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domingo, 5 de outubro de 2014

Mais uma facada no Espírito Santo...

O celebrado professor Marcelo acaba de dizer na TVI, no seu comentário habitual ao Domingo que a sucessão de notícias recentes, no jornal i sobre o GES/BES "prova que não só são suicidas como ainda por cima gostam de explicar como foi o suicídio", referindo-se à família Espírito Santo, com quem aparentemente passou férias em conjunto e onde trabalha ou trabalhou a sua "companheira" ( enfim, para assim dizer e que já é muito).
Marcelo tem um problema e que já em 1976 era explicado por Artur Portela Filho.

Por acaso gostava que na "acta" de reunião da dita família houvesse algo sobre esta personagem queirosiana. E que se soubesse.

15 comentários:

Floribundus disse...

o folhetim que originou a telenovela 'espirito santo de orelha'

está cheio de ante-olhos para parecermos burros a tirar água à nora

torna-se repetitivo como os filmes dos gringos de há 5 décadas:
os índios morriam todos
só havia actrizes louras
não havia actores pretos

tenho uma vaga ideia do filho da Opção

Floribundus disse...

há uma semana na Fnac-Colombo em amena cavaqueira com contacto ocasional foi-me dito com ar trocista:

'-dava belíssimo artigo uma pesquisa sobre as personalidades e os elogios existentes no livro de honra da Herdade da Comporta'

Thyssen em paguei a Hitler
conta que, apesar de ser membro do Reichtag, fugiu para a Suiça quando este o atacou (sem nomear) no discurso da invasão da Polónia

partiu sem receber informação de Goering da morte dum seu sobrinho no campo de concentração de Dachau

passei parte da tarde em Capedórique.

deixei a 'metáfora' em frente do quartel donde partiu Machado Santos.
em frente da loja da mulher do alm Pinheiro de Azevedo
passei em frente da casa onde morava o min. Santos Costa

o novo e o péssimo lado a lado
na versão crise

BELIAL disse...

O prof, "coiso", a bem dizer - é o amiguinho fdp.

Tem é a desculpa de ser maluco: o que lhe garante inimputabilidade pública e notória

foca disse...

Ao que consta, o cartomante da TVI é (ou era) muito amigo da mulher do outro.
Na verdade as alcoviteiras costumam agarrar-se pelos flancos e morder as canelas dos que caem.

Até por isto este abichanado não vale o ar que respira

Floribundus disse...

saiu em tradução portuguesa
Moisés Naím; o fim do poder

este fragmentou-se em poderes com a queda das urss

a China pode sofrer implosão.
artigo muito interessante no Espectador interessado.

por cá a culpa é da banca rota

a rep continuará agónica e antagónica

Karocha disse...

Ponha o link, José por favor !!!

Karocha disse...

Obrigada José :-)

josé disse...

Karocha: não tenho o link.

Karocha disse...

Já vi o link José :-)

Zephyrus disse...

Nunca percebi o texto dos pretinhos. Talvez por ter nascido na década de 80.

O Prof. Marcelo é personagem do Inferno de Dante. Nem digo a qual dos círculos pertence...

hajapachorra disse...

Custa assim tanto dizer que 'o professor' é larilas?

josé disse...

O texto dos pretinhos é um proto-texto,um esquisso de análise caracterológica. A subtileza, certamente não voluntária, do mesmo, porque Artur Portelha Filho escreve geralmente mal, permite no entanto perceber a essência que me parece ir ao coração das trevas do "professor".

foca disse...

Não hajapachorra, não custa.
Mas o que ele é mesmo é "alcoviteira".
O que faz com os penduricalhos é lá com ele, esse circulo não é relevante para a questão.

zazie disse...

Uma coisa deriva da outra.

hajapachorra disse...

Os penduricalhos são sempre relevantes. Ou não, podem resfriar e subir até ao pescoço.