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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Não, não somos todos Charlie...


Charlie-Hebdo era um jornal francês, animado por grandes desenhadores, dois deles pelo menos de ascendência judaica ( Cabu e Wolinski) e que eram iconoclastas.
Porém, a iconoclastia tinha os seus limites. Por exemplo, no Tora. O bobo da festa era quase sempre Maomé e de vez em quando os radicais do Sião, também e para disfarçar um pouco. E isso era ofensivo para com a religião islâmica, como seria para a religião cristão temos um António caricaturista a colocar preservativos no nariz de um papa qualquer que lhe apetecesse, todas as semanas.

A liberdade de expressão e de imprensa não é e nunca foi absoluta e só um imbecil pode dizer que sim, como parece ser o caso do Público, agregando tudo num atentado global à Liberdade. O "ódio" ao Islão é ódio também e caricaturas contra a religião do modo como eram feitas no Charlie-Hebdo também são "ódio" e por isso, em boa lógica, devem combater-se. Com armas diferentes das bombas, claro está.

Isto tudo não justifica qualquer atentado terrorista a um jornal como o Charlie-Hebdo. Mas ajuda a compreender porque razão os fanáticos do Islão não toleram estas manifestações libertárias e matam por isso.
Não se deve aceitar um acto de terrorismo deste calibre que dizimou alguns artistas ímpares e pretendeu calar um órgão de informação de tendência iconoclasta de esquerda libertária. Mas se se pretender alargar o âmbito das condenações globais para todo um grupo islâmico pode estar-se a cair num erro trágico.

O castigo para este acto terrorista vai ser difícil de encontrar. Muito difícil. A melhor solução, para já, é prender os responsáveis, em prisão preventiva, sem lhes concederem os direitos que por cá agora se reivindicam...a propósito de um preso "político" que cá sabemos.

A imagem é da Charlie de Maio de 1976.




114 comentários:

AAA disse...

Acho mal que já estejam a aparecer fotos dos Fulanos a dizer que são terroristas, assassinos e o camandro! Então estes não têm direito ao seu bom nome? Enquanto não forem condenados e a sentença não transitar em julgado, são inocentes se faz favor!

josé disse...

E o segredo de justiça, como é? Então como é que é, hein?!

josé disse...

os islâmicos deviam ter um João Araújo...aliás goês.

Era garantido que iriam ser bem defendidos.

João José Horta Nobre disse...

"os islâmicos deviam ter um João Araújo...aliás goês.

Era garantido que iriam ser bem defendidos."

HAHAHAHAHAHAHAHAH

Essa foi de morte!

Floribundus disse...

não sou Charlie, nas horas vagas sou Rui

o melhor daquela zona do xi é o museu Carnavalet ou da cidade

não direi o mesmo do Picasso, de quem gostava unicamente por ser adepto de touradas

o terrorismo islâmico tem estado a tomar o pulso ao ocidente, cujo Naufrágio é evidente (Spengler)

é 'muito péssima'a minha visão de politicamente incorrecto

os araújos deviam ser devolvidos

'a cobardia continua'

zazie disse...

Boa, José.

Para um post destes é que é preciso ter coragem.

Eu nem estava a ver a coisa. Estava a leste que fossem judeus e que tivesse havida longa história de provocação bem direccionada.

É uma treta. Temos esta maltosa a mandar cá dentro por não nos termos sabido impor.

Na Holanda é a mesma palhaçada- bodes por uma lado; turbantes por outro; tudo a ganhar terreno.

zazie disse...

«os islâmicos deviam ter um João Araújo...aliás goês.

Era garantido que iriam ser bem defendidos.
»

AHAHAHAHAHAHAHA

BELIAL disse...

Tanto picaram o boi que...

É assim que se cai na real.

zazie disse...

600 mil exemplares semanais é outra coisa.

Estava a leste disto.

Acho que está a maioria das pessoas, pelo menos por cá.

Uma treta. O médio oriente cá dentro e as provocações dos que foram minorias a mandar no que preferiu ser ateu e está por tudo.

José Domingos disse...

Nunca achei muita piada ao Charlie, mas tem todo o direito de existir, como TODOS os outros. Acho curioso, os “jornalistas” falarem tanto do ataque á liberdade de expressão, quando eles próprios, se autocensuram, através do politicamente correcto, que tão bons resultados tem dado.
Acredito piamente, se fosse atacada a sede da frente nacional em França, com os mesmos numero de mortos, a coisa dava um dia, dizendo que eles é que tinham provocado, etc…..ou melhor, existem uns mortos, que são mais mortos que outros.
Os jornalistas, a grande maioria, faz o que o patrão manda ou o partido ou o sindicato, quer dizer moços de fretes. Sera bom que tivessem coerência e critérios iguais.
Vão á merda mais o multiculturalismo, a grande maioria dos muçulmanos, são tolerantes até chegar ao poder, parecem os comunistas.
Na França e na Inglaterra, a charia é aplicada, por exemplo. ás mulheres, sobrepondo-se ás leis dos países e os moços de recados, nada, deve ser para não ferir susceptibilidades. A esquerda, continua a lavar mais branco. Desculpem os termos, mas não tenho paciência para estas merdas.
Creio que isto não acaba aqui, os ovos estão a começar a dar frutos.

Daniel Gonçalves disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Daniel Gonçalves disse...

Só se fala dos cartonistas e só se refere a liberdade de expressão dos jornalistas do Charlie. E então as 4 vítimas mortais que não eram cartonistas? Não possuem direito a serem mencionados nos "media" ou direito a compaixão? O rebanho politicamente correctamente só encara como vítimas os seus alinhados, os outros não são dignos nem possuem os mesmos direitos.

muja disse...

Retomando a linha do José nos comentários do anterior, creio que será de interesse:

http://www.theguardian.com/world/2008/aug/03/france.pressandpublishing

Maria disse...

