sábado, janeiro 23, 2016

Figuras emblemáticas de um regime no cortejo fúnebre

As cerimónias fúnebres de Almeida Santos proporcionaram um retrato estereoscópico e bastante abrangente das figuras do regime que temos há quarenta anos, aproximadamente.

As revistas "sociais" que todas as semanas fazem o relato dos eventos desse regime foram lá e tiraram fotos.
Agora, misturadas com as dos artistas dos espectáculos populares que entretêm o povoléu que avidamente lê em estabelecimentos de cabeleireiros e salas de espera de profissionais liberais, relataram o assunto, deste modo:

Lux:






Nova Gente


Caras,  tiradas da Net:
















Pegue-se em cada uma destas imagens e destas pessoas e analise-se o que fizeram por Portugal nos últimos 40 anos. Interessa pouco o que fizeram pela "democracia" porque o que tínhamos antes de 25 de Abril de 1974, com a evolução que levava conduziria fatalmente à democracia de tipo burguês que temos. Portanto, esse mérito é escusado como emblema de distinção.

Analise-se melhor o que cada uma destas figuras do regime fizeram em concreto para nos conduzir á iminência de três bancarrotas sucessivas, em 1976, 1984 e 2011. O que fizeram nos domínios da Educação que temos actualmente, da Saúde que temos agora, da Organização Social que podemos ver, os costumes que adoptamos, os valores que perfilhamos e a Realidade que vivemos.
Essa Realidade é a "real",  não a inventada pelos media que algumas dessas figuras controlam ( et pour cause).

Vejamos quem são as "elites" de que essas figuras fazem parte e as que se geraram por intermédio delas. Vejamos que leis nos fizeram nos diversos campos do Direito e que regras nos impuseram na convivência social.

Compare-se depois tudo isso e essas figuras com o que havia há quarenta anos e tirem-se as conclusões.

Uma parece certa: a maior parte destas figurinhas não teria qualquer relevo politico-social não fora  a tal "democracia" que surgiu após a decapitação do regime anterior. Não tinha porque não a mereceria, entenda-se.  Por isso mesmo este regime está-lhes no sangue da vida que conseguiram levar e que de outro modo nunca teriam. Nem eles nem os seus.



Questuber! Mais um escândalo!