segunda-feira, 2 de julho de 2018

Dinis, Dinis, a Sonaecom não o quis

Observador:

David Dinis, ex-diretor do Observador e diretor do Público, demitiu-se do cargo incompatibilizado com a administração, confirmou o próprio ao Observador sem adiantar mais pormenores. A demissão de David Dinis surge na sequência da decisão da administração do jornal de demitir o diretor-adjunto do Público, Diogo Queiroz de Andrade, sem a aprovação do diretor.


Já não era sem tempo, mas julgo que o Público irá de mal a pior. O "pizzo" à mafia esquerdista custa milhões por ano mas é para aguentar...

5 comentários:

Mario Figueiredo disse...

Olhe, nem sei o que me fez rir mais: Se foi saber que estes canalhas (bem piores que os políticos que protegem) andam às turras entre si, ou se foi ter lido que os trabalhadores estão revoltados com a interferência da administração no rumo do jornal.

É isso mesmo. Estão revoltados com o estado normal das coisas.

Neo disse...

Grande trabalho, José. O post anterior tem muita matéria importante para quem não viveu os acontecimentos, como eu. E neste, essa do Pizzo é dead on! É a imagem de toda a imprensa portuguesa.
Não há jornalismo. Está tudo inclinado à esquerda. Aldrabices, distorções, omissões, you name it! Tudo lavagem cerebral.
O sistema não admite discursos diferentes. Veja-se a Moura Guedes.
De quatro em quatro anos podemos escolher a que quadrilha vamos dar acesso ao dinheiro do Estado. Democracia, portanto.

Floribundus disse...

Pizzo
La 'ndrangheta in provincia di Vibo Valentia è un fenomeno che nasce ad inizio '900 e perdura ancora oggi con l'egemonia della 'ndrina dei Mancuso sull'area.

'nós por cá todos mal'

Adelino Ferreira disse...

O Dinis convocou um Plenário ahahahahahahah
O gajo viveu o PREC na primária e gostou. Lá vai o malhado pró albergue espanhol/Mirone outra vez

Floribundus disse...

net
« Apenas em Milão, traficantes calabreses introduzem todos os meses 20 quilos de cocaína. É uma colônia criminosa: agora os sicilianos contam como “il due briscola”, ou seja, os dois triunfos.

Os mafiosos calabreses também estão enraizados no porto de Gênova, têm interesses em construção em Bolonha. No Vale de Aosta, estão combinando negócios com um clã de búlgaros e em Piemonte reciclando o comércio. E em Roma, em restauração e no setor imobiliário.

É uma Máfia que se expande por toda parte. Na Austrália, o chefe calabrês estabeleceu a sua própria cúpula com seis representantes. Na Espanha, ocupou a praça de Barcelona até Gibraltar, e fez o mesmo na Alemanha, Áustria, Canadá.

A última fronteira dos calabreses é Portugal, com vista para o Atlântico: localização ideal para o seu comércio de cocaína com os colombianos, equatorianos e bolivianos.

O juízo do STJ