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terça-feira, 26 de junho de 2012

Querem os subsídios de volta? Peçam-nos ao refugiado de Paris...

Recebido por mensagem de correio electrónico. Vale o que vale mas contra factos...não há argumentos. A não ser o do actual PGR que entende que não se deve "judicializar a política". Podem pedir-se também e por isso mesmo, explicações, embora devamos esperar sentados pelas mesmas.

Sobre a retirada de subsídios de férias e Natal
Querem o vosso subsídio?
Peçam ao fugitivo de Paris os 90,000 milhões de euros que aumentou na dívida pública entre 2005 e 2010.
Peçam ao fugitivo de Paris, que decidiu nacionalizar o BPN, colocando-o às costas do contribuinte, aumentando o seu buraco em 4300 milhões em 2 anos, e fornecendo ainda mais 4000 milhões em avales da CGD que irão provavelmente aumentar a conta final para perto de 8000 milhões, depois de ter garantido que não nos ia custar um euro.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 695 milhões de derrapagens nas PPPs só em 2011.
Peçam ao fugitivo de Paris,, que graças à sua brilhante PPP fez aumentar o custo do Campus da Justiça de 52 para 235 milhões.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 300 milhões que um banco público emprestou a um amigo do partido para comprar acções de um banco privado rival, que agora valem pouco mais que zero. Quem paga? O contribuinte.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 450 milhões injectados no BPP para pagaros salários dos administradores.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 587 milhões que gastou no OE de 2011 em atrasos e erros de projecto nas SCUTs Norte.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 200 milhões de euros que ?desapareceram?entre a proposta e o contrato da Auto-estrada do Douro Interior.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 5800 milhões em impostos que anulou ou deixou prescrever.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 7200 milhões de fundos europeus que perdemos pela incapacidade do governo de programar o seu uso.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 360 milhões que enterrou em empresas que prometeu extinguir.
Peçam ao fugitivo de Paris, para cancelar os 60,000 milhões que contratou de PPPs até 2040.
Peçam ao fugitivo de Paris,, que usou as vossas reformas para financiar a dívida de SCUTs e PPPs.
Peçam ao fugitivo de Paris, para devolver os 14000 milhões que deu de mão beijada aos concessionários das SCUTs na última renegociação.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 400 milhões de euros de agravamento do passivo da Estradas de Portugal em 2009.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 270 milhões que deu às fundações em apenas dois anos.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 3900 milhões que pagou em rendas excessivas à EDP tirados à força da vossa factura da electricidade.
Peçam ao PCP e à CGTP, cujos sindicatos afundaram as empresas públicas em 30,000 milhões de passivo para encherem a pança aos camaradas sindicalizados com salários chorudos e mordomias, pagos pelo contribuinte.
E AGRADEÇAM AO FUGITIVO DE PARIS O SUCESSO DO DINHEIRO EMPATADO NO AEROPORTO DE BEJA!

8 comentários:

Floribundus disse...

se o 'gaqjo' voltasse à politica era novamente eleito.
o ps nunca tem menos de 1,5 milhões de votos.

Karocha disse...

Complicado Floribundos !!!

lusitânea disse...

E 116 milhões para a Mota & Engil que construiu e 2011 em Moçambique a "aldeia olímpica"...

JMCL disse...

Acredito que não lhe faltassem fundos para a campanha eleitoral! Mas o regresso de Sócrates só mesmo para brincar!

JMCL disse...

José: chamaram-me a atenção com uma certa razão para o facto de a responsabilidade do corte dos subsídios ser deste governo e não do anterior, porque muito que a situação financeira já viesse encalacrada de orçamentos passados.

josé disse...

Evidentemente que é deste governo.Mas...quem criou as condições objectivas para tal suceder? Quem diz subsídios poderia dizer cortes salariais na função pública.

Ou será que havia alternativa?

lusitânea disse...

A alternativa era esvaziar o Estado dos boys e girls, encerrar tudo aquilo que foi prometido.Nem sequer nas "fundações" mexeram...

Ricciardi disse...

Eu, por mim, não pedia nada ao fugitivo de Paris. Pedia apenas aos residentes em Portugal, aqueles com responsabilidades na justiça, fizessem o seu trabalho e pedissem eles ao fugitivo de Paris para explicar todos aqueles movimentos.
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Na verdade, nem acredito na justiça, nem em julgamentos. Isso é coisa sem qualquer utilidade. Era prende-lo simplesmente e arrestar todos os bens em nome dele, dos primos, dos tios, dos pais... excepto aqueles bens que essa malta pudesse comprovar a origem.
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Rb