sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Comadres zangadas, verdades à vista.

Sic:

Um deputado do PS acusa um dos assessores de José Sócrates de tráfico de influências. Vitor Baptista diz que o chefe de gabinete do primeiro-ministro, na sede do PS, André Figueiredo, o aliciou com a promessa de um cargo numa empresa pública. Em troca, Baptista não podia recandidatar-se à federação socialista de Coimbra, onde acabou por perder as eleições para Mário Ruivo.

Porém e à cautela...nem todas as comadres contam.

(...) Vítor Baptista isentou de culpas o secretário-geral do PS, José Sócrates, da tentativa de oferta de um cargo de gestor público que lhe oferecido caso este deputado socialista optasse por não se candidatar à liderança da federação de Coimbra do partido.

Em declarações à TSF, Vítor Baptista considerou que José Sócrates «não tem a ver» e «até tem um total desconhecimento» da tentativa de oferta deste cargo que foi feita pelo chefe de gabinete do secretário-geral do PS, André Figueiredo.

«Há uma constatação: o que me foi adiantado tem tudo do Ministério das Obras Públicas. Não me foi prometido, foi sugerido da área evidentemente das Obras Públicas e isso é assumido completamente e para bom entendedor meia palavra basta», acrescentou.



7 comentários:

joserui disse...

Isto é nada. E certamente que esta ovelha tresmalhada irá ser chamada à razão atempadamente. Aliás já dá mostras de querer que o pastor lhe dê a mão. --JRF

Carlos disse...

Com o devido respeito.

Mas isto é alguma novidade? estas coisas ainda são relevantes como noticia?

Deixem-se disso e falem mas é do que "interessa verdadeiramente ao país". Por ex.: as eleições para a FPF; quem vai ganhar os ìdolos; ou sobre a última namorada de um cabrão qualquer. Oh! desculpem lá o calão, mas já vou sendo influenciado com estas modernices.

C. S.

Karocha disse...

Já desde ontem andava na net José!!!

Anónimo disse...

Vítor Baptista já está dentro da panela de pressão do partido, que se caracteriza por ser liderado por um senhor que aquece a panela mas nunca sabe o que está lá dentro. E tudo o que for inconveniente vai para a panela para ser cozinhado. No fim vai sair um "Cozido à Filósofo", que é a especialidade da casa. E vai ser servido por José Sócrates, vestido com o seu branco trage habitual, que veste quando tenta passar por ser a Nossa Senhora.

josé disse...

Vítor Batista devia ter conseguido um lugar de jurista-linguista, no Luxemburgo, em 1986.

E tinha qualificações porque entre mais de 400 candidatos ficou entre os 20 primeiros que tiveram garantia dos juizes europeus que estiveram no hotel Penta, nessa altura, de que o lugar seria ocupado por todos, porque a então CEE precisava desses 20 juristas.

Eu sei porque estive lá e também nessa posição. Aliás, Vítor Batista até me deu boleia para Coimbra.

Só não fomos ambos para o Luxemburgo porque os Administradores que o PSD tinha mandado para Bruxelas e não tinham ficado no lugar, foram ocupar esses vinte lugares prometidos.

Por isso, as moscambilhices entre políticos já vêm de longe e quems e lixa é sempre o Batista. E não só...

josé disse...

Um outro candidato que não seguiu para o Luxemburgo nessa altura, era o Manuel António Pina, cronista do JN.

E sei de alguns juristas que ficaram pelo caminho entre os 400...um deles até é agora conselheiro do STJ.

josé disse...

O Pina ficou nos vinte.

O Espírito pecador