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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Paradoxos


O objectivo era dar aos condutores que circulam nas auto-estradas a possibilidade de optarem por abastecer o carro no posto com o combustível mais barato, mas a introdução de painéis comparativos de preços acabou por encarecer ainda mais a gasolina e o gasóleo, revelou ontem a Autoridade da Concorrência (AdC).
"A introdução dos painéis comparativos poderá ter resultado num ligeiro aumento médio dos preços do gasóleo e da gasolina 95 de 0,8 cêntimos/litro e 1,1 cêntimos/litro, respectivamente, relativamente ao nível de preços que se poderiam esperar na ausência desses painéis", lê-se nas conclusões da primeira análise ao impacto da obrigatoriedade de instalação destes painéis, divulgado ontem pela instituição liderada por Manuel Sebastião.
Segundo o documento, a maior transparência de preços provocou também "uma redução substancial do número de preços distintos existentes em cada auto-estrada para cada um dos combustíveis", uma situação "mais saliente no caso da gasolina do que no caso do gasóleo rodoviário".


"Se há matéria em que se justifique uma mudança de regime político é  esta questão das leis e normas portuguesas que burocratizaram o país e não  se pense que a nossa economia e Portugal vai avançar enquanto isto sobreviver",  disse Jardim na cerimónia da entrega de mais quatro habitações a pessoas  desalojadas devido ao temporal de 20 de Fevereiro, construídas pela Cruz  Vermelha Portuguesa, na freguesia de Santo António, no Funchal. 
O governante manifestava assim o seu apoio ao responsável pela delegação  regional da Cruz Vermelha, Ramiro Morna, segundo o qual a demora na concretização  destes projectos foi "agravada pela teia administrativa e burocrática" imposta  para a sua realização. "Há pessoas que preferem morrer pelo regime de Abril, mesmo que o regime  não sirva ao povo deve-se morrer pelo regime. Isto não tem nada a ver com  Abril, nem com maio, nem com Junho. Isto é um problema de emendar o que  está errado e se é necessário uma mudança de regime para emendar o que está  errado, porque este deu o que tinha a dar, então façamos a mudança de regime,  de uma forma democrática e sem ter medos, nem receios", declarou Jardim. 

O problema das nossas leis tem um nome: jacobinismo. Aversão à tradição. Aversão ao senso comum em nome de ideias peregrinas que combatem essa tradição. Foi assim na Educação e tem sido assim na Justiça e noutros sectores. E o resultado está à vista: maior miséria.
 
 

1 comentário:

zazie disse...

Grande Jardim!

É mesmo isso, José e é problema que ataca todos.