sexta-feira, fevereiro 05, 2021

A incrível e extraordinária complacência com o comunismo

 Revista L´Histoire deste mês:









Tudo se resume em poucas palavras: 

" o tratamento extremamente severo dos prisioneiros de guerra soviéticos pelo regime estalinista responde a uma lógica dupla. Uma lógica política, marcada pela vontade de ocultar as responsabilidades do regime no desastre do início da guerra.

A captura de milhões de combatentes apontava para erros monumentais cometidos pelos dirigentes políticos e militares. Era necessário fazer crer que eles tinham sido feitos prisioneiros por causa da sua cobardia, se não da sua traição. 

Uma lógica económica: para reconstruir o país era necessário, no espírito dos dirigentes estalinistas, dispor de importantes contingentes solidamente enquadrados, de mão de obra forçada. Como o efectivo de detidos no Gulag se derreteu em metade durante a guerra, na sequência de uma mortalidade record, os prisioneiros de guerra deveriam substituí-los na tarefa."

A tragédia russa e o verdadeiro genocídio engendrado pelo estalinismo só tem paralelo com o que aconteceu na Alemanha de Hitler e com o nazismo.

Pois o nazismo, na Europa,  é doutrina proibida, sendo mesmo proibido até falar nisso em tom apologético, nos media, sob pena de perseguição criminal.

O comunismo, esse, doutrina igualmente devastadora e odiosa nos efeitos provocados, particularmente na vertente estalinista, é por outro lado, elogiado como grande ideologia favorável aos trabalhadores e digna de apreço, sendo seguida por partidos legalizados e com assentos parlamentares, como é o caso de Portugal. 

Há qualquer coisa de muito grave que falha nesta lógica e a torna uma batata.

O Inconveniente do Portugal Profundo

 Daqui para aqui, a razão de ser continua a mesma: 



Pobres e mal agradecidos

 CM de hoje, sobre profissionais alemães da medicina que vieram para cá, a pedido do governo que está e pela sua manifesta incapacidade em lidar com a crise sanitária, para nos ajudar.  Agora treme-lhes as pernas para os acolher e agradecer devida e oficialmente por quem os chamou e lhes pediu ajuda. Manda-lhes os criados que designou para o organismo que até há pouco era liderado pela sumidade Ramos, do hospital da Cruz Vermelha: 



O matarruano que governa na educação anda agora aflito para arranjar o que teve longos meses para conseguir e não conseguiu, por incompetência: computadores para assegurar a "igualdade" de meios aos alunos. Infelizmente, não bastarão computadores, mas enfim, o que interessa é a aparência jacobina do efeito, enquanto as famílias se desenrascam como podem. 


Para aferir melhor a (in)competência deste governo na gestão da crise sanitária e neste caso no planeamento da vacinação geral, uma operação de verdadeira "task-force" e de complexidade acima do normal, basta ler estas duas páginas do CM de hoje. 
Na primeira, como bónus, temos a incompetência e ignorância da jornalista Tânia Laranjo que afiança que "batota nas vacinas dá cadeia"! Como vai ser "investigada pela P.J." está garantido! 


Na página seguinte (!) a resposta do governo é esta: é duvidoso até que haja crime e que seja punível, a não ser para o Costa para quem é tudo certo e sabido desde que não o responsabilizem. A isso tem horror. 
Certamente não o será com lei posterior e a que existe é tão frágil que o título da notícia anterior é da inteira responsabilidade da ignorante jornalista. 
Qual a posição do Governo? Já há crime para o facto...mas o jurista Rui Pereira tem dúvidas, evidentemente. 
Telmo Correia do CDS resume a questão: " não faz sentido andar a perseguir os cidadãos" porque "os principais responsáveis são do Estado e para esses já existe enquadramento penal". 
Quem é o "Estado" neste caso? O Costa, evidentemente. O irresponsável-mor, o principal culpado do desmando e da negligência grosseira que provocou mortes desnecessárias e aldrabices de chico-espertos.




Imagem espelhada de tudo isto? Vem no mesmo CM de hoje, numa página de crítica de televisão, órgão informativo mais importante para a generalidade das pessoas que vota...



quinta-feira, fevereiro 04, 2021

A árvore dos frutos podres na elegância retórica do primeiro-ministro

 Observador: 



Os frutos podres são vários e um deles só pode ser este...involuntariamente apodado como tal pelo primeiro-ministro:


O indivíduo ri-se destas coisas porque afinal continua no hospital da Cruz Vermelha, uma entidade privada que é dominada pelos apparatchicks do governo e poderes adjacentes, como é o caso da Santa Casa de Misericórdia, dominada por outra sumidade como é um tal Edmundo Martinho. Tudo sumidades!

