terça-feira, 12 de maio de 2009

Ricardo Costa, de novo

Na mesma SIC-Notícias, sobre o mesmo assunto, decorre um pequeno debate com o impagável Ricardo Costa, Eduardo Dâmaso do Correio da Manhã e um advogado, dos poucos que sabe falar na tv, dizendo coisas acertadas, com mérito e correcção.

A habitual cretinice de Ricardo Costa ( como é que este indivíduo é jornalista?!)a vulta mais uma vez em todas as intervenções.
Insiste em pedir batatinhas e responsabilidades ao Ministério Público por causa dos atrasos. Eduardo Dâmaso por diversas vezes, faz-lhe o reparo que as leis não são feitas pelos procuradores. "Eu sei", diz o Costa só para insistir na asneira logo a seguir.

Cita novamente o juiz Carlos Alexandre para dizer que deve ter um monte de papéis e que as coisas não andam. Eduardo Dâmaso diz-lhe novamente que não é o juiz Carlos Alexandre quem investiga, e o Costa, novamente ,"Eu sei" e prossegue na cretinice pegada de trocar os alhos por bugalhos com aquela certeza que só mesmo este Costa consegue.

Arre!

8 comentários:

Anónimo disse...

Inacreditável este tipo! E insistiu que isto era mais ou menos banal na essência. Este caso não é o caso do amigo do PM que representa Portugal no Eurojust e que tentou fazer com que o caso de corrupção fosse arquivado. Este caso é uma banalidade.

Mani Pulite disse...

A SIC do Balsemão mais os outros órgãos oficiosos do poder Sócretino lá estão empenhados no damage control do caso.Infelizmente para eles tudo isto já atingiu a dimensão do tsunami que os há-de engolir.No dia 7 de Junho haverá muitas contas para serem ajustadas.

carlos disse...

Foge Fatinha, foge!

portolaw disse...

e viram a cara da jornalista sempre que o figurão falava?... Tipo...e este gajo e meu chefe? E pode tramar-me?...

Anónimo disse...

Pela intervenção de Vitalino Canas no Rato percebe-se que o perigo de perder o homem do Eurojust é pior que um golpe de estado e o partido está em pânico. É apenas uma confirmação de que a cabala na forma de campanha negra é branca como a cal.

joshua disse...

Ricardo Costa é reincidente na tentativa ostensiva de mitigação de grandes trapalhadas do Governo e de Sócrates.

Estiloso e leve, acaba por falar de mais e tende como que dominar o debate sustendo que seja dito algo que ele não tenha dito nem possa dizer de inconveniente para o PS-Governo. Funciona, nesses momentos, (e têm sido por demais frequentes) como um editor do Governo, do Lopes da Mota e mesmo adivinhador do Futuro.

Faz penosamente um papel de analista dos factos manuseando-os do lado que cheira menos mal. Mas, porque a inteligência lhe grita outra coisa diversa do que diz, bem mais grave e acutilante [aquela coisa que todos escutamos e sentimos] desata a falar de mais, a cilindrar os convidados, a trucidar, em tempo e em substância de treta, o discurso alheio. Tudo o que neste caso Eduardo Dâmaso e o Advogado tinham a considerar, liquidando-lhes a clareza e o pormenor aduzido, anulando-lhes o estatuto de convidados porque por ele remetidos ao silêncio, mediante um controlo tagarela sonso do tempo. Não fala quem deveria. Fala somente o dono da casa e senhor do debate, servindo um simulacro de pluralismo e direito à palavra.

«Detalhou com pormenor» foi, aliás, uma expressão redundante e absurda que começou por escapar ao nervoso e agitado Ricardo.

O rapaz até seria um belíssimo jornalista e editor ou seria final e precisamente 'jornalista' se fosse Livre.

Não é. Uns estão presos pelo silêncio ao precário emprego seu e dos seus. Outros estão presos pelo muito falar segundo o dictat conveniente de um Poder que não fala outra língua senão o chantageiês. Há demasiado silêncio e medo em Portugal. Há! Há um encolhimento de almas presas pela réstia de segurança de um emprego, de um trabalho.

Quem está desempregado pode falar e escrever até estourar, mesmo que fique marcado para mais desemprego punitivo diligentemente ministrado como reiterada exclusão social para se aprender a baixar as orelhas. É assim sob este Regime Xuxa porque o é. Quem o sofre é que o sabe.

lusitânea disse...

Este Costinha mais piquinino tem a tarefa da propaganda disfarçada de jornnalismo.A mãe ensinou-o nas boas técnicas de controleiro.Um assessor na área da africanização.

O JUSTICEIRO disse...

José:
O Homem deve ser jornalista das Novas Oportunidades....