Económico
Mário Lino escreve hoje no "Público" que João Semedo, relator do documento, "não teve a hombridade de ser honesto, verdadeiro e claro". Para o antigo ministro das Obras Públicas "podemos concluir das conclusões de João Semedo que os seus deveres e responsabilidades de deputado e relator se curvaram às conveniências da baixa política".
Mário Lino escreve hoje no "Público" que João Semedo, relator do documento, "não teve a hombridade de ser honesto, verdadeiro e claro". Para o antigo ministro das Obras Públicas "podemos concluir das conclusões de João Semedo que os seus deveres e responsabilidades de deputado e relator se curvaram às conveniências da baixa política".
Honestos, verdadeiros e claros, e de alta política, têm sido as personagens da rábula. As da PT, as do Governo e os "boys" do costume, incluindo os amigos das "conversas privadas".
Este Lino é um ponto. Com nó da política e laços desconhecidos.