sábado, 20 de janeiro de 2018

Os recortes são outra coisa...

Artigo de Pacheco Pereira no Público, sobre o valor dos recortes de jornal:

De facto os recortes de papel de jornal são outra coisa...como provam estes que apresento a seguir e que Pacheco Pereira provavelmente nunca viu, ou já esqueceu, do Século Ilustrado de 20 6 1970, com capa sobre o Porto. O assunto é o 10 de Junho, o desfile das tropas e a condecoração dos familiares de militares mortos ou feridos no Ultramar.  Os que foram heróis e andam muito esquecidos por mor da perda de memória dos pachecos e companhia...

Numa coisa tem razão, o Pacheco: isto não se encontra na Internete. Nem se ensina nas madrassas do jornalismo nacional.


127 comentários:

lusitânea disse...

É tudo enterrado nos campos da honra africanos.Agora o que está a comover são os ilegais sem abrigo que continuam a chamar para se fazer a raça mista...e a quem o socialismo promete que nunca lhes faltará nada...

Floribundus disse...

há instantes passou a 'bruxa velha' montada numa vassoura
para varrer o social-fascismo do poder

deve ter ouvido as palavras de sampaio

os protectores do 'género' deviam por ele:
os bruxos nunca foram queimados
só se fala no diabo

nos hospitais do tempo do fascismo os doentes sobrevivem em macas colocadas no pico ...

Anjo disse...

José,

Parece que há alguma coisa organizada a nível académico para celebrar a efeméride:

http://www.fcsh.unl.pt/submissao-de-artigos-cientificos/antonio-jose-saraiva-centenario-1917-2017

https://escritores.online/congresso-internacional-antonio-jose-saraiva-centenario/

Na comunicação social é que parece não ter havido nada.

Anjo disse...

Relativamente ao debate sobre a IIGGuerra, está esta citação no Blasfémias:

“Os arquivos mostram que os governos do Reino Unido, dos Estados Unidos e da União Soviética já preparavam acusações de crimes de guerra contra o Hitler em dezembro de 1942, depois de terem tido conhecimento de que cerca de dois milhões de judeus já tinham sido assassinados e outros cinco milhões estavam em risco de vida. Contudo, na altura pouco fizeram para tentar resgatar ou providenciar um lugar seguro para os judeus em perigo.” JN.

josé disse...

Cinco mais dois da sete. Quantos judeus havia na Alemanha em 1942? Mesmo somando os da Polónia, provavelmente o local onde havia mais...quantos eram ao todo?

A questão principal continua a ser esta quanto a mim:

Os alemães queriam eliminar todos os judeus, como raça e só por isso?

josé disse...

E outra: e desde quando?

Se a resposta for sim como é que se explica que os tenham metido em campos de concentração e só alguns seriam "campos de morte" e mesmo nesses houve bastantes sobreviventes, suficientes para contarem depois o que se passou?

josé disse...

Evidentemente que isto não é duvidar do que aconteceu mas apenas querer saber o que aconteceu, sem acreditar em dogmas.

Anjo disse...

É verdade que os números são estranhos.

Em 42 já tinha assassinado 2 milhões? E depois foram mais 4 até ao fim da guerra, em apenas 3 anos?

Para aniquilar, não precisava de os meter em campos. Como disse o Muja, creio, noutro local, isso custava dinheiro: transportar, manter, matar em infra-estruturas construídas para o efeito. Porque não usou formas mais expeditas e económicas?

Os arquivos podem trazer mais informação, espera-se. A menos que...






Anjo disse...

Para esconder dos alemães? Também não é muito plausível.

Josephvs disse...

O António José Brito
Já respondeu a essa pergunta oh José :)

Pedro disse...

Os heróis da guerra derrubaram o estado novo.

Ninguém aqui se lembra disso ?

Para que vos servem recortes de jornais se não sabem ler ?

josé disse...

E o A J B o que respondeu?

Pedro disse...

Caro lusitania.

O estado novo também queria a raça mista.

Até a primeira vaga de imigração negra das colónias para a metrópole, começou ANTES do 25 de Abril - principalmente com cabo-verdianos.

Não sabia ?

José Luís disse...

Pedro,
Essa sua maneira de escrever entre o ingénuo e o ignorante é muito engraçada, diverto-me muito a ler os seus comentários.
Keep on the good work!

Josephvs disse...

Esta dificil ... Oh José

..."Aliás, às estimativas habitualmente exibidas, nós podemos opor uma,
autorízadíssima e notável, a do Sr. David Ben. Gourion, Presidente do Estado de Israel.
[188]
Elucida-nos ele «... o crescimento do número de judeus na Europa foi contínuo, tanto
em percentagem como em números absolutos ... A percentagem dos judeus da Europa
atingia o seu máximo em 1880. Havia então 7.750.000 Judeus no Mundo, dos quais
6.858.000 habitavam a Europa, ou seja, 88,6% ... O número absoluto dos judeus europeus
continuou a crescer depois de 1880. Em 1933, era de 9.700.000, mais ou menos, mas a
percentagem tinha descido para 58,2». 69 Quer dizer, em 1935 a população judaica mundial
elevava-se a 16.666.666.
Pois bem. Poucas páginas adiante o Sr. Ben Gourion proclama: «Depois da Segunda
Guerra Mundial 10.000.000 de judeus viviam sobre o continente americano, isto é 53% do
que restava do povo judaico». 70 Cinquenta e três por cento corresponde a um total de
18.867.924. Em dez anos -- de 1935 a 1945 - o número dos hebreus no Globo aumentou
de mais de 2.000.000, a acreditarmos no Sr. Ben Gourion. É um acréscimo normal.
Simplesmente, se somarmos a esses 2.000.000 os 6.000.000 de exterminados, a natalidade
judaica de 1935 a 1945 atingiria um crescimento de cerca 50%, o que é perfeitamente
inconcebível. Se nos ativermos aos dados de fonte insuspeita que citamos, o massacre da
raça isrealita pelos nazis torna-se um mito impensável."

josé disse...

Obrigado, não conhecia. Mas é o que disse: o exagero judaico permite as dúvidas sobre outras coisas.

E depois dogmatizam o exagero.

Anjo disse...

É daqui:

https://www.ushmm.org/wlc/ptbr/media_nm.php?ModuleId=0&MediaId=270

E o dogma tem servido vários propósitos.

Josephvs disse...

Em PDF
http://aaargh.vho.org/fran/livres2/Brito.pdf

joserui disse...

No jornal que linkei no outro post dizia 600.000 judeus na Alemanha em 1933. Ao que consta depois muitos foram para outras paragens com a chegada dos nazis ao poder.

Unknown disse...

Apanhei há uns tempos um texto interessante de um militar sobre os últimos dias antes do 25/4/74. Vale a pena a descrição dos factos até o autor deixar Lisboa, no próprio dia 25.
O autor é um aluno do António José Brito.
http://macua.blogs.com/files/tempo-de-vésperas-de-desastre---luis-fernandes.doc

Se as coisas se passaram assim, tenho que concluir que governo de então optou, conscientemente, por não impedir o golpe do movimento dos capitães.

Miguel D


joserui disse...

Bem, segundo o mapa que o Anjo apresenta afinal seriam 565.000 na Alemanha. E para os tais seis milhões teriam de ter arrebanhado virtualmente todos… quando falaram em números ainda maiores devem ter-se dado conta que não existiam suficientes na data dos acontecimentos.

josé disse...

Julgo que em Dachau vi um mapa com números de judeus que foram arrebanhados. E eram de facto milhões.

Anjo disse...

E o primeiro número que adiantaram era 10 milhões... depois deram-se conta da magnitude do exagero e baixaram um bocadinho.

Os 6 milhões são 600 mil mais um zero.

Anjo disse...

Em Sachsenhausen há um arquivo que o guia dizia ter tudo também: nomes, famílias, etc. Aberto a quem quiser estudar.

Será que alguém já tentou contar somando todos os dados que há nos arquivos todos? Imagino que cada campo tenha arquivo semelhante.


Anjo disse...

