
A revista Sábado, hoje publicada, sob assinatura de António José Vilela, trata "O poderoso triângulo da Maçonaria" portuguesa, com a nomeação de alguns membros das "três mais importantes lojas maçónicas em Portugal": a Mercúrio, Mozart e Brasília. Faltam outras, claro, como a Universalis, tratada em artigo anterior. Mas as guerras intestinas, dão nisto: só se expele o que não serve.
Uma fonte do jornalista, não deixa lugar a dúvidas sobre as intenções dos caminheiros do Bem: "ser a elite da Maçonaria e ter poder. Muito poder."
"O poder destas lojas, é o reflexo da influência dos seus membros" , escreve o repórter para apresentar a loja Mozart, liderada por um tal Nuno Vasconcellos, que é assim apresentado:
"Empresário da área dos media, ele é o homem da Ongoing Strategy Investments, a holding da família Rocha dos Santos que há poucos meses adquiriu os jornais Diário Económico e Semanário Económico, que é a segunda maior accionista do Grupo Impresa e que detém 6,9% da Portugal Telecom e 3,5% da Zon".
E é aqui que bate o ponto. O grupo Impresa é o grupo de Balsemão que segundo alguns, terá sido o principal factor de pressão para a decisão do primeiro-ministro, em apoiar o BPP, depois de o seu ministro das Finanças ter dito jamais.
Como é dito, o Expresso, dirigido por Henrique Monteiro, à Maçonaria deve obediência. Nada espantaria que o novo génio da cretinice jornalística da SIC-Notícias, e também do Expresso, seja novel membro da agremiação. A SIC, cela va de soi.
A revista Sábado é do grupo rival, a Cofina de Paulo Fernandes, pretendente a um naco mais substancial de influência mediática e portanto explica-se por aí, o interesse em apontar nomes, moradas e estratégias do concorrente, tentando mostrar-lhe a careca.
Tal manobra já analisada no blog Do Portugal Profundo, configura uma luta de facções a Maçonaria, onde avultam os nomes de José Manuel Almeida Ribeiro, o assessor do PM e outros [ redacção alterada],remete no entanto, para outro aspecto mais central e nuclear: qual o papel da Maçonaria global, no exercício do poder político em Portugal?
É questão que deveria ser colocada e bem mais importante do que o fait-divers dos poderes governamentais versus presidenciais.
Os nomes citados pela Sábado, dão conta de peonagem importante em diversas instituições do Estado, infiltrações maçónicas com o objectivo confessado anonimamente de conquistar poder, muito poder.
E por isso, vemos os nomes de responsáveis do SIS do SIEDM, das Forças Armadas e militarizadas, universitários etc etc.
Fazendo o paralelo com a antiga Loja P2, italiana, a semelhança, ressalta á vista desarmada: um interesse notório em recrutar membros das forças militares e da segurança, numa relação de quase um para quatro, em confronto com o grupo seguinte mais representado, o dos políticos, dirigentes bancários, universitários, industriais, jornalistas e magistrados.
A P2, nos anos oitenta, foi considerada pelo então presidente Sandro Pertini, uma associação de malfeitores. E foi perseguida criminalmente, porque se descobriu que tinha exactamente aquele objectivo concreto: poder, muito poder. De tal ordem, que levaria à subversão do regime, tornando-o uma democracia de nome, apenas.
Em Portugal, estaremos perto desse fenómeno, com estas escolhas e filiações de peonagem maçónica no coração do aparelho de Estado?
O que resta ao director do SIED, Jorge Silva Carvalho, apontado já por duas vezes, como membro emérito do clube que pretende o "poder, muito poder"? A demissão, com certeza. E que já tarda. E a de dois nomes importantes do SIS, indicados por inicial- F.R e J.A. Idem aspas. E ao assessor número um de Sócrates. Obviamente...
Outra pergunta: que interesse particular têm estas organizações secretas que não "dão a cara" e se apresentam como autênticos "cobardes" da democracia aberta e dela têm medo, nos peões de brega das instituições militares e de Segurança? Brincar aos cóbóis?
Uma fonte do jornalista, não deixa lugar a dúvidas sobre as intenções dos caminheiros do Bem: "ser a elite da Maçonaria e ter poder. Muito poder."
"O poder destas lojas, é o reflexo da influência dos seus membros" , escreve o repórter para apresentar a loja Mozart, liderada por um tal Nuno Vasconcellos, que é assim apresentado:
"Empresário da área dos media, ele é o homem da Ongoing Strategy Investments, a holding da família Rocha dos Santos que há poucos meses adquiriu os jornais Diário Económico e Semanário Económico, que é a segunda maior accionista do Grupo Impresa e que detém 6,9% da Portugal Telecom e 3,5% da Zon".
E é aqui que bate o ponto. O grupo Impresa é o grupo de Balsemão que segundo alguns, terá sido o principal factor de pressão para a decisão do primeiro-ministro, em apoiar o BPP, depois de o seu ministro das Finanças ter dito jamais.
Como é dito, o Expresso, dirigido por Henrique Monteiro, à Maçonaria deve obediência. Nada espantaria que o novo génio da cretinice jornalística da SIC-Notícias, e também do Expresso, seja novel membro da agremiação. A SIC, cela va de soi.
A revista Sábado é do grupo rival, a Cofina de Paulo Fernandes, pretendente a um naco mais substancial de influência mediática e portanto explica-se por aí, o interesse em apontar nomes, moradas e estratégias do concorrente, tentando mostrar-lhe a careca.
Tal manobra já analisada no blog Do Portugal Profundo, configura uma luta de facções a Maçonaria, onde avultam os nomes de José Manuel Almeida Ribeiro, o assessor do PM e outros [ redacção alterada],remete no entanto, para outro aspecto mais central e nuclear: qual o papel da Maçonaria global, no exercício do poder político em Portugal?
É questão que deveria ser colocada e bem mais importante do que o fait-divers dos poderes governamentais versus presidenciais.
Os nomes citados pela Sábado, dão conta de peonagem importante em diversas instituições do Estado, infiltrações maçónicas com o objectivo confessado anonimamente de conquistar poder, muito poder.
E por isso, vemos os nomes de responsáveis do SIS do SIEDM, das Forças Armadas e militarizadas, universitários etc etc.
Fazendo o paralelo com a antiga Loja P2, italiana, a semelhança, ressalta á vista desarmada: um interesse notório em recrutar membros das forças militares e da segurança, numa relação de quase um para quatro, em confronto com o grupo seguinte mais representado, o dos políticos, dirigentes bancários, universitários, industriais, jornalistas e magistrados.
A P2, nos anos oitenta, foi considerada pelo então presidente Sandro Pertini, uma associação de malfeitores. E foi perseguida criminalmente, porque se descobriu que tinha exactamente aquele objectivo concreto: poder, muito poder. De tal ordem, que levaria à subversão do regime, tornando-o uma democracia de nome, apenas.
Em Portugal, estaremos perto desse fenómeno, com estas escolhas e filiações de peonagem maçónica no coração do aparelho de Estado?
O que resta ao director do SIED, Jorge Silva Carvalho, apontado já por duas vezes, como membro emérito do clube que pretende o "poder, muito poder"? A demissão, com certeza. E que já tarda. E a de dois nomes importantes do SIS, indicados por inicial- F.R e J.A. Idem aspas. E ao assessor número um de Sócrates. Obviamente...
Outra pergunta: que interesse particular têm estas organizações secretas que não "dão a cara" e se apresentam como autênticos "cobardes" da democracia aberta e dela têm medo, nos peões de brega das instituições militares e de Segurança? Brincar aos cóbóis?