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sábado, 28 de maio de 2016

Costa "ultrapassou" o problema dos estivadores: cedeu em toda a linha...



RR:

Estivadores. “É um problema ultrapassado”, diz António Costa.

Este fica ultrapassado, claro, à custa de milhões de todos nós. Agora virão os outros que incentivados por esta capitulação, serão ainda mais exigentes.
Chegará o dia em que este Costa já não irá conseguir ultrapassar estes problemas e teremos outro resgate à porta. Como os gregos.
Entretanto o pau vai e vem e as costas do Costa folgam, mai-los seus milhares de apaniguados famintos de poder e empregos públicos.

8 comentários:

Floribundus disse...

este patronato é uma merda

o porto de Lisboa
passa para Vigo com mais vigor

zazie disse...

Mas os jornais dizem que prometeu que acabava ontem com a greve e cumpriu.

Imbecis

zazie disse...

O sacana negociou logo por 6 anos. Não fez a coisa por menos.

lusitânea disse...

Papéis são sempre papéis.Só os da nacionalidade dada ao fim de 6 anos dos quais 3 podem ser em prisão é que são eternos...

Unknown disse...

O monhá deve "estar feito" com a espanholada - agora que o corredor mediterrânico vai mesmo para a frente.
Além de Vigo estar ali tão perto...

Vitor disse...

A técnica socialista para "resolver" problemas laborais é sempre a mesma. Tal como Guterres fazia, dinheiro para cima do problema. Depois foi o que se viu: o pântano e o abandono do governo.
No caso da estiva havia ainda um outro problema constituído pela frente pc e bloco que já exigia que o governo demonstrasse apoio aos estivadores.

Floribundus disse...

o monhé aceita e impõe
a luta de classes
e o anticlericalismo disfarçado de laicismo com mesquita em construção

ao ler um bestiário medieval
o meu 1º pensamento foi para os alfa bestizados da politica

Floribundus disse...

duma obra brasileira

A Idade Média para os renascentistas e iluministas

Admirador dos clássicos, o italiano Francesco Petrarca (1304-1374) já se referira ao período anterior como de tenebrae: nascia o mito historiográfico da Idade das Trevas. Em 1469, o bispo Giovanni Andrea, bibliotecário papal, falava em media tempestas, literalmente “tempo médio”, mas também com o sentido figurado de “flagelo”, “ruína”. A idéia enraizou-se quando em meados do século XVI Giorgio Vasari, numa obra biográfica de grandes artistas do seu tempo, popularizou o termo “Renascimento”. Assim, por contraste, difundiram-se em relação ao período anterior as expressões media aetas, media antiquitas e media tempora. De qualquer forma, o critério era inicialmente filológico. Opunha-se o século XVI, que buscava na sua produção literária utilizar o latim nos moldes clássicos, aos séculos anteriores