sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Domingos Lopes, o arrependido do PCP que conheceu Marcelo Rebelo de Sousa...

Domingos Lopes, advogado, foi um dos membros mais proeminentes do PCP no tempo de Álvaro Cunhal.

Há cerca de dez anos, desiludido, deixou o partido alegando problemas antigos de que nunca se apercebeu. Deixou o partido mas nunca a esquerda o deixou. Ainda há relativamente pouco tempo deitava louvores a Fidel Castro e sentia que o ideal para Portugal era mesmo uma geringonça.

Seja como for, o Público aprecia estas figuras pardas do comunismo de antanho que nunca se aperceberam do horror estalinista e até o aprovavam, sentindo saudades dum tempo que nunca viveram.

Agora deu entrevista ao jornal, no passado dia 20. Como prato forte uma declaração que não admira:

Marcelo Rebelo de Sousa, no dealbar do PREC confessava-se marxista. Não leninista, claro. Fumava nas não inalava...como é típico destes carácteres formados na volubilidade.


Quanto ao Lopes é um arrependido tardio de algo de que verdadeiramente nunca se arrependeu. Enfim, gente do Público, típica.

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