas, no caso. Fim do interesse noticioso. Não há matéria noticiosa de relevo nisto. Porque é que se insiste? Ora...o sensacionalismo explica, mas...

 ...este continuado sensacionalismo jornalístico de primeira página e que alimenta a novela de campanha contra a pessoa de Montenegro, do jornal e que é inequivocamente objectivo, torna-se curioso, no mínimo. 
Porquê? Di-lo o seu director-geral adjunto:



Um apelo escrito aos altos princípios do "código penal e legislação avulsa" que agora e para este caso deixaram de ser chamados. Um elenco das entidades que da ONU à OCDE tentam prevenir a corrupção, como se este caso do contrato já lá estivesse no campo minado de tal assunto. E finalmente a justificação pelo exagero que me lembra a atitude de Figueiredo Dias há trinta anos quanto lhe modificaram o Código Penal que era o seu rebento, para lhe introduzir um aumento de penas máximas de prisão de 20 para 25 anos: "matem-nos!", foi a sua reacção de despeitado ao O Diabo da época. 

De facto isto é mesmo o diabo, tentar dilucidar o trigo e o joio com objectivdade, bom senso, ponderação, equidade e oportunidade que aqui me parece faltar a rodos. 

Como se pode ler, a sucessão de notícias agarra-se a tudo o que pode para justificar como grande feito o que afinal é um ratinho muito insignificante que saiu a guinchar fininho desta montanha de capas e mais capas que deitaram um governo abaixo. 

Não me interessa muito estar para aqui a defender o Montenegro ou seja quem for, a não ser por uma questão de reposição de justiça que vejo estar a ser inquinada por esta obsessão mediática do grupo de Correio da Manhã.

E pergunto-me outra vez: porquê, afinal?! Porquê?! É só por causa daqueles grandes princípios sempre enunciados na pompa inquisitorial do Batalha que faz de tal coisa o seu fonds de commerce? 

Este interesse permanente mesmo depois de esclarecidos aspectos fundamentais que poderiam colocar em crise a honestidade e mesmo a hombridade de um indivíduo, suscita também ela questões que se devem colocar do mesmo modo que são colocadas pelo jornal. Afinal o poder mediático deve também ser escrutinado nos seus interesses por vezes não revelados aos leitores e não bastam as proclamações de princípios para afastar tais escrutínios, do mesmo modo que o jorna entende que tal se justifica para quem detém poder político. O poder mediático de derrubar o poder político não é menor que este com o pormaior de nem ser democrático...

Por isso, não me parece, sinceramente não me parece e há mais alguma coisa porque se olvida o que está por trás deste assunto, na realidade da vida política e isso sem querer lançar suspeitas como o faz o jornal: 

Desde Novembro de 2023 que o grupo de media pertence a estas entidades:

Neste contexto é necessário ponderar isto

 


Portanto temos um grupo alargado de interessados em concorrer e ganhar concessões de jogo até ao final do ano...e é altura de perguntar: quem são esses interessados? 

Responda quem souber...mas não é despiciendo julgar que o jornal faz este jogo de não explicar tudo ou pelo menos tentar perceber tudo e como é que tudo isto começa e de onde vem...

sexta-feira, março 21, 2025

Jornalismo negro

 O CM volta hoje à carga com o caso e agora as casas de Montenegro.




E não, não me parece que uma capa destas e uma notícia deste teor se justifique assim, nesta autêntica fuga para a frente de uma luta que se me afigura cada vez mais...sei lá, suspeita. Pelo menos pela conquista de leitores e audiências é com certeza, mas como já escrevi ontem, não vale tudo nem o sensacionalismo mediático associado ao populismo político pode dar bons frutos democráticos. Mas enfim.


Vejamos então:

Quando alguém vai fazer uma casa por administração directa, o que procura antes do mais? Óbvio: gastar o menos possível. E como se consegue tal coisa? Pedindo orçamentos aqui e ali e confiar no construtor que é escolhido. 

Nunca um construtor em vias de insolvência é opção num caso destes pelo que falha assim o fundo da notícia que nem se percebe bem qual seja a não ser enlamear ainda mais uma figura pública através de innuendos, suspeitas não confirmadas e acusações infundadas sobre "riscos" e rosquices.

Em 2016 começou a obra da casa com uma construtora que em 2019 estava em dificuldades financeiras e capacidade inerente para acabar a mesma. A quem interessa uma coisa destas? Algum dono de qualquer obra gosta de uma coisa destas que lhe prenuncia um rol de problemas financeiros?! 

Então para quê uma notícia destas?!