José, o título que deu ao seu texto de hoje vale mais do que mil palavras. Quanto ao seu conteúdo duzentos por cento d'acordo. E não, efectivamente não somos todos Charlie. Muito longe disso. A onda gigantesca do "je suis Charlie" que se propagou/propaga à escala mundial - a ela uns amigos nossos, entre os quais dois judeus portugueses, chamam-lhe farsa muito bem encenada e melhor montada por quem é exímio nestas andaças, isto é, em levar à cena peças congéneres por quem sabe da poda - não é mais do que um negócio pago a peso d'ouro, o qual sem a imprescindível colaboração da (vendida ou comprada, como se queira) comunicação social a nível global seria impossível de concretizar.

Mais uma vez muitos parabéns pela frontalidade mas também pela genuinidade que as suas palavras encerram e muito particularmente pela razão (faculdade de bem julgar, de discernir o bem do mal) patente no sensato título que encima o escrito, como igualmente e repetindo-me, no seu inteligente conteúdo.

S.T. disse...


O bando do 44 foi lesto a colar-se à «multidão» na baixa ...

José** disse...

Um reparo puramente por sorte: o editor em chefe da revista tinha alcunha de "Charb" por "Charbonier" que era seu nome de familia (Carbonario).

foca disse...

S.T.
Ontem quando vi na Tv foi isso que me veio à ideia.

Grande parte deles passaram as ultimas semanas a censurar os jornais que dão noticiais pouco abonatórias do 44

Ou seja, toda a liberdade de imprensa é boa desde que tenha lá um Sergio Figueiredo a controlar o que se publica.

JC disse...

A apontar no sentido do que tem vindo a ser aqui defendido:

"Paris: Tiroteio em loja judaica faz 2 mortos e 5 reféns"
"A confirmar-se o suspeito, sabe-se que tem ligações aos dois terroristas que mataram 12 pessoas no ataque à redação da revista Charlie Hebdo"

http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=523572

S.T. disse...


Pão e circo , foca .

Maria disse...

Como sugeriu Muja e bem, os dois 'terroristas' ainda não detidos, quando o forem, serão encontrados mortos, terão sido abatidos... como manda a lei (usando uma expressão antiga para casos que se tinham como certos por antecipação e que se adaptam perfeitamente ao presente). Salvo algum acontecimento inesperado e não programado, isto será mais certo do que dois e dois serem quatro.

Luis disse...

Como sou ingénuo, acredito que todas estas manifestações de condenação destes actos terroristas indesculpáveis, imbecis e próprios de quem navega no esgoto da baixa sociedade, contra o "Charlie" também ocorreriam com igual relevo se o jornal fosse de direita conservadora. A liberdade de expressão e de imprensa, enquanto direito fundamental, não tem cor nem credo.

S.T. disse...


Luís , és mesmo ingénuo.

Se o Charlie Hebdo fosse da Frente Nacional , já tinha caído a Torre Eiffel e o Eliseu ( equivalentes ao nosso Carmo & Trindade ) ...

:)

S.T. disse...



( ao segundo cartoon do profeta já tinham a S.O.S. racismo à perna , a morder-lhes as canelas ...)

S.T. disse...


Havias de ver o chinfrim , se viesse um Fernando Nogueira , um Rui Machete ou uma Teixeira da Cruz , dizer que «se estava a cagar para o segredo de Justiça» ou que «um arguido tem o direito a violar a lei para se defender» ...

Floribundus disse...

a bófia francesa fez cagada EM DIRECTO

'mata que é islâmico!', não tens direito a julgamento para saber se eras culpado

até levaram as tvs


PQP

«Os dois suspeitos do atentado em Paris estão cercados, refugiados e com um refém numa zona industrial a norte da capital francesa. A operação de captura começou manhã cedo, com uma perseguição na auto-estrada, acompanhada em direto pelas agencias de informação.

Floribundus disse...

Andreas Baader

Ulrike Meinhof
« morreu em sua cela na prisão de Stammheim, em Stuttgart, por enforcamento, em maio de 1976. Sua morte, se por suicídio ou assassinato, é alvo de controvérsias até hoje.»

com o cinto

tudo muito civilizado e respeitador da lei e ordem

zazie disse...

O que é que o palerma do Passos Coelho vai fazer para a manif de Paris?

Ele há cada toino que faz favor.

E leva a travesti.

Floribundus disse...

o terrorismo de estado
dos gringos da maratona

ajudou a por fim à confiança no
falecido estado de direito

zazie disse...

C'um caraças; até a AlQaeda está neotonta em micro-células e em ataques primários.

E eram franceses, como o José tinha dito. Argelinos nascidos lá.

Agora a doutrinação é que é outra coisa e isto não é nada problema básico religioso nem de integração na sociedade.

É política e ideologia com carne para canhão de tudo o que é mais ignorante, mais besta mais grunho.

Tal como os nossos "neo-mongos" a sujarem as paredes da mesquita dos coitados dos ismaelitas.

zazie disse...

O facto de serem franceses é uma mega macacada.

Porque a maluca da Le Pen diz que é coisa de imigração e mandar embora e agora como é que vão diferenciar o que tem a mesma nacionalidade e mandar para onde?

eheheheh

Claro que o problema são os doutrinadores e esta cena de andar tudo em passeios truísticos à Síria e deixarem-nos voltar nas calmas.

Mas é uma cegueira estúpida isto de os chefes-de-estado europeus se juntarem todos numa manif.

Quer-se dizer- mesmo qualquer terrorista de QI em descongelamento não podia desejar melhor ocasião que uma viajem destas.

zazie disse...

