terça-feira, 9 de julho de 2019

Um texto verdadeiramente racista no Público de hoje

Este que começa logo asssim: "sou mulher, sou negra", numa citação de Fanon, um racista mascarado de antiracismo, anticolonialismo e pró-marcismo militante, como é de preceito.
Se alguém começasse um escrito por "sou homem, sou branco" e citasse, sei lá, Calvin Coolidge, só essa frase daria azo a fogueira mediática dos carvalhos todos que infestam a floresta de enganos mediáticos que temos em Portugal. Se Fátima Bonifácio o tivesse escrito teria já um processo crime. "Então ela não disse que era mulher e branca?!", seria o argumento para apresentar em tribunal...


Por isso, não é de admirar este texto do escriba de direita que a esquerda aprecia, também no Público de hoje. Um idiota útil, como sempre foi, este JMT. Um coninhas. A caução que o pretenso pluralismo do Público necessita e por isso paga, via Sonae.



Há um caminho longo a percorrer para desfazer ideias de ISCTE na sociedade portuguesa que se exprime mediaticamente.

A realidade não é o que dizem ou escrevem, é outra coisa. E por isso dizem e escrevem porque querem e sempre quiseram desfazer a realidade e fazer um "homem novo", um frankestein à medida deles.
A esquerda verdete é a artífice deste racismo travestido contra as ideias comuns, para fazer valer as ideias tortas de que precisam para mudar a sociedade e dominar as suas superestruturas, como eles dizem.

Sobre a tal Marisa Morais, natural de Cabo Verde e que se licenciou em Direito pela Univ. Coimbra, agora é advogada e "jurisconsulta" com tabanca na terra natal. Há que dizer que é pessoa prendada. Recebeu uma distinção em 2016, um prémio humanitário.

Deve ter sido por causa disto, desta grande obra humanitária, em 2014, quando era ministra local...e o Público do Carvalho conhece-a daí...pela certa:


A Ministra da Administração interna, Marisa Morais, ordenou através de um despacho, o reenvio para Dakardo barco Yos Island, que aportou no cais do Porto Grande, São Vicente, com 21 passageiros clandestinos a bordo.
O despacho que autoriza a saída da embarcação foi emitido esta quinta-feira, mas o Yos Island não chegou a partir. Uma "avaria de última hora" no sistema eléctrico de um rebocador, que auxilia o cargueiro Yos Island, estará na origem do atraso.

A expectativa é que depois de reparar a avaria, o barco saia da ilha de São Vicente a qualquer momento. Entretanto, segundo fonte do asemanaonline a falta de combustível é outro problema que está a atrapalhar o reenvio do barco para Dakar.

Recorde-se que os 21 indivíduos da Costa Ocidental Africana foram detidos esta terça-feira, pela Polícia Nacional a bordo do navio Yos Islands. A embarcação aportou no cais do Porto Grande, em São Vicente, para se reabastecer de combustível. Supõe-se que o grupo pretendia seguir viagem para a Europa. Com eles foi registada a presença de um menor. Fonte: asemana.publ.cv

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Finito, Fernando Esteves