O "rasto empresarial" dos fornecedores de material para a obra particular- uma moradia de algumas, poucas, centenas de milhar de euros, note-se- tem a sua importância neste contexto para quê? 

Para se descobrir que houve facturas que fugiram a IVA ou pagamentos sem factura, é isso? Será mesmo isso?!

E se tal fosse o caso, o que se duvida e não está sequer indiciado, quid juris, no contexto nacional da hipocrisia nacional reinantes em relação a impostos?  Vale a pena entrar por aí e procurar saber se as louças das oito casas de banho foram facturadas como deve ser e se não tiverem sido, pôr um candidato a primeiro-ministro no pelourinho desta inquisição?

É uma pergunta legítima no contexto nacional e na sociedade em que vivemos e só o faz quem assume o papel de torquemada mediático. Nem mais e com o pretexto nobre de grandes proclamações acerca da ética kantiana de costumes: age como se todas as tuas acções pudessem erigir-se em princípios imaculados de comportamento para todos. Exemplares, portanto. E se não puderem...fogueira! Há outros?! Lá isso haverá, mas cá estamos nós que exploramos diariamente a prostituição no jornal para dizer o que é a moral pública...e os outros, se calhar e que escapam por casualidade, também nos farão o mesmo jeito para vender mais e ter mais um lucro desejado se forem apanhados por acidente. Enfim.

Tudo isto me recorda um episódio do Portugal democrático do final dos anos setenta, o tempo em que a esquerda pós-prec tomou conta do poder político, constitucional, legal, institucional e mediático. 

Em 1976 apareceu o jornal do PCP, o diário que lançou uma suspeita sobre um político que se viria a afirmar um perigo para as "conquistas democráticas": Sá Carneiro. E durante meia dúzia de anos andou a roer as canelas do indivíduo, uma mordidela de cada vez e com o apoio mais firme da imprensa dita moderada de então, particularmente num período mais conturbado em que a "luta" se impunha porque havia um risco enorme de convulsão social...

O tema então era uma suposta dívida do então primeiro-ministro Sá Carneiro, "à banca", ou seja a nacionalizada. E o motivo nem sequer se escondia: derrubar o primeiro-ministro, claramente e como objectivo político servindo-se do poder mediático manipulado por um partido. 

Quem o dizia? O então militante do PCP estalinista, cripto euro-comunista e que se desvinculou do partido na 25ª hora do tempo da queda do muro, no dealbar dos anos noventa: Vital Moreira, pois claro. Who else?

Era assim, no o jornal de 31.10.1979, o medo do perigo e do papão da direita que vinha por aí para comer as criancinhas do comunismo e da esquerda feliz com a Constituição aprovada e de um pujante vigor com as nacionalizações de dois terços da economia:



Como é sabido a populaça, cansada de bancarrotas sucessivas ( uma e outra a caminho) fez ouvidos de mercador a estes profetas de uma desgraça fictícia para manterem o poder e deu uma maioria absoluta à AD e aprestava-se a dar-lhe um presidente da República, o que consistiria no maior descalabro da era democrática. 

Daí a insistência no assunto e que levou o jornal de 18,7,1980 a repescar o tema, embora com outra deontologia com que o actual CM nem sonha...



Como epílogo desta triste história do jornalismo nacional imagine-se que outro jornal decidiria colocar na primeira página um título destes:

"Montenegro promove a prostituição"! ... seria falso? 

Nem por sombras uma vez que se presume que o mesmo leia, compre ou aproveite o jornal Correio da Manhã para ler, vindo dos serviços do Governo. 

E seria legítimo? Nem por sombras, também. Se o facto é verdadeiro o contexto é de tal modo difuso que não seria legítimo publicar tal coisa, mas alguém conseguiria acusar tal jornal sensacionalista de qualquer crime ou violação de ética? Não me parece, também. Afinal o poder mediático conseguiu derrubar um governo e até isso é proclamado com garbo e vontade publicitária.

Estamos nisto...

quinta-feira, março 20, 2025

Populismo mediático e sensacionalismo político

 Hoje comprei o Correio da Manhã por causa da capa que é esta:


O termo "luxo" e "saldo" fez-me arrebitar o bestunto e tentar perceber o significado dos nomes, julgando logo que estaria perante um artigo da celebrada epítome do rigor, adequação e sensatez jornalística que assina como Tânia Laranjo. 

Não era. Afinal até era assinado por pessoas que aprecio e respeito. A perplexidade, porém, aumentou à medida que li o artigo...




