terça-feira, 10 de agosto de 2010

O fim da TVI?

Repare-se neste artigo com sabor a finados, onde José Eduardo Moniz, prognostica o "admirável mundo novo" dos gestores iluminados que tanto ajudam a produzir sumos, como produtos financeiros ruinosos.
O artigo é exemplar para se perceber a arrogância e pesporrência de certos gestores.
É fácil prognosticar que em seis meses a TVI despedirá este gestor genial. É só esperar para ver.

Num artigo hoje publicado no Diário Económico, José Eduardo Moniz recupera parte de uma entrevista de João Cotrim Figueiredo em que o novo director-geral da televisão afirma ter conseguido resolver "a falta de preparação da TVI para o futuro" e dotá-la de "uma visão de como posicionar a estação no audiovisual".

"Nada mau para quem nada percebia de televisão", ironiza Moniz.

Sublinhando que Cotrim Figueiredo está "em funções há apenas três meses", Moniz escreve que "é caso para parabéns, sobretudo tratando-se de alguém que transporta, no curriculum, como referências mais recentes, o fabrico de sumos durante sete meses, como CEO da Compal, e uma passagem, de oito meses, pela Privado Holding, ligada ao falido BPP, com funções idênticas".

Recorrendo à ironia, Moniz, agora vice-presidente da Ongoing Media (proprietária do Económico), diz que "a afinidade dos negócios deve ter ajudado" e que é "de gestores assim, clarividentes, iluminados, multifuncionais e convencidos de que o País e, em particular, a Televisão precisam".

2 comentários:

Mani Pulite disse...

VÃO TODOS PARA A PRISA QUE OS LEVE!

josé disse...

Pelo desculpa ao comentador street warrir porque apaguei um comentário seu indadvertidamente. Em vez desse coloquei o do chinês que insiste em infestar esta caixa com provovações.