quarta-feira, 28 de julho de 2010

Relativismos

O Público de hoje escreve na parangona da primeira página sobre a acusação do MºPº a "quatro administradores do BCP que vão a tribunal por manipular dados", incluindo Jardim Gonçalves, o ogre da banca portuguesa e que tem sido vilipendiado pelo comendador da Bacalhôa por causa do...vencimento. Os factos que atingem o banco, integram um crime que será muito discutível em sede de julgamento, segundo se pode ler na notícia e a matéria não é líquida nem sequer pacífica.

A revista Sábado noticiava que Ricardo Espírito Santo, pessoalmente e através de uma empresa em que participava, a Esger, organizou um esquema de fraude fiscal de vários milhões, com uso de offshores e prejuizo assinalável para o erário público.

A visão da Esquerda sobre estas matérias é interessante. Por arrasto, "a equipa de Jardim Gonçalves criou esquema para ultrapassar dificuldades de capital e assegurar expansão do banco" escreve o Público. "Mas a estratégia não correu bem", acrescenta.

Sobre o assunto Espírito Santo, as noticias são, assim, mais amenas. O Público de 2005 achava que o assunto que envolve branqueamento de capitais e fraude fiscal, merecia a atenção da secção de Economia, sem mais...
Actualmente, nem isso sequer.

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O boy ascensional