 Qual a questão central do "luxo" e do "saldo", afinal? Ora, uma avaliação do preço das obras da casa e o valor patrimonial tributário que lhe foi dado pela Repartição de Finanças local. 
Consultando através de uns clicks, ( o que pressuponho que os jornalistas tenham feito...) conclui-se:

"O Valor Patrimonial Tributário corresponde ao valor administrativo do imóvel que serve de base ao cálculo do IMI e do IMT, por exemplo. 

O cálculo do Valor Patrimonial Tributário (VPT) permite à Autoridade Tributária avaliar os ativos imobiliários em Portugal.

Como tal, sabemos que o VPT não representa o valor comercial do imóvel, mas antes o valor fiscal do imóvel.

Assim, o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) incide sobre o VPT dos prédios rústicos e urbanos situados no território português, o que constitui receita dos municípios onde os mesmos se localizam.

Para isso, o VPT deve ser determinado por avaliação, com base na declaração do sujeito passivo."

Lendo isto, onde é que fica o sumo da notícia e até o lead? Num tinteiro fundo de águas turvas- é o que me parece. Vejamos:

Quem lê o título da primeira página, a gritar sensacionalismo por todas as teclas, fica perplexo quando percebe que afinal o "sujeito passivo" fez o que toda a gente faz, eventualmente quem escreveu a notícia: deu conta das suas contas e o Fisco contabilizou como devia contabilizar. Há alguma irregularidade, mesmo fiscal ou ética? Nem sombra, segundo me parece...e o mais engraçado é que na própria notícia se dá conta disso ao escrever-se que "o Fisco atribuiu à casa um VPT de cerca de 575 mil euros, em 2022". 

Ora, lendo estas coisas ocorreram-me outras com uma pergunta sempre a impôr-se: Porquê isto, este jornalismo da sensação que é o equivalente ao populismo político mais rasca? 
Há apenas uma explicação: dinheiro! Sobreviver com o maior lucro possível na selva mediática da actualidade, ou seja, mais populismo que o populismo porque aprimorado com o sensacionalismo que se afigura algo hipócrita, lendo crónicas nobres como esta,  da Sábado desta semana:


É fácil escrever assim e Eduardo Dâmaso tem-no feito muitas vezes, sempre a bater na mesma tecla e tenho-a replicado por aqui quando se justifica- e tal acontece muitas vezes, embora o tema seja sempre o mesmo e a ideia uma réplica de uma ética repetida: há gente que se aproveita da política para levar a sua vidinha, sem uma pontinha de idealismo que se veja, a não ser para si e os seus...

Não obstante, meter tudo na mesma panela de uma sopa desta pedra rolante pode ser perigoso porque aviva precisamente o populismo e tal já é evidente através de um fenómeno que se comenta também aqui nesta crónica da Sábado de hoje:



Os responsáveis da antiga Cofina e os seus jornalistas não sabem disto? Estão carequinhas de saber...só que...lá está: sobreviver economicamente nesta selva é difícil e torna-se tudo muito mais facilitado quando se justifica essa autêntica irresponsabilidade através de um autoconvencimento acerca de um serviço cívico mediático que pode muito bem ser deletério e contraproducente. 
Afirmar que o jornalismo é imprescindível para dar a conhecer estes fenómenos é de uma evidência que grita mas esconde uma outra: não vale tudo e logo que se perceba o logro o melhor é recuar e pedir...desculpa. Antes de o mal estar consumado e tendo em atenção que o populismo é mesmo um mal e o sensacionalismo a sua arma preferida. 
Deste modo, o CM, a Sábado e o Chega são aliados objectivos nesta cruzada, embora os objectivos sejam aparentemente diversos. Só aparentemente porque todos andamos ao mesmo: a vidinha. É ou não é assim?!  Mas...não vale tudo. 

Esta campanha contra o Montenegro começou há um mês e teve o seu início em 15 de Fevereiro com esta cronologia, apresentada com grande pompa na edição do jornal de 16 de Março de 2025, Domingo, entre notícias variadas e anúncios ainda mais diversos acerca...bem, acerca do costume: prostituição a que o CM alegremente dá cobertura de há anos a esta parte num exercício activo de lenocínio consentido pelas autoridades e isso nem parece chocar nenhum dos jornalistas da casa. E porquê? Pelo mesmo motivo pelo qual se fazem capas como as de hoje do jornal e outras que aqui estão:



Em todas estas notícias, algumas delas, como a de hoje, pseudo-notícias, não há e não houve uma única vez a preocupação em dilucidar a verdade por trás da suspeita. É curioso que um dos títulos do jornal, o da edição de 6 de Março seja " Risco de obras ilegais nas casas de Montenegro".  Repare-se no cuidado com o "risco"...e que vale para se acolher a uma inocência salvífica.

