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domingo, 22 de janeiro de 2017

O livro dos mortos comunistas

Na Europa já ninguém reconhece o comunismo como força política válida e alternativa de poder. Veja-se este artigo na revista francesa Philosophie, último número em que analisa de que doença padecerá a esquerda, no caso francesa, mas alargada a todo o continente. Com excepção de um pequeno reduto na extremidade ocidental, Portugal, que assim figura como uma aldeia de Astérix, ninguém tem um partido comunista e os países que o tiveram despacharam esse lixo histórico para o âmbar das memórias perdidas:


O comunismo na Europa acabou, excepto para uns fósseis que ainda por cá habitam no âmbar ideológico que os consome e fazem esta revista bimestral:


Ao mencionarem as relações internacionais do PCP são incapazes de citar um único partido comunista europeu condizente com o PCP. Nem um. Mas há um no extremo-oriente que se lhes assemelha: o do Vietname!


Quem quiser saber mesmo a sério o que o PCP deseja e sempre desejou para o nosso país há décadas e décadas tem aqui um pequeno vademecum:


Sempre que esta pequena seita de fósseis precisa de exposição eleitoral lá estão os media de sempre prontos ao frete de espanejar o âmbar para mostrar a relíquia. Tudo porque o pai, ou o tio, avô ou mestre foram do Partido ou estiveram presos por causa disso e publicam textos de página com as belíssimas ideias que ninguém pode seguir e a Europa já abandonou há décadas.

Por cá existe ainda o culto a estes mortos, com o respeito que lhes é devido, por causa da família que sofreu as agruras do fassismo ou a solidão das celas de recolhimento onde salgaram as ideias fossilizadas.

1 comentário:

Floribundus disse...

hoje os 4 comentaristas do sapo ridicularizam PPCm a direita, a Pide

pindéricos mentalmente
suburbanos

restam ao pagode
as vitórias do SLB e FCP
e o empate do SCP