E mau será se se deixarem controlar pelos provocadores kosher.

jbp disse...

https://fbcdn-sphotos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xfp1/v/t1.0-9/10906017_10204220748692353_3228330416670423025_n.jpg?oh=649974825473375b0c0328e32cfa78b6&oe=556B5FC1&__gda__=1433257124_8ad27bd4e8e3de68310d1965ca015845

Floribundus disse...

vão a Paris limpar o ânus ao hollande (annus horribilis).

o gajo meteu-se em guerras onde não era chamado

em vez de estar atento aos bairros da racaille de Sarkozi

'habituem-se!'
a mais 'cenas eventualmente chocantes'

João Vaz disse...

Zazie, não eram franceses, eram muçulmanos. É diferente. Nasceram em França, sim, e depois? foi o Coulibaly que disse "por que razão se espantam por vos atacarmos se vocês nos atacaram?". Ou seja, são eles que se reconhecem como muçulmanos antes de serem franceses, portugueses ou outra nacionalidade. Depois falam em integração? como, se a fidelidade deles é ( e não pode ser de outra maneira ) para com a comunidade de crentes?

zazie disse...

Sim e depois, para a lógica de mandar para a terra deles como é que tenciona fazer?

A crença religosa nada tem a ver com a nacionalidade.

Pensei que se ensinava isso na escola.

zazie disse...

E os judeus, como é?

Podem ser franceses em França ou pelo facto de terem a religião judaica também não deviam estar lá?

V.s conseguem ter QI de animal doméstico e depois é assim.

zazie disse...

Acaso os judeus se consideram primeiro qualquer outra coisa que judeus, tenham lá nascido onde tiverem?

E não exigem tudo especial e apenas deles, incluindo escolas, cemitérios, ritos e por aí fora?

zazie disse...

E quem disse que "não estão integrados"?

Que raio significa este chavão?

Então não estão por cá integrados todo esse pessoal dso bairros sociaos que suja a cidade inteira com a merda dos graffiti?

Não estiveram sempre bué de integrados todos os militantes terroristas de extrema-esquerda?

Não sabem falar estranjeiro mais que qualquer prof portuguesa?

":OP

Estão tão integrados que até têm bunkers próprios e Estado Social à desposição.

Mas a crise toca a tudo e a cena identitária é mel para mongo.

Só a monguice sem moral pode explicar como muitos doutrinadores até são bem ocidentais e cheios de vontade de utopia.

zazie disse...

E veem tv.
Já me esquecia.

zazie disse...

Que raio de neo-monguice pode ser aquela de irem também graffitar a lindíssima mesquita dos ismaelitas?

Se é isso a dita extrema-direita, então mais vale terem aulas com os pretos da linha.

João Vaz disse...

Zazie, você é um bocado limitada, mas pronto. Vou-lhe explicar devagarinho, a ver se percebe: primeiro, o que é que os pretos têm a ver com isto? segundo, no islão há uma coisa que se chama ummah e que se pode traduzir por comunidade. O crente deve fidelidade a essa comunidade, antes de qualquer nação. Portanto, não há hipótese de falar em integração quando, para esta gente, a fidelidade primeira é para com a religião. Em relação aos judeus, não os vejo a expandirem-se violentamente pelo mundo fora. E em relação à mesquita lindíssima, há edifícios construídos pelos marxistas que também o são, o que não invalida que fizessem parte de um projecto totalitário, tal como o islão. Percebeu ou é muito para as suas fracas capacidades?

João Vaz disse...

Quanto ao "vocês têm qi de animal doméstico", não sei quem são o "vocês", mas já reparei por aqui, pelo blasfémias e pelo Insurgente que a Zazie, quando lhe falta o verbo vai pelo insulto. É de se ver ao espelho e perceber que, com os anos, as capacidades não melhoraram que ficou assim amarga ou já é de nascimento?

zazie disse...

ò imbecil- explica lá para onde deportas pessoas por religião.

Vá, força.

És mongo e eu nem aguento ler monguices

zazie disse...

Deves ser uma mascote da nossa extrema-direita.

São assim, mongolóides.

Agora a mesquita dos ismaelitas é totalitária.

Sabes quem foi o arquitecto, ó analfa?

Sabes quem era o Agah Khan?

zazie disse...

Olha aí, analfa, imagino que a catedral de Milão tenha sido obra de fanático islâmico.

S.T. disse...

Entretanto , o Paulo Pedroso lá foi a Évora para ficar na fotografia ( da nossa esquerda libertária ) .

zazie disse...

Aprende aqui, ó analfa que nem devias andar para aí com essa efígie a fazer de avatar

http://www.theismaili.org/ismailicentres/lisbon

João Vaz disse...

Triste, só para acabar a conversa, que não costumo dar palha a burros: muitos portugueses de segunda geração têm sido deportados do Canadá e EUA depois de fazerem asneira. Os franco-argelinos, luso-marroquinos, etc podem seguir pelo mesmo caminho. Percebido ou é preciso um boneco? quanto ao Aga Khan, já que a senhorita gosta de puxar dos fracos galões que possui, digo-lhe antes para ir ler Sayyd Qutb, Hassan al-Banna, Abdallah Azzam e outros. Depois comece a falar sobre islamismo e fundamentalismo, se conseguir articular duas frases completas, que os seus aforismos, fora o fraco conteúdo, são uma ofensa para quem domina a arte, que você para Nietzsche ou Rochefoucauld tem muito que andar. Saudinha e atenção quando comer, não vá morder a língua e sufocar.

zazie disse...

Vai para o caralho.

Deporta-se pessoas pelos comportamentos indesejados; nunca por terem uma religião.

V.s são mongos em extremo grau e deviam ser deportados para o Jardim Zoológico.

zazie disse...

Ao que esta palhaçada televisiva chegou.

Estes bimbos vêem tv e depois lá têm de imitar tudo, mesmo quando a coisa nem se aplica.

A belíssima mesquita da Praça de Espanha que já estava planeada em tempos de Estado Novo, é agora para esta extrema-monguice nestlé, um símbolo totalitário

AAHAHAHAHAHAHAHA

Unknown disse...

