domingo, outubro 31, 2010

Ideias com crédito mal-parado

Fernanda Palma, " Professora Catedrática de Direito Penal" escreve hoje no Correio da Manhã sobre as causas de aparecimento de crimes em sociedade imersas em crises económicas.
Numa sociologia de pacotilha embalada em três citações ( Merton, Lagrange e Cantor), alcança o alibi para poder escrever o que lhe interessa ideologicamente:

"É duvidoso, por conseguinte, que uma agravação das penas seja factor determinante para inibir da prática do crime quem vive numa situação de exclusão de oportunidades e de falta de motivações."

Portanto, nada de penas duras que nada adiantam neste caso. O Humanismo é o pai do laxismo e a displicência dos poderes públicos face à criminalidade é uma matriz que já vem de Maio de 68. Por isso é que a Esquerda retórica e folclórica continua a ser a mesma.

Pelo meio do artigo expende esta pérola fantástica de raciocínio lógico que até me aturdiu:

"Em sociedades autocráticas, não há taxas de criminalidade elevadas porque, sem liberdade de imprensa e com privilégios para certas classes, o crime não é visível. "

Fabuloso, para uma professora catedrática de Direito Penal que escreve sobre as coisas que observa, através de autores que cita, neste caso sem ideias próprias, a não ser essa.

Questuber! Mais um escândalo!