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sábado, 16 de janeiro de 2010

O estupor ocasional

Fernando Lima, assessor do PR, envolvido no caso das "escutas" de Verão, artigou no Expresso desta semana a explicação para o que ocorreu: um mal entendido que nem deveria ter passado disso mesmo.
Não obstante, o inefável Ricardo Rodrigues que continua a fazer caminho de trilhos, já comentou, mostrando-se mais uma vez "estupefacto"! Muito se estupefacta este indivíduo, com estas coisas.

Porém, com outras bem mais sérias e concretas, não se lhe topa qualquer tipo de estupor na mente assombrada.
No caso das escutas ao primeiro-ministro, fortuitas e de acaso, consta que se fala de factos que atentam contra o Estado de Direito.
Ainda assim, nada de estupefacção. Provavelmente, porque é assunto ordinário e muito lá de casa. E portanto, não merece atenção de estupefactos com assuntos paralelos e de importância comezinha.