João Vaz,
Se quer encontrar uma comunidade que no triste pos 25/4/1974 deu provas de portuguesismo, procure na comunidade muçulmana da Guine ou de Moçambique. Aliás, quando aquelas terras foram entregues 'a URSS, vieram em massa para a Metrópole, sendo que a esmagadora maioria nunca cá tinha posto os pés. E durante a Guerra de África, de forma constante, apoiaram o esforço das Forças Armadas como poucos.

Miguel D

João Vaz disse...

"Vai para o caralho", diz a senhorita, do alto da sua sapiência.
Unknown, os guineenses deram provas de portuguesismo, pois deram. E foram miseravelmente abandonados, muitos deles, para serem fuzilados pelos comunas. Mas não é isso que está em causa. Eu posso perguntar até que ponto eles eram, de facto, muçulmanos. Porque faz-se, muitas vezes, a distinção entre católicos praticantes e não-praticantes, mas isso não faz sentido. Ou se é católico ou não. No caso do islamismo, idem. Será que para as autoridades islâmicas sauditas ou egípcias esses guineenses ou moçambicanos podiam classificar-se como muçulmanos, de facto? tenho dúvidas, na maior parte dos casos - não estou a falar em Abdel Vakiim ou outros. Não é por acaso que os sauditas e qataris, mas sobretudo os primeiros, têm insistido tanto no proselitismo em África. Precisamente porque o islamismo ali praticado tem grande falta de bases teológicas. A questão é saber se os guineenses e outros, quarenta anos depois, estão já islamizados nesse modelo. Já nem falo dos paquistaneses ou marroquinos que entretanto chegaram a Portugal. Porque, volto a dizer, para o muçulmano o que conta é a ummah, não é a nação. E não sou eu que o digo, são os teólogos islâmicos.

João Vaz disse...

Senhorita Zazie, você é tão triste que se torna cómica, do alto da sua grunhisse. A sua extrema-direita é aquela do American X, certo? ou é a do canal História? olhe que não são grandes referências quanto a isso. Eu até lhe dava algumas indicações sobre o que ler, para ver se percebe o que é a extrema-direita, mas depois das referências que lhe aconselhei sobre o islamismo, temo que seja muito para si. E não quero ser responsável por um esgotamento. Se essa cabeça já anda assim só de ler o CM, o que será se pegar num livro a mais? (atenção que eu também gosto do CM, traz crimes e tudo. Já não traz as gajas, mas pronto, tem lá o Marinho que também é bom). Força nisso Zazie, é não se esqueça dos comprimidos antes de deitar, embora não lhe estejam a fazer grande efeito.

João Vaz disse...

Falei em Abdel, mas estava a pensar em Suleiman Mamede. Confusões. A idade tudo traz, não é só à Zazie.

Unknown disse...

Joao Vaz,
O que diz nao faz sentido nenhum. Por um lado reconhece as provas de amor a Portugal que tantos muçulmanos de Africa deram com enorme sacrifício pessoal.
Mas depois acha que nao eram bem muçulmanos por causa da opinião de uns qataris ou sauditas? Mas a quem importa se uns marmanjos nao sei donde acham qualquer coisa sobre patriotas portugueses? Que autoridade religiosa tinham eles sobre os portugueses muçulmanos de Africa?

Miguel D

zazie disse...

Mas que raio de imbecil havia aqui de aparecer.

Ordinarote o tipo. Todo preocupado com os muçulmanos que nunca viu na vida e com grunhice besta contra mulher.

zazie disse...

Devem aprender isto em palestras na zona jota.

Há um que também pasta pelo Insurgente que se diz muçulmano de direita da Zona Jota


Deve ser um preto de carapinha loira

":O)))))))))

zazie disse...

E vai uma aposta que este é farrusco?

É. Ainda há tempos vinham uns no combóio de Sintra a gritarem aquelas imbecilidades tribais contra imigrantes e um deles era mulato e também gritava: morte aos pretos!

ahahahaha

zazie disse...

No outro dia uma brasileira contou-me que o cunhado que é goes também decidiu ir para Inglaterra.

Como já vai nos 35 anos e não faz nada, os pais puseram-no fora de casa.

E agora o tipo está a viver numa casa com outros monhês e desatina porque diz que não gosta de indianos

":O)))))))))))

zazie disse...

Deve ser como este- convenceu-se que era nacionalista copo-de-leite.

AHAHAHAHHAHAHAHA

zazie disse...

Este está bem para o Mujah e para a Maria.

Esses também muito gostam de papaguear merdas decoradas da net.

ahahahahahah

Como as pessoas se tornam bestas só para se sentirem protegidas em grupo.

Sem manada não se devem sentir gente.

zazie disse...

Mas é como disse o Sampy noutra caixinha: Não há melhor maneira de unir as pessoas do que se arranjar um inimigo.

É mesmo isso. Precisam de espantalhos contra quem marrar porque têm défice de gosto pela vida.

São iguaizinhos ao que julgam combater. Vivem a espumar raivas idiotas por palavras, por chavões, por gritos tribais sem qualquer sentido de humanidade lá dentro.

zazie disse...

A maluca da Hiena de Matos é assim.

Sempre a aproveitar para combates à escala mundial contra gente que nunca viu na vida.

Sempre a imaginar-se uma passionária de kipah.

Vivem com pálas nos olhos.

zazie disse...

Este idiota, se vivesse no Polo Sul e tivesse tv e facebook aposto que também era capaz de vandalizar um igloo por causa do perigo do islão.

João Vaz disse...

