segunda-feira, 15 de junho de 2009

Este já cansa

TSF:

José Sócrates admitiu, esta segunda-feira, que «existe um certo desgaste» do Governo, comprovado pelos resultados do PS nas eleições europeias, mas frisou que tem tempo para corrigir os erros até às legislativas.

O primeiro-ministro, que falava aos jornalistas à entrada da reunião da comissão política do PS, na sede nacional do partido em Lisboa, fez saber que está disposto a explicar melhor as medidas do Governo e a corrigir a comunicação com os portugueses.

Para mostrar que está disposto a outro rumo, de "diálogo", explicou logo a seguir:

«O que acho abusivo é as oposições transformarem aquilo que foram eleições europeias, em que se perguntou aos portugueses que deputados é que querem ter no Parlamento Europeu, em eleições legislativas», criticou."

Portanto, a mudança vai ser de paleio, ainda mais enrolado na aldrabice. Ministros, políticas, etc e tal, tudo como dantes.

Vai-te embora, pá! A malta está farta é das tuas figuras tristes e das políticas falhadas, sem saída e sem sucesso algum que se veja.

4 comentários:

cfr disse...

subscrevo!

hajapachorra disse...

Deixai-o estar pois agora tem de beber o fel até ao fim. Quando lá para Outubro o desemprego chegar aos 15 ou 17% (desgraçadamente muitas centenas de empresas não vão reabrir depois de férias) o gajo acaba mal, muito mal. O homúnculo terá o que merece.

Mani Pulite disse...

Existe um "certo" desgaste do "Governo".Um desgaste de 18% do eleitorado.Só lá para Setembro/Outubro haverá um "certo"desgaste de José Sócrates.Um desgaste de 30% do eleitorado.

Anónimo disse...

Foi este senhor que antes das eleições disse que as europeias também serviriam para o povo se expressar sobre a governação. No congresso de Espinho até disse muito mais do que isso e ligou as eleições e os casos na jutiça, como se fosse o povo a decidir sobre eles, o que de facto até foi bastante comentado na comunicação social. Possivelmente estaria a pensar ganhar as europeias, ao confundir-se com Valentim e confundir Portugal com Gondomar. Enganou-se e agora dá o dito por não dito, o que só prova a perigosidade de se acreditar numa única palavra expelida por esta criatura. O Partido Socialista, na encruzilhada entre da falta de tempo para fazer de conta que mudou e a proximidade das eleições que não dá tempo para o povo esquecer quem a figura é, maximiza os seus muito ameaçados e miseráveis votos mantendo Sócrates calado. Só que a língua dele é mais forte que a cabeça. Muito mais forte. Resultado provável: a mais agressiva e suja campanha eleitoral de sempre.