Não, esperem! Procurando na net o site do campo, há isto e fala de menos de 22 mil nomes:

http://www.stiftung-bg.de/totenbuch/main.php

Anjo disse...

Ou seja, ao lado de Berlim, no campo mais pertinho da capital do Reich onde enfiaram também os opositores ao regime e tudo o mais, há menos de 22 mil nomes registados?!

Anjo disse...

22 mil nomes no livro dos mortos, entre 1936 e 1945??

muja disse...

Escusam de perder tempo com números. É cientóinismo, desde logo... :)

Depois, os censos dos judeus sempre foram feitos pelas autoridades judaicas - especialmente na Rússia e leste europeu, que depois comunicavam às autoridades indígenas. Só eles sabem ao certo quantos havia ou deixava de haver.

Poderão estimar-se - mais ou menos, conforme o crédito que se dê ao que eles dizem - mas é impossível saber.

Anjo disse...

A seguir dizem isto, mas vá-se lá saber se é verdade. Porque iam destruir os livros todos? Tiveram sempre tempo disso? Cheira a "prevenção contra dúvidas"...

This Book of the Dead was not created during the existence of the concentration camp in Sachsenhausen. The greater part of the administrative files and the prisoner records from the SS headquarters was deliberately destroyed before the evacuation of the camp in April 1945, so the surviving documents do not provide a complete record. Consequently, the main sources used in assembling the Book of the Dead were the fragmentary remnants of the original registers of deaths in Sachsenhausen concentration camp, as well as official documents that were produced after 1945. Primary sources of this kind were examined in the following archives:

The Brandenburg Main State Archive Potsdam,
the Archives of Yad Vashem. The Holocaust Martyrs and Heroes Remembrance Authority Jerusalem,
the United States Holocaust Memorial Museum Washington,
the Russian State Military Archive Moscow,
the FSB Archives Moscow,
German Federal Archives Berlin,
the International Tracing Service (ITS) Bad Arolsen,

muja disse...

E acho que já deixei isto aqui uma vez:

«On 19 May 1997, the British government transferred the decoded documents in Bletchley Park to the Public Records Office in London, thereby making them accessible to the public for research purposes.[3] Oddly, only a very few Holocaust historians were interested in the information on the concentration camps. The reason for this astonishing lack of interest is presumably due to the following remark by author Hinsley:

The messages from Auschwitz, the largest camp, with 20,000 inmates,[4] mention disease as the chief cause of death, but also include references to executions by hanging and shooting. The decoded messages contain no references to gassings.[5]

(...)

In the summer of 1942, the first Polish and Jewish reports appeared[12] alleging the commission of mass murder on an industrial scale in Auschwitz. According to these reports, 2,000 inmates were being killed in gas chambers every day. Since the number of Abgänge reported amounted to approximately 2,000 inmates per month, and not 2,000 inmates per day, the British Intelligence Service rejected these reports as war propaganda. Thus, the president of the British Joint Intelligence Committee, Victor Cavendish-Bentinck, on 27 August 1943, wrote that the reports from Poles and Jews were devoid of all basis in fact:[13]

The allegations of mass executions in gas chambers are reminiscent of the atrocity stories from the last war, according to which the Germans were processing corpses into fat – a grotesque lie, which was immediately unmasked as pure propaganda.»

http://www.inconvenienthistory.com/8/1/4028

muja disse...

Do mesmo linque:

«That Cavendish-Bentinck rejected the credibility of reports from Polish and Jewish underground sources is all the more understandable when one reads some of the documents cited by Breitman. Thus, for example, he reports that “a Polish underground courier who had succeeded in escaping to London” had made the following statements on Auschwitz Concentration Camp:[16]

I lived a few weeks in Auschwitz.[…] Based on the information which I gathered, together with my own observations, I can assure you that the Germans used the following killing methods. A) Gas chambers: the victims were forced naked into the chambers, where they suffocated. B) Electrical chambers: these chambers had metal walls. The victims were driven inside and then killed by high-voltage electrical current. C) The so-called pneumatic hammer system: a pneumatic hammer designed to kill by means of pneumatic pressure.»

Gás, electricidade e martelos pneumáticos...

Anjo disse...

Gosto especialmente dos martelos pneumáticos.

Inacreditável! Têm comido as papas na cabeça ao pessoal estes anos todos e têm trazido gerações e gerações de alemães parvos sob o jugo da culpa...

josé disse...

Não tenho os alemães por néscios. Será que não questionaram o que por aqui se questiona, logo na altura?

E não será por essa razão que a direita alemã nunca desapareceu como por cá?

Anjo disse...

José, as gerações jovens levam a cabeça bem lavada com a doutrina do costume. Houve intelectuais mais velhos que chegaram a falar e a escrever sobre isso, rejeitando a culpa, que não reconhecem. Se me lembrar dos nomes, trago para aqui.

Mas entretanto, o bloqueio à liberdade de falar nisto intensificou-se. Criou-se a figura do crime de ódio e criminalizou-se a contestação ao holocausto. Ainda não está a abrir a boca sobre o assunto e já tem perseguição judicial em cima. Assim é fácil! Se fosse planeado, não correria melhor... bastam as etiquetas para amedrontar: negacionista, revisionista.

Com os anos, o dogma está tão inscrito que já passou aos genes, um exemplo raro de hereditariedade dos caracteres adquiridos.

Anjo disse...

Na Wikipedia:

The term "German collective guilt" refers to the notion of collective guilt attributed to Germany and the German people for perpetrating the Holocaust and starting World War II.

Swiss psychoanalyst Carl Jung wrote an influential essay in 1945 about this concept as a psychological phenomenon, in which he asserted that the German people felt a collective guilt (Kollektivschuld) for the atrocities committed by their fellow countrymen, and so introduced the term into German intellectual discourse. Jung said collective guilt was "for psychologists a fact, and it will be one of the most important tasks of therapy to bring the Germans to recognize this guilt."[1]

After the war, the British and US occupation forces promoted shame and guilt with a publicity campaign, which included posters depicting concentration camps with slogans such as "These Atrocities: Your Fault!" (Diese Schandtaten: Eure Schuld!).[2]

The theologian Martin Niemöller and other churchmen accepted shared guilt in the Stuttgarter Schuldbekenntnis (Stuttgart Declaration of Guilt) of 1945. The philosopher and psychologist Karl Jaspers delivered lectures to students in 1946 which were published under the title The Question of German Guilt.[3]

Anjo disse...

Uma teia urdida para inculcar o sentimento de culpa.

Podiam até já a sentir, mas assim foram mais matraqueados. Porquê? Seria apenas medo de que a Alemanha imperial levantasse novamente cabeça ou havia outros objectivos?

josé disse...

Compreendo isso até um certo ponto, porque cá, o esquerdismo conseguiu inculcar a ideia generalizada que o Salazarismo foi um fascismo próximo do nazismo. É um exagero mas não o é na acepção de que os media em geral publicitam a ideia do "fascismo" e até a Constituição o proclamava.

josé disse...

Isso é uma coisa. Outra o facto de terem sido mortos seis milhões de judeus ou apenas algumas centenas de milhar. E outra ainda se afinal os campos de concentração não se destinavam primordialmente a exterminar os residentes.

Por isso a pergunta: os alemães quiseram exterminar os judeus e fizeram algo par isso?

Basta-me a resposta sim à primeira questão e parece-me que dificilmente será não.

Anjo disse...

Tem, de facto, muitas semelhanças com a questão do período do Estado Novo.

Parece-me que é indiscutível que os quiseram pôr da Alemanha para fora, exterminando-os ou não. Exterminar é apagar da face da Terra. Seria esse o objectivo?

Tão intrigante como essa pergunta é a de saber porque é que os números foram tão empolados, numa escala nunca vista. E também porque é que o dogma é intocável.

Sempre se fizeram correcções à história. Dados são dados. Porque é que neste caso, embora tenha sido uma tragédia, tem de ser mais tragédia que qualquer outra?

skeptikos disse...

https://www.youtube.com/watch?v=Dda-0Q_XUhk&bpctr=1516505801

Maria disse...

