segunda-feira, 1 de abril de 2019

O caso Rui Pinto e a justiça portuguesa mais o Correio da Manhã


Jornal Económico, Ana Gomes ataca a justiça portuguesa:

Foi uma queixa da Doyen que levou à detenção de Rui Pinto. Como classifica esta situação?

Perante as denúncias, as nossas autoridades têm ficado sossegadinhas no seu canto e só atuaram (e isso põe-me doente) a ‘toque de caixa’ de um fundo de investimento nebuloso e duvidoso sediado em Malta com uma máfia cazaque por trás. E é a ‘toque de caixa’ disto que as autoridades portuguesas vão atuar? Se isto é assim, assusta-me! Se calhar ainda vamos descobrir que por trás da tal Doyen, que é um fundo esquisito, estão alguns clubes de futebol com o objetivo de silenciar Rui Pinto. Ou estão os escritórios de advogados que se prestaram a ser intermediários de todo o tipo de negociatas esquisitas e, até porque dispõem de sistemas de segurança informática da ‘treta’ e facilmente são penetráveis, e quando perceberam isso reagiram usaram os seus contactos para fazer as autoridades judiciais agir… um dia iremos perceber isso tudo. O que é que eu disse? Eu disse que ‘o rei vai nu’. Disse o que todos sabem sobre o passado criminal do líder máximo do Benfica. O que me preocupa é que a corrupção a nível desportiva se repercuta para o resto da sociedade, incluindo a corrupção e captura de governantes.

Este caso é esquisito desde o início. O jornalismo de "Pente Fino" do Correio da Manhã tornou-se de repente suspeito e sectário. Porquê? Defendem o Benfica...é o Dâmaso, é o Rui Pereira, é mesmo o Carlos Anjos, do Sporting, é o modo como noticiam o assunto e escrevem sobre ele. Estranho.

Parece que foi a tentativa de extorsão que terá fundamentado, a par do perigo de fuga, a prisão preventiva do arguido. Outra vez estranho. Será que a justiça, tal como Ana Gomes sugere, anda a reboque do Correio da Manhã?!

Não quero crer...

Sem comentários: