domingo, 29 de dezembro de 2019

Leia-se como o PS e a esquerda destruíram a riqueza nacional

Em 8 de Julho de 1989 o Expresso, então dirigido por José António Saraiva, tendo como director-adjunto Joaquim Vieira e "Gabinete editorial" Alexandre Pomar, Clara Ferreira Alves e Santos Pereira, todos esquerdistas e social-democratas, publicou um artigo extenso acerca dos grupos económicos em Portugal, na época.

O artigo era assinado por Virgílio Azevedo, um então licenciado em economia e tinha outros autores como João Cândido Silva, Manuel Goucha Soares e outros indicados nos artigos. Tudo gente que deveria saber melhor acerca do que escrevia, mas foi sempre assim, nos media nacionais. A informação que temos é muitas vezes falseada pelos enviesamentos ideológicos e deturpadores de uma realidade que os ultrapassa sempre.
Andamos sempre mal informados nestas matérias e isso conta no momento do voto. Por isso o socialismo tem mantido a predominância eleitoral ao longo das décadas.

O artigo começa com a frase "catorze anos depois das nacionalizações, os grupos económicos estão de volta". Nada mais falso porque já não eram os grupos económicos de 14 anos antes mas outros, mesmo integrando pessoas que foram espoliadas dos seus teres e haveres empresariais.

Escreve-se logo a seguir que "o renascimento dos grandes grupos, hoje mais numerosos do que antes de 25 de Abril, ganhou outro fôlego com a reanimação da economia portuguesa iniciada a partir de 1985 [entrada de Portugal na Comunidade Europeia].

Nada mais enganador. Mais grupos não significava melhores grupos e muito menos melhor empresariado, no sentido apontado pelos santos silvas ignorantes e arrogantes.

Leia-se o artigo:


Este artigo seria melhor compreendido se fosse acompanhado da leitura deste livrinho de 1979, de uma autora que também escreveu sobre os grupos económicos anteriores ao 25 de Abril de 1974:


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A esquerda que não se enxerga