Excelentes e esclarecedores comentários de Anjo, Josephys, Muja, Joserui, Apache (na caixa anterior), Miguel Dias, Floribundus e creio não me escapar nenhum participante no tema de hoje.
E parabéns ainda ao José pelas dúvidas que coerentemente tem vindo a suscitar, dando origem às magníficas e desenvolvidas respostas recebidas.

Ernst Zündel, um patriota alemão e um lutador e investigador incansável que foi durante muitos anos, até à sua morte há cerca de um ano, para a descoberta da verdade sobre o tão propalado holocausto. Ele foi preso várias vezes por negar o holocausto e sempre manteve a sua palavra apesar das pressões e ameaças sofridas de todos os lados, designadamente por grupos de judeus que se organizavam em frente à sua casa e à porta do Tribunal em que era julgado com o intuito de o insultar, chegando e incendiar a sua casa por mais de uma vez. Ee foi preso no seu país-natal, Alemanha, mas também no Canadá para onde fora viver havia dezenas de anos e onde foi julgado várias vezes e sempre mantendo a sua versão da Guerra e dos acontecimentos que levaram à derrta do seu .

Dizia que o holocausto não se verificou como os seus apologistas quiseram que ficasse para a História. Afirmou centenas de vezes que os nazis não mataram seis milhões de judeus coisíssima nenhuma. Que há provas iniludíveis, através de investigadores credíveis e independentes, de que nunca houve em Auschwitz câmaras de gaz nem fornos para cremar judeus vivos. E menos ainda crianças. Que centenas de milhar de pessoas de todas as raças pereceram primeiro com o tifo, depois por outras doenças motivadas pela falta de alimentos, de água e de medicamentos em consequência dos embragos dos países Aliados.

Que certamente - e ele nunca desmentiu este facto - terão havido judeus assassinados por nazis. De certeza os traidores à Pátria e autores de actos subversivos e aqueles que se passaram para o inimigo. E qual é o país do mundo que não executa os traidores à Pátria e os que cometem graves atentados públicos e os ladrões e os criminosos? Neste particular os Estados Unidos levam a dianteira. E lá que as execuções adquirem requintes de malvadez. E é lá que sempre existiram fornos crematórios... E é bom lembrar que no país que dá ao mundo lições de democracia e de progressismo, por ano são executados milhares de cidadãos...

Mas curiosamente só os nazis é que foram/são apelidados de cruéis assassinos de judeus e não foram milhares destes, mas milhões..., os acusadores não fizeram por menos. Vá lá, eles têm vindo a baixar este número por várias vezes.

Afinal qual será o motivo que leva os judeus-defensores do holocausto a prenderem quem o negue e por que será que os mesmos não autorizam as investigações no exacto local onde os acontecimentos ocorreram, para haver a certeza do que realmente se passou? Por quê tanto secretismo? Só pode haver uma razão, eles têm medo da verdade.

Maria disse...

E quem tem medo da verdade quer esconder qualquer coisa e essa qualquer coisa terá de ser muito grave para ter dado origem a tão drástica atitude da parte precisamente dos que inventaram a mentira e não querem que ela seja desmontada.

Citando Ernst Zündel, "a partir de hoje(*) já nada será como dantes".

(*) altura a partir da qual já pràticamente tudo havia sido revelado sobre o que se passara nos últimos anos da Segunda Guerra Mundial, sendo portanto fácil desmontar na totalidade a grossa mentira fabricada à volta de/e que dera origem à história do holocausto.

Sobre Hitler, Zündel afirmou ter sido um grande político mas um fraco estratega militar.

Pedro disse...

Bem, este site está a deixar cair a máscara.

Agora até fazem publicidade ao nazi Zundel, aqui apresentado como "um grande patriota".

Esse tipo escreveu um livro chamado O HITLER QUE AMAMOS !!!!!!!!!!!!

Isto ultrapassa em muito o salazarismo, estamos em pleno campo nazi.

Pedro disse...

Caro José Luís.

Isso é verdade, quando comecei a escrever neste site ainda pensava que vocês eram gente decente.

Ainda demorei uns 3 minutos a perceber que vocês são uma cambada de aldrabões.

Floribundus disse...

Observador

Numa única frase, o dr. Costa conseguiu incluir “tivemos”, do verbo “ter”, e “tive”, do verbo “tar”, sem perceber que um dos vocábulos apenas cabe nas sofisticadas conversas das altas esferas do PS.

Na quinta-feira, o dr. Costa escreveu no Twitter: “Tive com o Presidente da República da Eslovénia e tivemos uma excelente e amigável reunião de trabalho”. Desconheço o idioma em que a excelente e amigável reunião decorreu, mas rezo aos santinhos para que não fosse o português. Numa única frase, o dr. Costa conseguiu incluir “tivemos”, do verbo “ter”, e “tive”, do verbo “tar”, sem perceber que um dos vocábulos apenas cabe nas sofisticadas conversas mantidas pelas altas esferas do PS.

Vendo bem, pouco surpreende num sujeito que diz “verdeira” (queria dizer “verdadeira”), “poder-lhe-dizia” (“podia dizer-lhe”), “competividade” (“competitividade”), “prelenamente” (“plenamente”), “insintizamos” (“sintetizamos”), “era o que eu estou” (“era o que eu estava”), “pulação” (“população”), “arrepatação” (?), “badéfice” (“défice”), “protividade” (“produtividade”), “mobilição” (“mobilização”), “precalidade” (“precaridade”). E isto numa única ocasião, uma intervenção no parlamento há cerca de um ano (encontra-se facilmente na “net”, sob o adequado título “António Costa desafia Jorge Jesus para um duelo de português”). O dr. Costa escreve como fala e, para nossa miséria, provavelmente fala como pensa.

Mesmo se acertasse na grafia ou na fonética, as palavras que compõem o discurso do dr. Costa são escassas e, em geral, horrendas. “Competitividade”. “Desafio”. “Sustentabilidade”. “Estreitar”. As expressões são ainda piores: “prestação operacional”, “fazer renascer”, “aposta estratégica”, “coesa e competitiva”. Se adicionarmos a desastrosa pontuação (“Reuni hoje em São Bento, com o Primeiro Ministro [sic – nem o próprio cargo escapa à razia gramatical] da Grécia.”), é inevitável que cada texto do homem constitua uma portentosa colectânea de vacuidades, para cúmulo quase sempre mentirosas. O que vale ao dr. Costa é o inadvertido sentido de humor, talento que, em Setembro passado, o levou a louvar a língua portuguesa na ONU. Meses antes, incitara os professores de português a partirem para França – um óptimo conselho, já que, a julgar pelo dialecto do primeiro-ministro, há décadas que aqui não andam a fazer nada.

Muitos acharão que, sendo o dr. Costa um indivíduo que usurpa as eleições para alcançar o poder, abre o poder a forças totalitárias, derruba a austeridade através do generoso aumento dos impostos, nacionaliza subtilmente o que se mexe e o que não se mexe também, regulamenta os comportamentos e não tarda a respiração, compra parcelas da sociedade mediante benesses e a devastação do resto, controla os “media” que consegue controlar e censura o que não controla, subtrai à ralé para resgatar compinchas e “elites” e despreza com estranho descaramento tragédias inéditas, o pormenor dos atentados lexicais é só um pormenor, um anexo, um pechisbeque minúsculo e até divertido. ura é essencial para compreender a criatura e as respectivas acções.

Porém, não faltam histórias sobre a facilidade com que a boçalidade extrema propicia a malvadez, e assegura calamidades proporcionais à influência do boçal. O mito do “bom selvagem” é exactamente um mito. Por definição, o selvagem – incluindo aquele a quem se vestiu um fatinho e largou no Rossio às gargalhadas – é manhoso, cruel e incapaz de experimentar empatia. confunde delírios com princípios e convicções com apetites. O selvagem é mau. O selvagem é péssimo. Reduzido ao primitivismo, o ser humano dedica-se a uma actividade exclusiva: a sobrevivência, à custa de tudo e de todos.
A fim de chegar onde pretende, e onde o seu turvo discernimento exige, o selvagem faz (com previsível brutalidade) o que é preciso e diz (com previsíveis calinadas) o que era escusado. atropela o que calha. países civilizados escapam a cair nas mãos de um puro, rematado e perfeito selvagem.