Também fiquei perplexo com essa, mas tirei as dúvidas através do Observador que deu a notícia de que as inspecções da CML às casas tinham dado com "os burros na água" ou seja, com a  ausência de qualquer ilegalidade detectada

Onde ficou a primeira página do jornal a anunciar que errou ou pelo menos a corrigir o tiro ao lado? Não houve porque isso não é sensacional e portanto nem sequer seria populista. Mas...onde fica o exercício do mais básico contraditório, qual seja o de averiguar se a notícia teria fundamento real para além da aparente verossimilhança que poderia não se verificar? Antes de publicar tal "risco"? 

É isto um jornalismo digno de crónicas tão solenes como aquela? Não é, desculpem todos, mas não é. 
Principalmente quando se investiga a origem do dinheiro, das casas e casinhas do visado, onde nem sequer falta a menção a "família e o amigo", numa associação que o contexto político não deixa de perceber exactamente o que pretende seja passado como ideia básica: são todos iguais e todos trafulhas à espera da oportunidade para mergulhar no pote do dinheiro público.




Este jornalismo enviesado e já numa fuga para a frente, parece-me subsidiário do sórdido populismo travestido de sensacionalismo político. 
Populismo mediático que aproveita ao sensacionalismo político- é o que me parece. 

Em Democracia não vale tudo e muito menos em nome de uma moral que se afigura hipócrita e mistura casos e casinhos com casarões em Paris e arredores. 

Triste. Principalmente quando depois de se ter feito mal se faz a caramunha também, como no caso de Miguel Macedo...



domingo, março 02, 2025

Salazar e a cantina escola wokista

 O jornal Público de ontem deu a conhecer este projecto de uns tantos sacripantas da História, com destaque para o habitual José Pacheco Pereira, o efémero historiador do fassismo tal como o vê pelo olho esquerdo de sempre. 



O artigo começa logo mal com a designação errada do local da intervenção: é, tal como a fotografia mostra, a Escola Cantina Salazar e não a Escola Cantina do Vimieiro. 

O rigor do costume nestes hábitos de um jornal enviesado...que continua no mesmo rigor ao escrever que foi uma escola que "Salazar mandou construir"...



Será que a "intervenção" vai manter o nome tal como está e sempre esteve ao longo das décadas; ou irão sucumbir ao velho hábito estalinista de safar da História o que compromete uma visão que pretendem oferecer ao neófito ou ignorante e apagar o nome como fizeram na "ponte Salazar"?

A Escola Cantina Salazar é esta tal como se apresentava há dez anos:






O fotógrafo esteve lá...  


A história desta escola, nem uma linha merece no artigo do Público, a não ser que foi Salazar quem a mandou construir. Enfim.  No entanto, tal história está contada e encontra-se à distância de uns breves clicks...pelo que só por ignorância relapsa e wokista se compreende a omissão. 




É provável que este projecto de "Escola Cantina do Vimieiro" sirva para a velha e relha propaganda antifassista sobre o analfabetismo crónico do regime de Salazar, porque é o costume da História sacripanta do antifassismo.
Porém, nem assim apagarão a realidade, como denotam os números que mesmo em forma de propaganda num livro do regime sobre os "30 anos de Estado Novo", publicado em 1957, coligiu estes factos e números a propósito da educação e cultura, particularmente no ensino e "escolaridade mais geral":














Vai ser difícil ao nacional sacripantismo desmontar estes factos e realidades, a não ser que façam como Estaline fazia: apagar, literalmente, da História, os factos que não lhe interessavam e safar das imagens quem caíra em desgraça. 
E sobre estalinismo muito sabe o mentor principal do projecto, José Pacheco Pereira, principalmente porque foi nos seus verdes anos da idade adulta um deles: um estalinista puro e duro e julgo que nunca se recompôs porque estruturalmente as pessoas são como são.  E até escreve também que a "Escola foi mandada fazer por Salazar para a sua terra e família". Estamos conversados quanto a este historiador das dúzias e ao projecto de que ficou encarregado. 
A vida é assim e não há volta a dar. Quem andou mal foi quem o encarregou de liderar um projecto destes destinado a falsificar a História. 
Enfim, já o tempo de habitua...como cantava um deles. José Afonso, no caso. 
Quanto ao jornalismo que acapara estas iniciativas vai atrás da ignorância que se recusa a ver uma realidade que é aparente mas que ilude quem quer ser iludido. 
Basta sair de casa, andar uns quilómetros ou metros e ver os edifícios, interrogar-se sobre a sua história e a realidade surge a quem estiver interessado na realidade e não apenas na propaganda, no caso do antifassimo habitual. 

Questuber! Mais um escândalo!