Sobre Cunhal, evidentemente. E sobre o mito das máscaras. E ainda sobre a falta de memória dos media nacionais ( não são apenas os jornalistas novos que não sabem, mas os velhos que não querem saber). E sobre a nossa falta de cultura essencial, com grande ramificação no acessório. E ainda sobre a fantasia e um estranho fenómeno que nos assola desde há 38 anos a passar: " A consciência história dos portugueses é um óptimo reflexo da inconsciência que os trouxe à miséria e ao desespero".
E insistem na nasneira, em dar voz mediática a delirantes personagens que provocaram a miséria e contribuiram como ninguém para a desgraça. O Bloco de Esquerda continua a ter assento televisivo todas as noites em horário nobre e a troika Arménio, Avoila e Jerónimo presença de manifestação permanente.
O único reparo ao texto é o título: em vez de rei, poria príncipe. O lugar de rei já está ocupado, por um bastardo. A monarquia nacional degenerou muito nas últimas décadas, até chegar à laia dos plebeus.