E quanto ganham por mês tais sumidades? Bem, não quero contribuir para mais feiquenius, mas diz por aí que este que figura acima como maçã podre arrecada na ordem das três dezenas de milhar...de euros. Não confirmei. O que confirmei é que em 2017 andava pelo IPO a mandar, nesse exercício de polivalência que só um verdadeiro boy tem capacidade para suportar estoicamente. Esteve lá pouco tempo porque teve logo outro poiso. Nessa altura ganhava poucochinho. Ora veja-se a miséria que era:


Enfim...é disto que temos em Portugal às carradas! E basta isto para perceber para que serve a Maçonaria!

A incompetência aliada à propaganda jornalística

 O Público transformou-se com o jornalista Manuel Carvalho, que tem o seu vencimento pago pela SONAE, um órgão de informação tendencioso, de agitação social e propaganda em prol do governo e inerente ideologia esquerdista. 

A prova? Esta possível feiquenius da "manchete" de hoje:




Que credibilidade merece o artigo correspondente, assinado pela jornalista Ana Maia  que cita o "coordenador do projecto Covid-19 Pedro Simões Coelho"? 
Tanta quanto pode merecer a análise deste comentário a tal notícia, aqui no blog Corta-Fitas e que conclui assim: 


Se for verdade que a incompetência mais chã se aliou à propaganda mais vil estamos bem entregues...


O PSD tem juristas?!

 Parece que não, a acreditar nesta notícia do Observador:


Isto significa duas coisas, pelo menos: a primeira é que não há suporte legal para a incriminação do chico-espertismo dos que aproveitam a oportunidade para se vacinarem à boleia de quem o faz com toda a legitimidade; a segunda é que o comportamento de quem o fez, antes da entrada em vigor de tal alteração legislativa ficará impune, porque a lei penal nunca tem efeito rectroactivo. 

Ou seja, uma inutilidade legal...e um reflexo mais do jacobinismo que entende que as leis devem regular todos os aspectos da sociedade, ficando de fora todas as demais censuras que não estejam legalmente previstas.

Lá dizia o outro vitorininho que anda a tratar da vidinha há muitos anos: para os socialistas republicanos e laicos a ética é a lei...ora nem mais!


A defesa obscena do apparatchiquismo esperto

 Público de hoje, com a careca bem à mostra do director, assalariado da SONAE, assim:


Não é preciso pôr mais na carta da desfaçatez ideológica deste apparatchick ideológico, nos media. O nojo e o enviesamente ideológico ficam aqui bem patentes, se mais nada não fosse necessário.  E senão, é ler o artigo de opinião na última página do mesmo jornal: 



quarta-feira, fevereiro 03, 2021

António Costa: a desfaçatez em pessoa

 Sapo:


Quem é o responsável pela não fixação  das regras claras que este primeiro-ministro refere que não são cumpridas? Ele mesmo!

Quem é o responsável pela ausência de planeamento que a tal conduziu? Ele próprio!

Portanto...


Averiguação oficiosa de paternidade do SNS

 CM de hoje:


O mito corrente é que o maçónico de Coimbra, António Arnaut foi o "pai" do SNS actual. Enfim, cada um acredita nos mitos que quer, mas a verdade é outra, como já se escreveu aqui e aqui, arredando e vez a permanente mistificação em prol de um socialismo de misérias.  

 António Alvim dizia assim ao Observador em 5.9.2019: 

"No fim de 1979 não se podia dizer que havia um SNS. Em 1995 sim. Logo quem é que ergueu o Serviço Nacional de Saúde nesses 15 anos em que o PSD esteve no governo? Não foi seguramente o dr. Arnaut.

De facto seria melhor chamar pai a outro quando se quer saber quem realmente criou o SNS e por outro lado adoptar os critérios claros enunciados no escrito do médico Gentil Martins, abandonando as ideias esquerdistas da trinadora habitual da Internacional, a inenarrável Temido que só treme quando lhe fazem perguntas inconvenientes e põe as beiças de bico, habituais nestas personagens.

terça-feira, fevereiro 02, 2021

Mais achas para a fogueira da corrupção

 Esta entrevista no Sapo a um português- André Corrêa d´Almeida-  emigrado nos EUA, permite entender com um reforço de clareza o que está em jogo na corrupção larvar, no nosso país.

Começa logo por uma definição de corrupção clara e objectiva: "abuso do poder confiado para obtenção de benefícios privados". Claro que nesta acepção,  a corrupção em Portugal é gigantesca, gargantuesca, endémica e até atávica. 