Miguel, vamos lá separa as coisas: os guineenses e os moçambicanos eram portugueses e deram provas de amor a Portugal. Como houve angolanos e timorenses. Mas o que eu lhe estou a dizer é que podiam ser muçulmanos nominalmente, mas não de facto. É como a questão dos católicos. No último censo, mais de 70% dos portugueses declararam-se católicos, mas não há 70% de facto. Tenho conhecido "católicos" que acreditam na reencarnação, por exemplo. Ora, quem acredita na reencarnação não é católico, não faz parte da doutrina católica. Com os muçulmanos, idem. Esses guineenses podiam ser muçulmanos nominalmente mas quantos o eram realmente? quantos teriam lido o Alcorão, conheceriam os hadith e por aí? isso é importante. Quanto aos qataris ou sauditas terem influência nos africanos, claro que é importante. O Papa está no Vaticano mas influencia os católicos africanos, certo? apesar do islamismo não ter uma figura correspondente, o que os sauditas pregam reflecte-se em imensas comunidades islâmicas. Porque são eles que financiam desde as mesquitas aos pregadores. Portanto, que o "islão" guineense fosse uma coisa há quarenta anos, não invalida que hoje seja outra, mais próxima do islão literalista, se assim podemos falar. Saúde.

João Vaz disse...

Zazie, ainda não percebi: a namorada trocou-a por um esquinéde? foi isso? ou foi por um "farrusco", como a senhorita gosta de dizer?

zazie disse...

Este imbecil é militante do PNR.

Fica à vista o que essa coisa também é.

Estamos tramados.Ou temos esquerda monga ou extrema-monguice desta.

Mas faz parte de um grupo que não diz o mesmo.
Pelo contrário. Até condenam o Hebdo.

O que não deixa de ter a sua piada porque em tudo é assim.

zazie disse...

Aqui:
https://plus.google.com/113546131546491031626/posts

Este coleguinha dele não acha bem insultos religiosos contra o catolicismo.

Este mongo, gosta contra o islamismo.

E deve ter sido uma das bestas que sujou a mesquita.

Aposto qeu foi.
Porque a mongalhada bimba é logo para isso que está pronta.

Tanto andam como yobs a sujarem a cidade como mudam de tribo para fazerem o mesmo- merda que é o que são.

zazie disse...

É pois:

Militante do PNR por Castelo Branco


http://almapatria-patriaalma.blogspot.pt/2009/08/pnr-entregou-as-listas-para-as-proximas.html

O grunho.

zazie disse...

O Dragão, como sempre, na mouche

http://dragoscopio.blogspot.pt/2015/01/nao-sois-charlie-nao-senhor.html

João Vaz disse...

Zazie, a senhorita anda desactualizada. Não sou do PNR, fui. São coisas diferentes. Porque as pessoas evoluem. Ou devo dizer antes, algumas pessoas?

zazie disse...

Conseguiu ser expulso do PNR

Isso é obra para um mongo.

João Vaz disse...

Sabe Zazie, vou-lhe dizer uma coisa porque sinto que podemos ser amigos: neste momento, o que me preocupa de facto é o facto do Benfica continuar a ser levado ao colo pelas arbitragens. Isso é que é triste.

muja disse...

Zazie,

Que mania esta a sua de persistir em me enfiar em sacas, caixas e caixotas.

O que é que eu decoro da net, faça lá o favor de dizer.

Ainda há dias lhe deixei o nome de três autores com livros publicados - e que eu li - antes de 1950. Um era um abade francês do tempo da revolução francesa; outro pode dizer-se que foi um dos criadores da indústria moderna; e outro foi correspondente do "The Times" durante anos, conheceu Churchill, Mussolini, Hitler, Smuts, entre outros.

Pessoas a quem V. chamou implicitamente, imbecis e que escreveram, mais ou menos, a mesma coisa. Coisa a que V. chama "decorada da net".

Estamos um pouco longe do 911 truth ou da rainha elIzabete com cabeça de reptil quand même...

muja disse...

Ao Luis ingénuo:

Até pode ter razão, mas a questão não é essa. A certa é: se isto acontesse há quinze ou vinte anos, como era?

Eu digo-lhe: era igual, mas as manifestações seriam pelo pobre polícia muçulmano que estava a guardar o jornal e levou um tiro na cabeça.

zazie disse...

Esta´bem, esqueça lá isso.

Entre debate com o idiota do ex-PNR e vai ver como entende o que eu disse.

":OP

zazie disse...

As coisas não acontecem por razões matematicamente programadas e v. tem essa mania.

Tudo tem de entrar em esquemas com resultados que encaixem.

Claro que o mundo não é assim e um crime destes não é feito ou deixa de ser feito por motivos de a quem vai ou não vai lucrar com ele.

As teorias da conspiração são formas palermas e rebuscadas de não se aceitar o que é mais simples de entender.

Isso e tudo o resto- a Lei, as cenas bíbilicas, as cenas da Torah, ou do Corão, tudo lido à letra, como se vivessemos há milhares de anos é nada para os casos práticos de hoje em dia.

zazie disse...

O Dragão referiu de forma muito certeira como até esta merda do dito fanatismo não precisa de grandes explicações religiosas.

São mongos.

Grupos políticos que lidam com mongos não estão à espera que eles entendam grande teoria.

Estão à espera que se dediquem à cena e dêem a vida por ela, se for preciso.

Para isso, pega-se no mais básico que lhes pode de alguma maneira, por educação e relação familiar e de identidade e pronto. Já está- têm a recompensa lá em cima, estes são os inimigos que achincalham e querem destruir, indica-se um alvo, a coisa está feita.

Aplique a mesma lógica para tudo- os mmongos que reagem com cagadas imbecis ou ululam por generalizações, dizendo até que as religiões, ou apenas aquela é que são cirminosas, são da mesmíssima ordem-

São mongos.

Uns estão dispostos a tudo, outros apenas a merda e histerismo menor.

a.leitão disse...
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zazie disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
zazie disse...

Ó leitoa- vai conjugar o verbo enjoar que nem a primária hás-de ter.