Floribundus disse...

em economia de guerra
era mais fácil e barato
matar os judeus na Alemanha
pelos 3 milhões de SS Schutzstaffel
"Protection Squadron"

zazie disse...

Eles ajudaram os judeus ricos a pirarem-se. Por isso, o extermínio total é mentira.

Agora o parcial e mais lumpen, não me parece ser ideia a descartar. Não do povo alemão mas dos hitlerianos.

zazie disse...

O psicopata do "caros cambada de aldrabões nazis" era outro que não escapava

AHAHAHAHAHA

zazie disse...

Deve ser marrano, o cabrão. Insulta e depois faz choradinho a dizer que é ostracizado e a seguir dirige-se ao nazi aldrabão por "caro"

AHAHHAHAHAHA

Maníaco obsessivo, este imbecil que não deslarga.

muja disse...

Eu aposto que é o das cavernas. O neo-pagão carbonário ahaahaha!

muja disse...

O número não foi empolado, é simbólico.

Mesmo que tivessem sido mais de seis milhões, seriam seis milhões.

zazie disse...

Não. Não é.
E outro imbecil que andava pelo Cantigueiro.

o número será cabalístico. Mas a questão factual permanece porque foram dezenas de campos de concentração e não foram todos eles examinados pelo Leuchter.

O cientoinismo não está em dizer-se que os números foram empolados mas em explicações mirambolantes para negarem a existência da possbilidade de extermínio nos campos de concentração.

Opor a uma realidade que está por esclarecer, teorias de conspiração é que é uma gigantesca anormalidade ao espelho.

zazie disse...

Na entrevista ao Stangl quem avança com os números é o entrevistador. Não é ele.

Ele diz, numa frase pouco explícita, que chegavam aos 5 mil em combóios e que isso era sistemático. Durante todo o dia.
Iso que dizer combóios diários com 5 mil- às 8 da manhã? acho stranho porque depois na revolta em Sorbibor ele fala em 8 centos e tal judeus entre os 2 campos.

zazie disse...

Ela era afilhada do Mises
";O)

Pedro disse...

Cara zazie.

Em português chama-se aldrabões.


Se tiver outra maneira de qualificar pessoas que andam a espalhar aldrabices, como essa de que o Mein Kampf é proibido desde o 25 de Abril, terei todo o prazer em passar a tratar-vos dessa maneira.

muja disse...

Então deviam ir ao mesmo psiquiatra, eheeheh!

Pedro disse...

Caro floribundos.

A deportação para campos devia-se à necessidade de manter o extermínio o mais secreto possível.

E ao facto de grande parte dos judeus serem primeiro usados como mão de obra antes de serem exterminados.

Tudo isto é conhecido e evidente, mas como você estão mortinhos para arranjar desculpas aos nazis estão a fazer um grande "debate", só com apoiantes da extrema direita, claro.

A ver se as desculpas aparecem do modo mais "natural" possível.

zazie disse...

Pode crer
ehehe

Este é mesmo maníaco obsessivo. Um tipo que diz que demorou 3 minutos a perceber que isto é um antro de nazis e que depois não desorelha e ainda se queixa que o ostracizam, é um tarado.

E trata os tipos a quem tem nojo e quer que sejam seus amigos e conversem muito com ele, por "caros"

":O))))))))))

zazie disse...

E sempre com a mesma rábula do Mein Kanpf proibido pelo Estado Novo.

É doente mental.
Mais um que não escapava

":O)))))))))

zazie disse...

Mas ela era enteada do Mises.

E feia pra burro!

muja disse...

Mas, para mim, a questão reside precisamente nessa tal realidade. Qual é a realidade?

A meu ver, a realidade é que muitos judeus - e não só - , eventualmente a maioria, foram deportados dos sítios onde residiam e internados em campos de concentração e trabalho.

Nestes campos morreram muitos no decurso da guerra, eventualmente a maioria, sendo certo que as condições de vida nesses campos se degradaram rapidamente a partir de certo ponto.

Também é certo que se exerceram represálias contra ps judeus enquanto grupo, dentro e fora dos campos, mas principalmente fora.

Nunca vi ninguém a pôr em causa esta realidade.


Pedro disse...

Cara zazie.

1- Claro que tenho nojo de tamanhos aldrabões.

2- Não me queixo nada da "ostracização, por duas razões.
- Tratando-se de aldrabões obviamente que só me diriam aldrabices.
- Ao serem confrontados com a prova de que estão a mentir "ostracizarem" quem apresentou essa prova, é a prova final que são uma cambada de aldrabões.

3 - Os três minutos são simbólicos. Foi ao longo do primeiro dia aqui, quando fui bombardeado com aldrabices como aquela do Mein Kampf, que sempre adquiri em livrarias portuguesas ser "proibido".

Como vocês se calhar nunca o leram nem se interessam por livros grossos e sem ilustrações, nãos abem estas coisas. Santa ignorância que vos permite ser manipulados à vontade por qualquer agitadorzeco armado em intelectual.


4 - Tento manter a educação o mais possível. Só uso palavras como "aldrabões" quando não encontro outras palavras para descrever isto.

Mas já a convidei a dar-me outras palavras que possam descrever quem anda a espalhar aldrabices incríveis como a que citei de dizerem que um livro hà 30 anos em venda em qualquer livraria ser "proibido".

muja disse...

É preciso ter conta, em relação à cientóinice, que o primeiro revisionista, ou negacionista, foi um socialista francês - Paul Rassinier - que esteve internado nos campos.

Portanto, a reacção contra o mito não partiu dos cientóinos, mas de testemunhas directas que passaram pela mesma coisa.

zazie disse...

Mas alguém normal anda a colher judeus por toda a parte, incluindo em países que ocuparam, para os enfiar em campos de concentração?

Não estamos a falar de "danos colaterais" nem de gente bombardeada, nem de revoltosos ou prigosos conspiracionistas.

Estamos a falar de eugenia e esta era praticada em vários e lados, e continuou a ser, como nos países nórdicos, mas sem ser assim- por campos de concentração e experiências médicas que já tinham sido feitas na Tanzânia

O extermínio dos hererós e namacuas nunca o vi negado.
Os portugueses nunca fizeram nada disto.

Por que é que eles precisavam de fazer?

Os ingleses fizeram-na em África mas com revolta dos boers

Pedro disse...

Caro muja.

Apesar do que a propaganda de nazis como a Maria afirma, muitos socialistas e comunistas são anti-semitas.

Vide o que Estaline fez aos judeus.

zazie disse...

Aqui a coisa torna-se ideológica. Não precisa de pretextos de defesa.
Anda a cacá-los com polícia. E ocupam territórios por motivo idêntico.

Acho isto demasiado forte para não haver nada nos genes. E o passado medieval foi também assim.

Estranhop é agora comerem aquela trampa toda de muçulmanos que a maluca da Bismerka mandou entrar.

E mandou numa de lavagem de culpa, também. Não foi por humanismo nenhum.

zazie disse...

Estas coisas tendem a ser gémeas- os excessos de purismo levam a tretas como humanismo patológico.

Tanto têm repulsa purista como precisam de se atolhar com o "Outro".

As manias das purezas são sempre perigosas. Dá para tudo e o seu contrário.

zazie disse...

O Max Nordau cheirou isto tudo e quis aplicá-lo ao sionismo.

Outro que é tabu. Nunca se fala daquela treta da Arte Degenerada que foram copiar ao que já era praticado e teorizado pelos próprios judeus muitas décadas antes.

O Hitler inspirou-se neste movimentos sionista que ocorreram na Alemanha. Com teoria igual. Com a adulteração do Nietzsche para uso do "super-homem" e do Homem- Novo judeu. Todo ariano antes deles. Com o culto do desporto, das termas, dos banhos, da musculatura, e da ideologia de raça heroica, contra a decadência natural que sempre foi deles.

