Este apontamento sobre o jornalista Baptista-Bastos ( já usava hífen definidor) é de do jornal Diário de Lisboa de 4 de Agosto de 1968, o tal da data em que Salazar caiu da cadeira.
Já nessa altura este indivíduo tinha uma concepção instrumental do jornalismo como exercício de um poder de influência ideológica ao serviço de causas. No caso "ensinar os outros a existir mais". Um perigo, estes indivíduos imbuídos de uma missão que se arrogaram a eles mesmos...