João Vaz disse...

Só para concluir, e sem querer alarmá-la, acho que a senhorita tem de ter cautela com o psiquiatra. A medicação anda a falhar. Diga-lhe, como quem não quer a coisa, que pediu uma segunda opinião e que talvez fosse boa ideia tentar outra abordagem terapêutica. Coisas alternativas, não, que isso é falcatrua, mas talvez alterar os medicamentos ou reforçar a dose. Agora, tem é de se comprometer com o que ele disser, certo? força nisso.

josé disse...

"São mongos.

Grupos políticos que lidam com mongos não estão à espera que eles entendam grande teoria."

Pois serão, mas o problema mudou de figura com a adesão oportunista dos "líderes" na manifestação de hoje, em Paris, com mais de um milhão de pessoas.

Estas coisas são dinâmicas e adquirem vida própria depois de certos factos e fenómenos.

Um ataque a um jornal de judeus, com humor esquerdista libertário e pró anarca ( mas apenas qb) é transformado num ataque à Liberdade!

Fantástico.

Temos assim novos dados e é com estes que devemos jogar.

Vou já jogar com coisas que trouxe.

Na Sexta-Feira nas ruas de Paris havia um ambiente de guerrilha latente. Muito menos gente nas ruas, apreensão geral nos bistrots a verem televisão e especulações sobre fecharem aeroportos e recolher a casa. As recomendações eram nesse sentido e notava-se uma diminuição de pessoas nas ruas apesar de ser dia de grandes saldos...

Quando se falou no tiroteio em Vincennes foi um momento de apreensão. A polícia nas ruas não era muita mas era visível, com metralhaoras aperradas em certos sítios.

Junto á embaixada americana ( e perto do Eliseu), ao começo da tarde, era visível o aparao policial mas não muito impressionante.

Depois de ter visitado o Quartier Latin e as livrarias do Bvd St Germain soube que os "terroristas" tinham sido apanhados. Ufa! As pessoas em geral temiam um atentado em qualquer lugar e por isso sentia-se o ambiente nas ruas.

Só me lembro de sentir o mesmo uma vez: Setembro de 1975 em Lisboa...

zazie disse...

E viu hoje a manif?

Ele há coisas- chamarem capital do mundo a um país onde é proibido usar-se símbolos religiosos em locais de serviço público

Floribundus disse...

José
o ser humano é medroso por natureza.
desde sempre temeu o desconhecido.
o cabo Bojador é de todos os tempos

um conhecido ficou ofendido por eu ter dito que a bófia (400) matou 2 islâmicos.

num estado de direito a polícia existe para prender e levar a julgamento

o estado não deve combater com igual selvajaria a dos delinquentes

swe o governo fosse de direita chamavam-lhe terrorismo de estado

nunca vi um terrorista ser julgado:
Baader-Meinhof, Che, delinquentes de 1968, os gringos da maratona ...

'és jornalista nunca serás um ser humano'

Rui disse...

Boa noite José,
se me permite dar uma sugestão, gostava de ouvir a sua opinião quanto ao sucateiro de Ermesinde condenado a pagar uma idemnização a um assaltante que invadiu a sua propriedade e caiu numa armadilha.

Sei que não costuma falar deste tipo de casos mas de facto a sentença suscita alguma espanto.

Cumprimentos

zazie disse...

Não é preciso pedir ao José.

Basta a lógica básica da questão.

Tem aqui quem explica sem ser jurista:

http://www.geralforum.com/board/37/633463/ermesinde-tem-de-indemnizar-ladrao-que-ficou-incapacitado-de-roubar.html

josé disse...

Não vi a manif porque a essa hora estava a experimentar a bagagem na Transavia, a ver se cabia no cubículo.

E no aeroporto, tudo normal.

zazie disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Apache disse...

“Eu digo-lhe: era igual, mas as manifestações seriam pelo pobre polícia muçulmano que estava a guardar o jornal e levou um tiro na cabeça.”

Não se refere a este polícia, pois não Muja?

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/charlie-hebdo/paris-video-amador-mostra-terroristas-a-abater-policia

Este também terá, alegadamente, levado um tiro (ou mais), mas em zona(s) do corpo com algumas camadas de roupa.

muja disse...

Era a esse sim.

Mas não vi video nenhum, só li que o tinham abatido com um tiro na cabeça, já depois de o terem atingido inicialmente.

muja disse...

As coisa não acontecem matematicamente, Zazie. Quando são planeadas, acontecem de acordo com um plano, melhor ou pior.

O que todas essas pessoas dizem é que existe pelo menos desde o século XIX um plano - uma ideia - cujas descrições aparecem de vez em quando, mas que são muito consistentes tanto na descrição do mundo e da sociedade, mas sobretudo são extremamente certeiras nas previsões que fazem e que nós, a posteriori, podemos confirmar.

E pouco importa se são precisas explicações ou deixam de ser. Os documentos e os factos existem. Ignorá-los é enterrar a cabeça na areia.

Os papéis de Adam Weissaupt e os Iluminatti na Baviera, os documentos no Vaticano sobre a Alta Vendita e os Carbonari, o documento intitulado "Protocolos", tradução para inglês de um capítulo de um livro russo que um correspondente do Times trouxe de lá e que está no British Museum, todos descrevem uma ideia semelhante, com métodos semelhantes e com objectivos semelhantes, muitos dos quais - e hoje mais ainda - se verificam cumpridos e atingidos.

É coincidência que se verifique hoje o que está descrito e previsto em papéis que foram publicados ao longo dos últimos trezentos anos?

Existe uma conspiração. Isso é dado adquirido e tanto faz que V. acredite como não. Já não é questão de crença. Está demonstrado. Resta querer saber os factos ou não. E as origens - a ideia - pode ser traçada pelo menos até Cromwell.

