quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Os "ajustes directos" ao marido da ministra da Justiça




Isto é público e não é corrupção. É apenas mais um "ajuste directo", no caso ao marido da ministra da Justiça, Eduardo Paz Ferreira. O prazo de execução do serviço que custou 40 mil euros: 1 dia! Carago! Carago, não, carago...

A Câmara de Vila Nova de Gaia é presidida por um bravo socialista, sociólogo e tudo, especialista em RSI...

Deve ser por isso. E não sei que mais dizer a não ser que na área de V.N. de Gaia não deve haver advogados suficientes para um trabalho daquele calibre de "prestação de serviços de emissão de pareceres".

Deve ser uma tarefa espinhosa que só um professor da categoria do dito Eduardo pode efectivamente preencher. Parafraseando Brecht- como é difícil advogar! E deve ter concorrido sem competição ou então terá sido renhida. Para se escolher alguém de Lisboa a fim de prestar serviços do género em Gaia, só assim se compreende.
É verdade que a autarquia refere uma aflitiva "ausência de recursos próprios", ou seja, não deve ter juristas com a qualidade daquele excepcional professor de direito fiscal. Compreende-se se assim for, mas para tal seria preciso saber quantos juristas trabalham na autarquia, coisa que não se consegue saber...

Enfim.

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A esquerda que não se enxerga