E continuou a ser. A arte moderna é fruto do lobby judaico. Ainda agora estive a ler o Tom Wolfe a falar desses criadores na América- o Clement Greenberg, o Harold Rosenberg, o Stenberg e os magnatas judeus refugiados que criaram os Museus de Arte Moderna e coleccionismo.

Ele não diz o óbvio- nunca refere que eram judeus. Mas eram. Todos na Revista Partisan dos trotskistas.

O lobby judeu nasceu no pós guerra. E nos anos 20 já ditava cartas.

zazie disse...

É curioso como o Wolfe nunca refere os judeus. Mas esbarra sempre neles quando se mete a fazer crítica.

Deve ter pudor nisso. Não sei.

o livro "The Painted Word" é delicioso. E continuou com o da Bauhaus a dzer o óbvio que eu digo há anos sem saber que ele tinha escrito estas maravilhas.

Criou inimigos e não disse nada de especial. Nem contou sequer tudo, porque se limita sempre à América

(graças ao José que andei a ler o Wolfe que tinha em falta).

zazie disse...

Este pascácio dos "caros nazis" é assim- atolha-se com o que repudia. Vive dentro de blogs que odeia. Precisa de se "sujar" para se sentir gente.

É uma cena de martiriologia

":O))))))))))

muja disse...

Não sei muito dessa história da eugenia. Não me admirava se não fossem um caso particular que se tornou fetichismo.

Se por um lado há que ter em conta o racismo e o darwinismo e a sua influência, por outro, não foi a primeira vez que se expulsaram os judeus de um qualquer sítio. E ninguém diz dessas outras vezes que andaram a colhê-los e fizeram experiências ou assim.

Eu não vejo nada de extraordinário em tudo aquilo a não ser ter sido feito em tempo de guerra, e guerra total ainda por cima.

Acho que a ideia era expulsar os judeus. Eventualmente de toda a Europa - sendo esse o aspecto megalómano. A eugenia e o resto haviam de ser os pretextos da espuma dos dias. Mas a verdadeira razão é a mesma de todas as outras vezes e são os judeus em si.

muja disse...

E não há-de ser a última vez, também o creio.

E a próxima vai ser pior, porque vai ser alguém que crê no mito.

Crê no mito e está-se nas tintas - acha que é bem feito e que os nazis mitológicos só pecaram por defeito.

O mito vai virar-se contra eles. E vai ser uma tragédia.

Espero que nos saibamos manter fora disso tudo.

zazie disse...

A eugenia foi uma moda. E continua, não é por nada.

Mas foi moda na altura e praticada nos países nórdicos e na América.
Não tem nada a ver com a guerra. Tem mais a ver com a descoberta da juventudo e todos aqueles clubes de práticas do lema "mens sana in corpore sano". É um voltar ao mundo clássico- ao ideal espartano.

Tudo isso fervilhava na Alemanha. Toda a estética clássica foi redescoberta principalmente por eles.

Mas foi global. Os clubes de jovens, a juventude dos acampamentos dos escuteiros ou a dos partidos tem a mesma origem-

E eles vêm da República de Weimer. Tudo aquilo fermenta a esquerdismo nacionalista e utopias.

É a altura da criação dos mundos utópicos e devem ter começado pela psicologia humana- pela genética, pela eugtenia. São formas de "melhorar a criação e o mundo".

zazie disse...

Os judeus sempre incomodaram todos os povos com quem conviveram e sempre por motivios idênticos

Acho que desde os primórdios não há relato de nenhum que se tenha dado bem com eles.

Por cá praticamente mandaram durante 300 anos. Deve ter sido o local onde melhor conviveram.

De resto, desde a Ásia a Roma, a toda a Europa, à expulsão dos Países Baixos ou às chacinas em França e na Inglaterra, nunca foram simpáticos.

Mas isso não tem a ver com a panca da raça superior como a treta da ariana nazi.

Os russos não os suportavam mas não era por isso. Havia sempre causas materiais mais comezinhas. Com os nazis a coisa sobe à cabeça e torna-se dieológica num jogo de espelhos.

Copiam-se mutuamente foi assim que o sionismo se tornou sinónimo de judaísmo, quando nem tinha de ser.

Mas eles libertaram-se antes, até por cá, com a abolição do judaísmo porque se viram libres das leis anormais dos rabinos e do processo de castas.

zazie disse...

Os alemães tinham aquele nacionalismo do lebensraumzinho que não se dava com o outro à cuco do "ocupa e depois secessãozinha" que está na base da teoria do liberalismo e do micro-nacionalismo tribal.

zazie disse...

Até nisto são gémeos- uns espandem à Alexandre e os outros fazem ninho e ocupam por minoria.

Pedro disse...

Cara zazie.


Isso deve-se a não ser um fanático como vocês.

Eu para formar opinião sobre qualquer assunto preciso de ouvir as várias partes.

Para vocês é tudo mais fácil, torcem sempre pelo clube, não importa quem tem razão - essencialmente porque sim.

Por isso é que se prestam a estas figuras ridículas de censurar ou fingir que não lêem quem tenha opinião contrária à vossa.


Pedro disse...

Mas não se preocupe que eu não sofro nada.

Divirto-me imenso a ver as figuras ridículas que vocês fazem a fingir que não sabem que estou aqui.

Pedro disse...

Buuuu !

Sou o fantasma com opiniões diferentes do vosso rebanho !

Quer dizer, até já concordei com vocês em algumas coisas.

Mas discordar nem que seja só em algumas coisas já é assustador para vocês.

Que medo !!!!!

Floribundus disse...

os sociais-fascistas do desgoverno são piores que Herr Adolf

todos da família

Anjo disse...

Quando me referia ao que acontece aos negacionistas na Alemanha, estava a lembrar-me disto:

http://www.independent.co.uk/news/world/europe/ursula-haverbeck-holocaust-denier-germany-prison-sentence-six-months-nazi-far-right-racism-anti-a8006496.html

Faz algum sentido uma coisa destas? Porque é que as ideias e factos não podem ser objecto de discussão e de dissensão? Depois, cada um terá a credibilidade que merece consoante o que diz ou apresenta. Porque é que é preciso pôr mordaça?

José Luís disse...

Pedro,
Continue a comentar porque divirto-me à ufa com os seus comentários !
Repito que esse seu estilo ingénuo/ignorante não está ao alcance de todos.
Este seu último comentário sobre os fantasmas é demais! A sério:)

Anjo disse...

Ursula Haverbeck nem rejeita o holocausto, apesar de o título explorar assim a questão, para maior escândalo. Nos comentários:

"She doesn't say "the holocaust never happened". That is a clear deceit by this newspaper journalist. Its the usual bogus 'strawman' type of logical fallacy to keep people misinformed. She refutes certain aspects of the currently consensus (and enforced) narrative. Among other things she refutes the belief that Auschwitz was a extermination camp."

Maria disse...













"Blogger muja disse...

E não há-de ser a última vez, também o creio.

E a próxima vai ser pior, porque vai ser alguém que crê no mito.

Crê no mito e está-se nas tintas - acha que é bem feito e que os nazis mitológicos só pecaram por defeito.

O mito vai virar-se contra eles. E vai ser uma tragédia."

Muja, concordo totalmente com este seu ponto de vista.

Desde centenas de anos antes de Cristo que começaramn a haver expulsões de judeus, primeiro das cidades-estados e que depois foram-se repetindo à medida que os séculos foram decorrendo. Desde a Antiguidade até ao presente os judeus foram expulsos 359 vezes de outras tantas regiões, cidades e países. Tem de se convir que isto não é normal.

Por algum motivo, forçosamente muito grave, terá sido tomada uma atitude tão drástica e por tantos povos tão diferenciados entre si. É por isso que não nos deve admirar lá muito a decisão dos nazis ao quererem os judeus fora do seu país. Estes dominavam completamente o sistema bancário e a economia, enfraquecendo os dos alemães, além de terem virado do avesso os valores cívicos e morais daquele povo. Estes factos, comprovados, enfureciam cada vez mais os alemães. Alemães que, para avolumar o problema, nunca haviam esquecido a humilhação sofrida no fim da 1ª. G.Guerra e voltando a sofrê-la de um modo ainda mais gravoso na 2ª. Guerra Mundial.