E se ainda era secreta no século XVIII, hoje, largamente atingidos muitos dos objectivos, passeia alegremente a céu aberto. Se foram alguns judeus que a criaram, ou se se apropriaram dela não sei. Mas é certo que de há cento e tal anos para cá, é evidente que são eles quem a dirige e cujos objectivos ela cumpre.

Pode ter a certeza que as duas guerras mundiais se incluem nisso. Foram instâncias de um fenómeno que já vem nos papéis referidos e foram previstas por alguns personagens relevantes. Max Nordau, mão direita (ou vice-versa, nunca se sabe muito bem) do (conhecido como) criador do Zionismo, Theodor Herzl previu-a (i.é declarou que aconteceria) em 1905, assim como um governo mundial, e todas essas coisas das "teorias da conspiração".

Basta comparar o que era a Europa - e, por conseguinte, o mundo - quando o zionista Nordau botou profecia - e o que é agora: a Igreja, e a Cristandade são uma sombra do que eram e são hoje perseguidas; aparte a Rússia - não existem nações soberanas na Europa - e mesmo no mundo, a única que dá disso provas inequívocas é Israel; a sociedade degradou-se a tal ponto que nem é sequer capaz de se reproduzir, todas as imoralidades, degenerações, taras e esquizofrenias são, para além de toleradas, promovidas ao ponto de negar o que é naturalmente evidente; culturalmente a degradação é igual ou pior: a arte virtualmente não existe, a música, teatro, cinema e literatura são "showbiz" e dificilmente distinguíveis de publicidade - que aliás, já é chamada arte, a educação é politicamente condicionada, a instrução deficiente, às populações são-lhes forçados os espetáculos mais degradantes e embrutecedores pela comunicação em massa; o trabalho produtivo - quer industrial quer o de ofícios - virtualmente desapareceu, a esmagadora maioria é completamente dependente do Estado... a lista continua.

Em suma, os últimos cem anos podem ser - apenas podem ser - efectivamente descritos como catastróficos.

Ingénuo é aquele que acha que tal estado em coisas acontece "naturalmente", ou por acaso. Depois de 1800 anos de desenvolvimento civilizacional constante e progressivo, sob a égide do Cristianismo, bem não, e cai tudo por terra sem se saber muito bem como.

Ora, sabe-se como. Está escrito nos papéis das "teorias". Eles indicam o método e todos os sintomas acima descritos.
Esses três homens cujos nomes eu aí deixei mostram o quem.

muja disse...

E antes que venham por aí ridicularizar os Protocolos, dizendo que são uma falsificação bla bla bla, considere-se o seguinte:

Uma falsificação, é uma falsificação de alguma coisa.

Admitindo que são uma falsificação, são então uma falsificação de quê?

Quanto à autoria, é irrelevante. É o conteúdo que interessa.

Mas, para ilustrar, houve quem atribuísse a autoria aos Jesuítas. Estes limitaram-se a negar tal imputação e o assunto ficou ali encerrado.
Outros porém, atacaram o próprio documento (sem nunca, porém, discutir o conteúdo - et pour cause) e todos quantos sobre ele se pronunciassem. Confirmaram assim, pelos actos, a própria coisa que pelas palavras pretendiam negar.

muja disse...

A ler um livro apenas, leia-se este:


http://www.controversyofzion.info/
http://vho.org/aaargh/fran/livres/reeedcontrov.pdf
http://www.amazon.com/The-Controversy-Zion-Douglas-Reed/dp/0984473378

zazie disse...

Não me referia a nada disso.

Quanto ao Nordau até fui eu que o andei a postar online.

Mas esqueça.

Um dia destes, quando for oportuno, aponto-lhe obectivamente o seu erro.

zazie disse...

V. imagina sempre. de forma monolítica, e com recurso a textos sagrados, o comportamento dos judeus.

E não é assim. No caso destes nem sequer eram praticantes.

é uma questão muito mais difusa que nada tem a ver com "ditames da Lei".

Esses "ditames da lei" aplicam-se a todos os fanáticos, a começar pelos jihadistas.

muja disse...

Caramba. De certeza que V. não lê tudo o que escrevo.

O judeus de que falo não são os do jornal. Nem os do "dia-a-dia", por assim dizer.

São os fariseus. Os talmúdicos.

Tem tudo que ver com a Lei. Aliás, a história do século vinte, tal como nos é apresentada hoje em dia, é uma história nos moldes da Lei e da profecia estabelecida por aquela.

O Controversy of Zion detalha minuciosamente isso:


The creed which was given force of daily law in Judah in 458 BC was then and still is unique in the world. It rested on the assertion, attributed to the tribal deity (Jehovah), that “the Israelites” (in fact, the Judahites) were his “chosen people” who, if they did all his “statutes and judgments,” would be set over all other peoples and be established in a “promised land.”(Chapter 1).

“In our time, I judge, a barbaric superstition born in antiquity and nurtured through the ages by a semi-secret priesthood, has returned to plague us in the form of a political movement supported by great wealth and power in all great capitals of the world. Through the two methods used, revolution from below and the corruption of governments from above, it has come far towards success in a fantastic ambition of achieving world dominion using these two instruments to incite nations against each other.” (Epilogue)

muja disse...

E penso que a dificuldade da questão é mesmo essa. E foi no Reed que me apercebi disso. Nem mesmo o Ford, que não os junta todos no mesmo saco, conseguiu perceber claramente esse aspecto.

Os judeus não se comportam todos da mesma forma, nem são todos iguais.

Mais, os ditos "representantes" dos judeus - os lobis como a AIPAC dos gringos ou o CRIF francês, não representam, nem de perto nem de longe a totalidade.

Mas convém-lhes fazer-nos - e aos judeus - acreditar nisso. É assim que os dominam e continuam a aterrorizá-los (o termo não é exagerado).

