A senhora Simoneta Luz Afonso que ignoro voluntariamente o que faz e fez, mas acho que comissionou em qualquer lado, está a dizer na Sic-Notícias que nas letras...depois de Camões e Pessoa...Saramago. Diz que foi um génio.
Acho que é por causa destas e doutras que somos , actualmente, o país que somos: de medíocres. E nem Vasco Graça Moura, também no programa, esbate o impacto daquelas enormidades intelectuais.
Acrescento em 19.6.2010:
Sobre Saramago que os jornais de hoje ostentam em páginas de elogios fúnebres que denotam a matriz esquerdista, importa salientar o que o DN escreve
Foi como "jornalista revolucionário" que José Saramago se apresentou aos leitores do Diário de Notícias pouco após assumir funções de director adjunto do jornal, em Abril de 1975. E foi fiel a esta legenda que se manteve em funções durante sete meses, fazendo aqui publicar alguns dos mais incendiários textos que vieram a lume no "Verão Quente" de há 30 anos. Textos que culminaram com um apelo à insurreição militar em nome da defesa do socialismo. Ao alto da primeira página do jornal e numa data emblemática 24 de Novembro de 1975. Nessa noite, de facto, os militares "revolucionários" saíram dos quartéis. Mas, 24 horas depois, dissipava-se o sonho do futuro Nobel da Literatura: a ala "inconsequente" das Forças Armadas", aliada aos "partidos da burguesia", levou a melhor. O socialismo de matriz soviética não vingou em Portugal.
Portanto, o que os jornais de hoje fazem é o elogio do anti-democrata, do revolucionário de jornal, do estalinista do pensamento e do militante do comunismo falhado.
Porquê? Porque a maioria dos escribas desses jornais, acreditaram no mesmo. E a nostalgia é uma arma carregada de futuro.
Acho que é por causa destas e doutras que somos , actualmente, o país que somos: de medíocres. E nem Vasco Graça Moura, também no programa, esbate o impacto daquelas enormidades intelectuais.
Acrescento em 19.6.2010:
Sobre Saramago que os jornais de hoje ostentam em páginas de elogios fúnebres que denotam a matriz esquerdista, importa salientar o que o DN escreve
Foi como "jornalista revolucionário" que José Saramago se apresentou aos leitores do Diário de Notícias pouco após assumir funções de director adjunto do jornal, em Abril de 1975. E foi fiel a esta legenda que se manteve em funções durante sete meses, fazendo aqui publicar alguns dos mais incendiários textos que vieram a lume no "Verão Quente" de há 30 anos. Textos que culminaram com um apelo à insurreição militar em nome da defesa do socialismo. Ao alto da primeira página do jornal e numa data emblemática 24 de Novembro de 1975. Nessa noite, de facto, os militares "revolucionários" saíram dos quartéis. Mas, 24 horas depois, dissipava-se o sonho do futuro Nobel da Literatura: a ala "inconsequente" das Forças Armadas", aliada aos "partidos da burguesia", levou a melhor. O socialismo de matriz soviética não vingou em Portugal.
Portanto, o que os jornais de hoje fazem é o elogio do anti-democrata, do revolucionário de jornal, do estalinista do pensamento e do militante do comunismo falhado.
Porquê? Porque a maioria dos escribas desses jornais, acreditaram no mesmo. E a nostalgia é uma arma carregada de futuro.