Os judeus extremistas (que a partir do fim do séc. dezanove se juntaram aos judeus-sionistas) deviam observar o seu modo de proceder perante o mundo e tentar modificar comportamentos polìticamente criticáveis para seu próprio bem. Isto é bom de dizer, mas é evidente que nunca irá acontecerá.

Porque é facto que uma tão grande alteração de personalidade numa raça com características específicas tão fortemente enraízadas, é algo pràticamente irrealizável ou já teria acontecido há muitos séculos tendo em conta a fortíssima animosidade (e mesmo ódio) com que ela tem vindo a confrontar-se por parte de inúmeros povos desde há milénios. E se dúvidas houvesse os milénios estão aí para se constatar que uma tão profunda alteração de carácter jamais irá acontecer.

Adelino Ferreira disse...

https://youtu.be/h9RTG3tQcIc

Maria disse...

Mais permito-me acrescentar que posso estar errada mas o povo alemão nunca se esqueceu das humilhações por que passou da parte dos judeus-sionistas. E mais tarde ou mais cedo irá querer vingar-se. Isto é tão certo como três e dois serem cinco. Só falta a oportunidade. E tal como frisa Muja, não será coisa bonita de se ver.

Mas vistas bem as coisas e perante tantas e tão graves humilhações qual seria o povo orgulhoso, soberano e independente e com fortes raízes identitárias, que viu todas estas virtudes pátrias terem sido desfeitas e pedacinhos por outrem e ido por água abaixo, que não quereria fazer o mesmo? Eu sinceramente creio que nenhum.

Até os pobres e humildes índios norte-americanos têm essa espinha cravada no coração desde a fundação daquele país. E quem esteve por detrás da sua quase eliminação como povo foram os antepassados daqueles que estiveram por detrás das duas guerras travadas contra o povo alemão. A História repete-se.

Pedro disse...

Caro josé Luís.

Obrigado. Obrigado.

Agora pode voltar a fingir que não me vê.

muja disse...

Testemunhos:

https://www.inconvenienthistory.com/9/4/5146

«Oral Testimonies of the Jews from Thessaloniki about the Holocaust.

There are 51 interviews in the book (26 women, 25 men). Except for two, the rest have been in Auschwitz–Birkenau. Now, here is the interesting part: 39 out of these 51 never mention gas chambers. Not once. On the other hand, almost all of them know about the crematories.»

Zephyrus disse...

Manuel Alegre para Premio Nobel. Mal por mal, muito melhor o Lobo Antunes. Mas nao. Manuel Alegre...

Zephyrus disse...

O que se passou com o Holocausto nao sera tambem consequencia do nascimento e estabelecimento do Estado Moderno.

Vejamos. Na Idade Media o rei nao era absoluto, havia uma dispersao de poderes pelos senhores, Igreja, comunidade sefardita, concelhos. Com a Contra-Reforma nos paises catolicos ha a unificacao religiosa, e nos paises protestantes perseguem-se os catolicos. Depois com a Revolucao Francesa todos passam a ser iguais perante lei...

De certa maneira quem sai de um pais de Common Law e entra na Europa Continental nos dias que correm sente-se "propriedade do Estado". Em Portugal ate ja temos chip, para ja so no documento de identificacao. E quando temos propriedade taxada... esta passa a ser uma mera concessao do Estado.

O Regime de Terror em Franca, os gulags ou o Holocausto sao ideias com a mesma raiz. A rejeicao do Cristianismo, da espiritualidade, e a criacao dos Estados modernos...no nosso pais tal comeca com a vitoria de D. Pedro sobre D. Miguel. E essa contrucao do Estado uno e supremo sai de uma organizacao discreta... ora quem sao?

O Reino Unido foi dos raros paises europeus que escapou a tudo isto, e por isso nao tem registo civil, as instituicoes sao proprietarias (a univ. de Coimbra tambem era antes da Guerra Civil), tem a Monarquia e a Common Law.

Zephyrus disse...

Os sefarditas viviam na judiaria por vontade propria, fechavam as portas ao anoitecer e nao queriam misturas. Tinham as suas leis e regras proprias, ora isso hoje em dia seria impossivel pois a lei e igual para todos...

Mas ja agora, deveria ser assim? Que acontece, por exemplo, a um catolico que trabalhe no registo civil e se recuse a casar dois homens ou duas mulheres?

Zephyrus disse...

Maria, a questao judaica comeca logo ha 5000 anos. A rejeicao da sedentarizacao e a opcao pelo nomadismo pastoril no deserto.

Zephyrus disse...

O Holocausto, o comunismo ou as mortes em massa na guilhotina so sao possiveis gracas a uma coisa: Materialismo militante.

Unknown disse...

Zephyrus,
Quanto à liberdade dos Anglos haveria muito a dizer.

Basta pensar no regime de propriedade e direitos políticos aplicáveis aos católicos até ao sec XIX, ao mesmo tempo que se arrotavam postas de pescada sobre as liberdades da Magna Carta.
Nas ruas é video-vigilância que faria corar o Big Brother do 1984.
Quanto a mobilidade social é só ver o registo de propriedade da terra desde 1688.
Numa coisa gosto do sistema: não há constituição num documento único, como nos sistemas continentais. E a razão é a democracia: por que carga d´ água haveria que a legitimidade dos representantes de 1975 sobrepor-se à legitimidade dos representantes de 2018? Teriam os representantes de 1975 sido tocados por uma Graça especial que torne a sua deliberação mais valiosa do que o parecer de outras gerações?
Gostaria antes de ver restauradas as nossas liberdades tradicionais, como a liberdade de fazer o bem, em vez de ser forçado a pagar impostos para pagar abortos gratuitos no SNS.

Miguel D

Josephvs disse...

Anjo: Jordan Peterson.. muito em voga ;)

https://www.youtube.com/watch?v=XY7a1RXMbHI&t=755s

joserui disse...

"Teriam os representantes de 1975 sido tocados por uma Graça especial que torne a sua deliberação mais valiosa do que o parecer de outras gerações?"
A resposta é um inequívoco e entusiástico sim! Amplas liberdades para todos. Até para se ser um traidorzeco, nunca ter trabalhado na vida e ser indicado para o nó-bél. Quer mais graça especial que este pateta Alegre? O crime compensa neste regime.

Miguel Dias disse...

Zephyrus disse "A rejeicao do Cristianismo, da espiritualidade, e a criacao dos Estados modernos...no nosso pais tal comeca com a vitoria de D. Pedro sobre D. Miguel."

Errado, o inverso estará correcto. Mais uma vez o caro Zephyrus demonstra ignorância sobre factos históricos e sobre História das Ideias. A vitória de D. Miguel e do Absolutismo Miguelista levaria sim a um Estado pré-totalitário.

Unknown disse...

Caro quase homónimo Miguel Dias,
Olhe que nesse ponto o Zephyrus tem alguma razão. O Miguelismo ( tal como o campo liberal ) tinha pessoas de muito valor e pessoas execráveis. Havia pessoas muito interessantes, conciliando a tradição portuguesa com o progresso e o desenvolvimento, como o Acúrcio das Neves. Cultivava as velhas leis portuguesas e era admirador de Adam Smith. O relato dele sobre as invasões francesas é assombroso e só caiu no esquecimento por mesquinhez liberal.


Miguel D

Floribundus disse...

Reino ainda Unido

Rei ou Rainha representam:
Igreja Anglicana
Estado (com Câmara de Lordes)
Maçonaria (no último séc por interpostas pessoas)

por cá temos um estado totalitário social-fascista
semelhante aos de
lenine-estaline
mao tsé
Herr Adolf
América latrina

Floribundus disse...