Criminalmente o conceito depura-se muito mas vai dar ao mesmo: é sempre um abuso do poder que está confiado a alguém que jurou cumprir com lealdade as funções confiadas.  









A direita francesa tem muitas estremas

 Duas publicações francesas recentes mostram algo que por cá não existe: uma discussão pública e sem complexos sobre o que é a direita, neste caso francesa, da actualidade. 

O semanário Le1 monstra  numa ilustração o que é constelação de figuras da direita, em França, com várias estremas e sem preocupação de lhe apontar extremas. 


Uma das figuras em ascensão é a sobrinha de Marine Le Pen, Marion Maréchal cuja juventude permite pensar que ainda haverá esperança em ultrapassar a ideologia fossilizada do marxismo e seus neos de vário tipo, com destaque para os teóricos da ideologia que nasceu em Frankfurt nos anos 30 do século passado e agora se espalha como nódoa azeiteira por tudo o que é academia de vão de escada, como o ISCTE e madrassas da Comunicação Social com os seus docentes da estirpe dos que por lá andam.  


Uma outra publicação francesa, Valeurs Actuelles, de direita, releva este mês o que deveria ser a "identidade francesa", numa aproximação teórica ao contrário da que um Eduardo Lourenço fez por cá, a desmontar supostos mitos que nos afligem há séculos, através da literatura avulsa que coligiu e da leitura crítica dos autores de romances, novelas e artigos de jornal, como se isso fosse o espelho perfeito da  identidade portuguesa ao longo dos séculos. 







Pegando nisto e transpondo para o CHEGA de André Ventura o que temos de parecido?  Nem sei...a outra é uma ausente "à espreita" de oportunidade. Ventura é uma incógnita presente sem agarrar tal coisa. 


A nossa actual identidade nacional é esta, aqui mostrada em mais que uma vertente: na política, social e jornalística. Somos pedintes, pindéricos, nesses níveis.  O protagonista actual é este, ao lado da "patroa" a quem foi estender a mão, escondendo o intuito, mas não por vergonha. Apenas por manhosice, típica dos pindéricos:



segunda-feira, fevereiro 01, 2021

A "feira de gado" em que se transformou Portugal de António Costa.

Este relato na primeira pessoa, no Observador, vale a pena ler, para se entender toda a improvisação, impreparação, incompetência, desfaçatez, arrogância e acção verdadeiramente criminosa, numa actuação típica de negligência grosseira de quem governa Portugal neste momento.

Quem melhor tipifica este Portugal que temos e em que uma maioria dos portugueses continua a apostar, pelo voto, é aquele inenarrável Santos, coordenador da vacinação e que é a aberração mais incrível que me foi dado ver nos últimos tempos, depois da conferência de imprensa em que interveio e do que (não)  tem feito a seguir, acrescido das tiradas políticas que tem bolsado e que mostra bem o que seria um governo ainda mais venezuelano do que o que já existe..










Só me resta dizer: os portugueses andam a dormir?! E as tv´s para além dos fretes, para manter o empreguinho de pivots bem remunerados,  não terão um mínimo de vergonha por causa disto e doutras coisas? Por cada Gomes Ferreira há mais de vinte Ferrões do Polígrafo que nem percebem o mal que fazem ao país...porque quem os preocupa é o Ventura.

Vou destacar o parágrafo fatal para se poder ler outra vez: 


Isto que país é?!  Há uma resposta à vista na net, no Sapo de hoje: esta inenarrável e os subtítulos da notícia informam-nos que a " vacinação" continua a ser uma aldrabice e que o MºPº vai analisar comportamentos de chico-espertismo quando deveria analisar o comportamento criminoso, por negligência grosseira, desta fulana que aqui aparece, em baixo e que é uma vergonha nacional. Arre!









Outro (ir)responsável.

 Obs, o retrato da nossa miséria moral, acima de tudo:





Quem é o coordenador desta operação e responsável por estes escândalos?

Parece ser este indivíduo que fez figura de pascácio e foi gozado num programa do palhaço rico, aqui há uns tempos, por não conseguir acertar uma na conferência de imprensa que "deu" para apresentar o plano de vacinação. 


Continua de pedra e cal, apesar dos escândalos sucessivos e ainda mais este: 


A culpa de o indivíduo fazer figura de pancrácio é do Ventura...deve ser por se meter na política sendo funcionário ao serviço público. Nem sequer percebe o dever de isenção que tal implica nem deve ter a noção disso. 


Entrevista de Ivo Rosa ao Expresso