Ou seja, a conspiração não é em relação a nós, "goyim"; a conspiração é em relação aos judeus. São eles o alvo. Nós, goyim, somos apenas parte dela, o nosso propósito é fixo e não depende de nós: primeiro, perseguir os judeus como punição aos "crimes" deles (contra a Lei) e, segundo, ser destruídos por Jehovah quando eles regressarem à observação da Lei.

Daí que a história seja sempre apresentada centrada nos judeus: primeiro os judeus são perseguidos, depois vem o cataclismo (em que os judeus sofrem e morrem) e depois vem a "terra prometida" e as recompensas materiais.

Embora o cataclismo seja indiscriminado, a única coisa que conta são os judeus vítimas. Foi assim na 1a e na 2a nem é preciso falar... E esses são os maiores acontecimentos, mas o padrão repete-se.

O domínio do mundo é domínio sobre os judeus - porque segundo a Lei, os goyim nem são bem pessoas, não contam para nada - desempenham o papel de figurantes. A Lei aplica-se a eles apenas.

muja disse...

E no Reed está lá bem patente: sempre houve oposição interna a esta ideologia tribal: os profetas do Antigo Testamento são o símbolo disso.

Jesus Cristo foi o pináculo. Foi a refutação completa e definitiva.

Daí para cá, continuou sempre a haver judeus que se opunham à ideologia talmúdica até culminar com o Sinédrio do Napoleão.

Mesmo hoje, os maiores críticos da empresa delirante zionista são judeus.

A conspiração é isso mesmo: o meio pelo qual os tribalistas conseguiram sempre alistar o apoio dos goyim para levar a melhor sobre os outros. Mais uma vez, a história de Cristo é exemplar: sem o apoio -ou pelo menos a transigência - dos romanos, não teriam sido capazes de crucificar Jesus.

muja disse...

Mais, os ditos "representantes" dos judeus - os lobis como a AIPAC dos gringos ou o CRIF francês, não representam, nem de perto nem de longe a totalidade

Esqueci-me de referir: a prova provada é que mesmo aqui, no ínfimo rectângulo, a representante dos judeus não é descendente dos que cá vivem desde antes da Fundação: é descendente de polacos - ou seja, dos que viveram séculos sob o domínio totalitário talmúdico nos guetos do Leste.

Isto é incompreensível sem o acima exposto.

muja disse...

E é este o busílis do ódio que os fariseus/talmúdicos ainda hoje votam a Jesus e ao Cristianismo - ele veio fazer o que mais nenhum ousou: libertar os judeus.

De quê? Do domínio do totalitarismo farisaico.

Veio dizer-lhes que fazem parte da humanidade. Que não são o povo escolhido de Jehovah, mas sim filhos de Deus como todos os outros homens.

zazie disse...

Não é nada disso.

Tive afaire com um ortodoxo e não é nada disso.

É uma cena identitária de loga tradição familiar e com raízes que só os ciganos têm.

zazie disse...

E nem precisam de ter ódio algum a nada.

Basta-lhes outra coisa entranhada- a tal paranóia da perseguição.

Identitários em extremo e paranóia da perseguição.

Basta isto nos casos mais gerais. Unem-se apenas quando est´´a em causa Israel ou a "etnia".

Podem ser ateus ou até nada.

zazie disse...

Isso do ódio é maneira de falar que me irrita.

Uma pessoa bem-formada não sabe o que é esse sentimento.

Um judeu bem-formado é igual a qualquer outra pessoa bem-formada.

A paranóia sim. Isso é que é lá está e não se altera.

josé disse...

Para mim "ódio" é a palavra mais chunga que há.

Nunca a uso fora do contexto próprio e que é muito restrito e preciso.

Ódio é chunga porque é traduzida directamente de uma língua pobre e que não consegue exprimir a aversão a algo sem ser por essa palavra.

É por isso que me parece chunga.

muja disse...

Este contexto é preciso e restrito.

Essa paranóia vem de onde? De quê? Qual é a sua origem?
O seu ortodoxo esclareceu-a sobre isso?

Acha que condenar alguém a ferver eternamente num caldeirão de excrementos, como o Talmud prescreve a Jesus Cristo não é ódio? Que a perseguição movida a toda a manifestação cristã não é ódio?

Leia o Reed e depois venha-me dizer que não é nada disso...

Já agora, o seu ortodoxo era sefardita ou ashkenaz? Aposto que era sefardita.

muja disse...

Ora leia:

http://www.controversyofzion.info/Controversybook/Controversybook_eng_18.htm

zazie disse...

Era askhenaz

":OP

Nenhuma pessoa inteligente leva à letra coisas de ferver em caldeirão.

Nem na Idade Média se acreditava muito, quanto mais agora.

A paraóia é a forma de identidade pela História.

A História do Cativeiro da Babilónia (que pode ser mítica) a Diáspora, que é exagerada e as perseguições desde aí que são uma realidade.

Naturalmente teriam desaparecido se não fosse esta paraóia.

Não é assi mtão diferente quanto a vitimização e ressabiamento que os doutrinadores tamém inculcam nos islâmicos.

muja disse...

Era português?

Desculpe a intromissão, mas estou curioso.

Se não quiser responder obviamente não a levo a mal.

zazie disse...

Sim mas de família alemã, como a generalidade deles.

zazie disse...

Era e é. Teve alto cargo na comunidade de cá.

Excelente pessoa.

muja disse...

Então mas usava caracóis e chapéu?

zazie disse...

ahahahaha

Chapeú só se fosse lá nas cenas deles e quando ia à América.

Mas enrolava-se naquelas filactérias no sabath coisa com que matava a rir

E também não estava interessada em judia porque são mais feiosas

":OP

zazie disse...

Mas, por exemplo, para casamento a mulher teria que se converter e os filhos tinha de ter educação rabínica.

Eles tinham rabino de família. Com reuniões correntes.