«O Fórum Económico Mundial, que amanhã tem início na exclusiva estância de Inverno de Davos, tem por tema central esta proposta – criar um futuro partilhado num mundo fracturado.
Um dos temas em discussão será a adopção mais generalizada de uma nova métrica para avaliar o desempenho dos estados, o Índice de Desenvolvimento Inclusivo, assente em três pilares – sustentabilidade, crescimento e inclusão – em vez do malfadado PIB, que se centra essencialmente no crescimento económico. O referido índice diz-nos, por exemplo, que o país mais sustentável, desenvolvido e inclusivo do planeta é a Noruega e que no topo da tabela estão alguns dos chamados países pequenos da Europa; diz-nos também que Portugal (a par da Itália, da Espanha e da Grécia) está numa rota descendente desde há cinco anos, com um valor no índice semelhante aos dos Vietname, Bangladesh ou El Salvador.»

Josephvs disse...

Sr Miguel Dias comeu muita trampa em peQuenino

Zephyrus disse...

Penso que o Miguelismo tinha de facto gente adepta do livre comercio, ja o Liberalismo tirou a propriedade a Universidade de Coimbra, e tirou a Igreja, colocando essas instituicoes na dependencia do Estado, decadas mais tarde e esse Estado que comete erros grotescos como as campanhas do trigo ou a ocupacao dos baldios. A minha ideia e que o Liberalismo da mais poder ao Estado... mas nao sou Historiador...

E ja agora, as raizes disto tudo talvez venham de um Marques de Pombal. Tenho em casa a copia de um texto de um padre jesuita contra o Marques. O autor defende o livre comercio, hoje em dia diriam que seria um terrivel "neo-liberal". O Marques, diga-se, enriqueceu, como o jesuita previu. Foi um grande tirano, e a Esquerda simpatiza com a personagem...

Zephyrus disse...

O Marques, ja agora, nao gostava nem dos ingleses nem do modelo ingles. Puxava para a Franca...

Nas ultimas decadas voltamos a puxar para o Continente e a virar a costa aos exemplos das monarquias perifericas (Dinamarca, Holanda, Reino Unido). Enxertamos um Estado Social insustentavel, o nosso Direito vai buscar influencias a Alemanha, as ideias de Esquerda vem Franca e a URSS era um paraiso... Nao se discutiu Maastricht nem o euro... e eu sou um grande defensor do mercado unico, mas o mercado unico nao e sinonimo de UE. Um pais pode estar no Espaco Economico Europeu como a Noruega e a Islandia e fora da UE... o projecto ingles da EFTA visava apenas o livre comercio e algum grau de livre circulacao de pessoas e de cooperacao a varias niveis mas nao tinha o projecto politico colado, isso ja e mais frances...

A questao e onde deveremos estar daqui a 30 anos e que modelo deveremos assumir, olhando para os erros da Historia e para os erros dos outros. E estas coisas deveriam ser discutidas, mas nao sao.

Zephyrus disse...

Populacao volta a cair. Isto e algo importante e vai passar despercebido.

Por que motivo os casais nao tem filhos? O problema e acima de tudo cultural e eu sei onde esta o mal, embora as minhas ideias nao tenham apoios...

Com esta natalidade o sistema de pensoes como esta nao tem qualquer hipotese e novos impostos e taxas virao para dar oxigenio ao Estado Social. Aguardemos.

Josephvs disse...

A população CONTINUA a caír ... 2.1 é o minimo (taxa de reposição) ... há muito Q cai

VER AQUI
https://pt.wikipedia.org/wiki/Taxa_de_fecundidade

muja disse...

O liberalismo não deu mais poder ao Estado.

O liberalismo criou o Estado. Moderno, pelo menos.

Dantes havia reinos, com Estados.

Zephyrus disse...

Portugal e campeao dos divorcios na Europa, e um dos paises do mundo com menor indice de fecundidade. Quando Passos estava no poder ainda se falou timidamente do problema. Agora esta na gaveta.

Costa conta com as cativacoes de Centeno, o BCE ou o turismo para se aguentar dois mandatos e depois ser Presidente da Republica. Nada vai mudar ou ser reformado.

O problema da natalidade choca com valores disseminados apos o 25 de Abril e com a propria organizacao da sociedade a varios niveis. Tambem existe no Japao, Espanha, Italia, Europa de Leste. Em Portugal e especialmente grave dado o tipo de Estado Social que foi montado.

Zephyrus disse...

Nao ha muito tempo Portugal tinha das regioes mais jovens da Europa. O Minho e os Acores. A queda abrupta da natalidade logo apos a rev. abrileira e a explosao dos divorcios e caso de estudo a nivel global... como pode um povo em tao pouco tempo mudar tanto os valores de referencia? A nossa atitude face a divida tambem merece estudo. Nao ha muito tempo poupava-se, e muito...

Maria disse...

Estou há imensas semanas para deixar aqui uma pergunta aos ilustres comentadores sobre o tema que temos vindo a debater: judeus.

Creio que foi no excelente Palavra Livre que vi/li há tempos um pequeno texto no qual é descrita uma prática que era levada a cabo pelos judeus na Idade Média ou em séculos anteriores (não me recordo da data, estou a citar de memória), em que aparecem imagens de uma escultura em pedra a exemplificar o acto diabólico, vendo-se um homem a lançar bebés recém-nascidos e crianças muito pequeninas para as fogueiras. Queimadas vivas, portanto.

Onde é que eu já li (vi e ouvi em vídeos) milhares de vezes inúmeros judeus acusarem os nazis de terem cometido semelhante barbaridade durante a 2ª Guerra Mundial??!! Pois.

Tenho de procurar novamente este texto. Se aqui alguém souber mais sobre este assunto - e ali, sim, estava-se perante um verdadeiro genocídio praticado sobre bebés e crianças levado a cabo por judeus e naquela altura não existiam nazis para arcarem com a culpa toda... - por favor diga qualquer coisa ou deixe linque.

zazie disse...

Os cartagineses, Maria. Séc. IV aC. Não vai comparar práticas de milénios atrás com coisas feitas há 70 anos no país mais avançado da Europa.

Isso assim valia tudo- até o canibalismo. Bastava trocar a História por estruturalismo ideológico e não havia possibilidade de moralmente se condernar nada.

(não sei onde meteu a sua mea culpa do primeiro post do José com a entrevista. Deve tê-la enterrado, também).

Pedro disse...

Cara zazie.

Os cartagineses não eram judeus e os judeus combateram essas práticas da religião cartaginesa.

Pelo que a Maria está a mentir.

Por falar em mentirosos, uma das razões da minha ostracização foi constatar o facto óbvio da Maria não parar de debitar propaganda nazi.

Vocês disseram que era uma grande falta de respeito da minha parte.

Parece que não se nota nada que a tal Maria é dos nazis mais raivosos que já vi na net.

O que nos remete á tal pergunta que lhe fiz de como designar uma cambada de aldrabões sem usar esse termo.

Zephyrus disse...

A Maria fala do culto ao deus Moloch. Seria um culto praticado por povos semitas que viveriam onde hoje fica o Libano e Israel, portanto e possivel que os fenicios os tenham praticado e levado para um ou outro ponto do Mediterraneo.

https://en.wikipedia.org/wiki/Moloch

Josephvs disse...

Zazie :)
Ando curioso sobre a estrelinha na bandeira da Republica do Rif

https://www.bladi.info/threads/rif-juif-amazigh.419732/

zazie disse...

Era a bandeira do califado- Eles partilharam simbologias davídicas.

joserui disse...

A primeira vez que ouvi falar de Moloch foi na banda desenhada Alix de Jacques Martin.

Zephyrus disse...

O Imperio Otomano matou quantos armenios e quantos assirios? Ambos eram cristaos. Ha quem fale em mais de um milhao... e parece que no Iraque ja desapareceram mais de um milhao de cristaos desde 2000. Para onde foram? Onde estao? E os cristaos da Siria? E do Egipto? Recordo que algumas das comunidades cristas mais antigas do mundo estavam no Norte do Iraque, na Siria ou no Egipto. E ja agora. Que tem acontecido aos maniqueistas? Aos drusos? Aos sufis?

Quantos cristaos ja foram alvo de genocidio no Medio Oriente? Por que motivo o Ocidente nunca se mobilizou para a criacao de um Estado cristao assirio? Ou de um estado curdo?

Zephyrus disse...

Num seculo, quantos cristaos do Proximo ou Medio Oriente foram mortos ou foram obrigados a emigrar? Por que motivo NUNCA se fala disto?

