quinta-feira, fevereiro 06, 2014

O respeitinho continua a ser muito bonito, em Portugal.

Hoje parece que se iria realizar um lançamento de um livro polémico, sobre o Nóbel que tivemos em rifa.
O livro, da autoria de um historiador marginal aos Rosas&Pereira, Pedro Marques Gomes, versa o assunto interessante dos saneamentos políticos no jornal Diário de Notícias, em 1975, sob a batuta do Nóbel, um desassombrado e desavergonhado comunista. 

Esperei por notícias na tv e...nada. Amanhã, espreito os jornais, particularmente o Diário de Notícias do jornalista desportivo Marcelino, jornal falido e nas mãos dos credores.

E depois são estes mesmos que falam na terrível censura que havia antes do 25 de Abril de 74. 

Aditamento às 00:33:  a RTPi deu notícia com reportagem e entrevistas breves a Rui Tovar e a Flunser Pimentel. Esta disse que Álvaro Cunhal não estava de acordo com os "métodos" da Comissão de Trabalhadores do DN da época por achar que eram demasiado...radicais. Ahahahaha!

4 comentários:

Floribundus disse...

para os labregos da comunicação social
também o silêncio é de oiro

para nosso mal
têm igualmente um menino do mesmo metal

Lura do Grilo disse...

Verdade .... nem uma só notícia. Aliás quase nada transparece do Verão quente, dos Arquivos da PIDE, dos dramas da descolonização, dos cubanos em Angola, do financiamento do PCP pela URSS, dos saneamentos, das listas de morte, das rusgas, etc. Passou tudo a um esquecimento total.

Logo nos foi calhar um Nobel deste calibre ou, se calhar foi mesmo por ele ser como era.

josé disse...

Então amanhã vou lembrar alguns factos com imagens.

foca disse...

Pois Lura, pelo menos os arquivos da Pide relativos o Cunhal e amigos era interessante e devia estar na Torre do Tombo.
Misteriosamente sumiram-se!

Ivo Rosa, a nulidade da inexistência