Maria disse...

Zazie, não sou eu que afirmo isso dos judeus lançarem bebés para a fogueira, foi o que li num texto no Palavra Livre ou no Sentinela. Nem sabia que esse horror era praticado nesses tempos recuados... e se calhar nos actuais.

Mas também lhe digo que há vídeos de gente que o afirma e não foi desmentida. Dizem que nas reuniões secretas da maçonaria norte-americana (e será só nesta?) que matam bebés e crianças para beber o sangue dos mesmos, dizem os próprios que os revigora. Diz quem assistiu a essas práticas e se afastou da maçonaria, que é o que afirmam os que praticam esses actos degradantes.

Houve uma rapariga cuja mãe era membro da seita e frequentava essas reuniões e a acompanhou desde pequenina, que contou como aconteciam essas "práticas tidas como normais em todas as sessões maçónicas" (palavras dela). Isto foi relatado tal e qual numa entrevista que ela deu à Oprah Winfrey há vários anos.

Há quem garanta que nessas sessões bebem o sangue dos bebés depois de lhes perfurarem a carne em inúmeras partes do corpo (há pinturas destas na internete a mostrarem o corpo dos bebés perfurados em todo o corpo, em tempos recuados(?), para depois serem desmembrados e os pedaços comidos. Aliás há uma foto no youtube em que se vê perfeitamente num tacho pedaços de um bebé desmembrado e já com todos os temperos pronto para ser cozinhado. Isto não pode ser mentira, está descrito e mostrado com imagens genuínas.

A actriz Angelina Jolie (e várias outras actrizes e actores) já veio afirmar que esteve nessas reuniões secretas e não só viu como participou em práticas indescritíveis. Não adiantou pormenores nem pode (os convidados fazem juramento de sangue à entrada), caso o fizesse no dia seguinte acordaria morta. Acha que a A.Jolie mente?

Exactamente o aconteceu por cá a duas jornalistas que participaram como convidadas nas reuniões dos bilderbergs a convirte do tenebroso e traidor Balsemão. Ambas caíram no erro de contar algumas verdades observadas: uma morreu pouco tempo depois e a outra sobreviveu mais uns anitos mas aconteceu-lhe o mesmo.

Viu o filme do Stanley Kubrick, ele próprio judeu russo e portanto insuspeito, Eyes Wide Shut? Ele disse que não incluiu intencionalmente no filme muito do que se passa nessas reuniões secretas. Acha que Kubrick estava a mentir? Mesmo assim ele terá ido longe demais no que revelou no filme (e também, em anteriores entrevistas proibitivas, sobre a cedência sob pressão e contra-vontade do seu Estúdio à NASA, onde filmara Odisseia No Espaço, para nele serem efectuados os treinos(?...) das futuras viagens à Lua(?)...) e como se sabe a maçonaria não perdoa.

Não estranhamente Kubrick morreu na mesma semana em que o filme foi estreado. Há vários actores e não só actores, a falarem dos motivos que levaram à sua morte repentina e completamente inesperada, a própria filha aborda em entrevistas o fim trágico do pai considerando-o muito suspeito sobretudo após as suas últimas revelações.
(cont.)

Miguel Dias disse...

Josephvs,

muita gente comeu trampa, não só em menor idade, mas ainda nos dias de hoje e já crescidos. Desconheço se será o seu caso, mas não deixo passar em claro a sua má educação. Parece que para contra argumentar o sr. recorre a linguagem foleira.

muja disse...

Eu cá nunca estive nessas tais reuniões, por isso não posso testemunhar.

Mas depois há estas coisas:

http://www.valeursactuelles.com/sites/default/files/styles/image_article/public/YSL1013.png?itok=cE-HKBE0

YSL sonhou? Criatividade a mais?

O "marido" Bergé doava com fartura para o mundo às avessas e, sobretudo, para a "adoção" homo.

Segundo o livro recentemente editado do chauffeur, moço de recados e amante dos dois, também organizava sessões sado-maso no seu chateau e na mansão em Marrocos... E parece que fazia questão de anal-isar de perto os seus subordinados.

Enfim, criatividade a mais concerteza...

Maria disse...

O actor meio-índio Keanu Reeves anda desde há algum e por meias palavras a denunciar em vídeos estas práticas em vídeos, ele não é mais explícito por precisar de trabalhar pois depende da indústria respectiva. Ainda só vi alguns destes títulos, não os vídeos, mas vou vê-los. Acha que K. Reeves está a mentir?

O actor canadiano James Carney anda há algum tempo a falar do mesmo em moldes mais suaves e propositadamente algo enigmáticos, mas mesmo assim já está a ser desacreditado por toda a imprensa norte-americana (controlada na totalidade por judeus) e a acusarem-no de estar mentalmente afectado... Claro.

Esta é uma regra por demais conhecida da maçonaria em relação a quem faz denúncias de práticas criminosas consideradas secretas e porque o são poderem ser sistemàticamente desmentidas por quem as orienta e controla.

Mas o principal motivo dos desmentidos é eles temerem cada vez mais as denúncias, que vão aumentando assustadoramente à medida que os anos passam, por as práticas abjectas poderem vir a ser num futuro próximo pùblicamente reveladas por quem de direito.

E a partir daí sabe-se lá o que iria acontecer aos antros satânicos onde elas decorrem e principalmente aos seus principais membros. Temor ainda assim, apesar do domínio e força política e do controlo total sobre os governantes de todas as democracias do mundo. Regimes, como se sabe, por eles próprios instituídos.


Zazie, não sei sinceramente a que entrevista do José se refere nem me recordo que espécie de mea culpa é que eu fiz nem sobre o quê. A sério.

Após ter terminado o comentário e à medida que o ía escrevendo tentava lembrar-me a que entrevista se estava a referir. E lembrei-me. Creio ter dito que faria mea culpa se eu chegasse à conclusão de que as acusações feitas aos judeus maçons-sionistas eram inventadas. Mas não preciso fazer, elas não só não são falsas como são verdadeiras, porque muitas delas são prestadas de moto proprio em entrevistas televisivas e em artigos de jornal, por corajosos judeus não sionistas. E estes valentes cidadãos vão sendo cada vez em maior número.

---

Unknown/Miguel D, era a si que me referia quando ontem nomeei vários comentadores cujos escritos aprecio imenso e não a um outro que também assina Miguel Dias, mas creio que o Miguel D terá percepcionado. É que não estando eu a par do teor dos comentários destoutro Miguel Dias não posso seguir a linha do seu pensamento. Excepto nos poucos que ele foi deixando nestes últimos dias e aí sim, já dá para ter uma ideia.

zazie disse...

Sim, é isso mesmo. Fazem agora e fizeram no filme do Hellfire Club e sorte a sua os que se safaram do Auschwitz nÃo se terem lembrado do mesmo...

Unknown disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Miguel D disse...

Maria,
Editei o perfil, talvez facilite a leitura

Luis Teixeira disse...

O Passos Coelho foi o único PM a recusar ir ao BILDBERG e basta ver como foi tratado,e como não descançaram em tirar do PSD e por o Rio que já foi a essas reuniões...

Josephvs disse...

:) Cuidado com a trampa or Fakenews por aí

FACTO!

"A first wave of anti-clericalism occurred in Portugal in 1834 when, under the government of Dom Pedro, all convents and monasteries in Portugal were abolished, simultaneously closing many of Portugal's Catholic-run primary educational establishments"

"• Suppressed by the Portuguese government in 19th century."

http://www.cruzios.org/english/about_cruzios.html

Josephvs disse...

"Os documentos, presume-se que datem da segunda metade do século XIX, e a sua existência era inteiramente ignorada. Os documentos estão dobrados em quatro partes, e cosidos aos bordados do manto. Por esse motivo se justifica que por fora não se suspeitasse de nada”, adianta a irmandade."

FRESH NEWS :)
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/nossa-senhora-da-soledade/descobertos-manuscritos-em-manto-de-nossa-senhora-da-basilica-de-mafra

Corrigan, o Agente Secreto X-9